<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-7347717548405366579</id><updated>2012-02-01T13:42:07.775-08:00</updated><title type='text'>Sinalizando</title><subtitle type='html'>Ambiente de gestação e formalização de ideias, discussões, grupos e projetos.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://sinalizando.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sinalizando.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Suzana Duarte Santos Mallard</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04785263143108850161</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>71</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7347717548405366579.post-7705288746860378537</id><published>2011-05-23T16:38:00.000-07:00</published><updated>2011-05-23T16:40:53.272-07:00</updated><title type='text'>Anarquista Burocrata: 5 de Julho - Independência 2.0</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-X4ISl5LNaAk/TdrwaVhQ3FI/AAAAAAAAAOo/Bwl5wrXOuOE/s1600/Revolution%2Bfist.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 214px; height: 320px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-X4ISl5LNaAk/TdrwaVhQ3FI/AAAAAAAAAOo/Bwl5wrXOuOE/s320/Revolution%2Bfist.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5610060621087300690" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="file:///Users/romainmallard/Library/Caches/TemporaryItems/moz-screenshot-4.png" alt="" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;Parece-me às vezes que vivemos no reino da  hipocrisia, tanto é a quantidade de hipócritas que nos rodeiam e o peso  que os mesmos têm na nossa sociedade. Fechamos todos nós, os olhos a  situações que sabemos, sobejamente e de antemão, serem ilegais. A mim me  dói mais o facto de que, quase tudo tem dois pesos e duas medidas,  quiçá vários. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt; text-align: justify;"&gt;Coadunamos diariamente com várias formas de  se actuar à margem da lei, quem aqui não conhece alguma casa ligada,  ilegalmente, à rede eléctrica? Quem aqui já denunciou alguém que tenha  pedido uma receita médica no nome de outra pessoa que é assegurada? O  nosso jeitinho de ser, facilite, muitas vezes não é o comportamento de  quem tem uma tábua de valores rija mas sim, e pelo contrário, de quem é  moral e eticamente flexível. É nas pequenas coisas que realmente  definimos o nosso ser, se falamos ao telemóvel enquanto conduzimos à  frente dos nossos filhos, com que cara de lata pudemos exigir que sejam  bons cidadãos seguidores da lei? Sabemos perfeitamente, que somos os  modelos-mor dos nossos filhos, mas não agimos como tal. Sabemos que  procurarão nos imitar, entendemos que almejam futuramente serem como  nós, mas na mesma agimos com descaso em relação ao ser que estamos a  moldar.&lt;/p&gt;&lt;div&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;Entendo que tudo seja  cíclico, e que esta perda de valores que afecta esta geração, vai ser  seguida de uma geração bem mais conservadora, a não ser se, no fundo do  poço encontrarmos um alçapão. &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;   &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;Precisamos de um choque térmico, para sairmos desta  letargia em que nos encontramos, se a morte de uma criança de 2 anos por  uma bala perdida, não serve como catalisador, é sinal que estamos mais  perdidos que a bala. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;Proponho,  que seja marcada uma data. Sei lá, 5 de Julho. E que a partir dessa  data, realmente sintamos que estamos seguros em qualquer que seja a rua  deste nosso país. E sobretudo que todos nós, os bons, que saiamos à rua,  que todos os antros sejam invadidos por pessoas de bem, ao ponto que  quem quer que seja do mal e/ou pró-mal sinta a necessidade de se  mascarar de ser do bem para poder sobreviver na rua, e acima de tudo  comporte-se como alguém de bem. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;Até ao 5 de Julho próximo, toleraremos que o medo  controle a nossa maneira de viver, que o receio de sermos assaltados  limite as ruas em que andamos e os lugares que frequentamos. Até ao  próximo dia da Independência de Cabo Verde, continuaremos a achar que os  bandidos é que ditam as regras. Mas depois, assim que o relógio atingir  a meia-noite, e que for no nosso calendário dia da Independência,  diremos basta, e regrediremos no tempo até a uma data não muito recuada,  em que podíamos dormir com as portas abertas, andar de festa em festa  em todas as zonas do nosso país sem sequer nos passar pela cabeça  qualquer sentimento de insegurança. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;Temos que explicar a todos os bandidos que eles  também perdem com a nossa sociedade dividida. Eles e os seus serão mais  ainda segregados e com menos oportunidades.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt; text-align: justify;"&gt;Sairemos  à rua e tomaremos o que é nosso. Ghandi disse que "olho por olho e o  mundo acabará cego" e eu não sou apologista de usar a violência para  lutar contra a violência, mas Ghandi também disse que "o pior não é a  maldade que os maus fazem, mas sim quando os bons não fazem nada" e a  meu ver já não há simplesmente espaço para os bons permanecerem  encorbardados, sem fazer nada... &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt; text-align: justify;"&gt;Passemos estes dias que  faltam até ao 5 de Julho a transmitir esta mensagem... para que Cabo  Verde inteiro saiba que, a partir de 5 de Julho tomaremos a nossa  liberdade, outra vez. E que quem quiser, tem até ao dia 5 de Julho para  decidir se ficará com os bons e ou irremediavelmente rotulado como os  maus.  &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt; text-align: justify;"&gt;Atenção, em momento algum estou a incitar à violência, antes  pelo contrário, estou a incitar que haja tanta gente na rua, a toda a  hora ao ponto de não poder haver mais violência. Não existe utopia, se  todos pensarmos iguais e sobretudo se nos unir-mos...&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt; text-align: justify;"&gt;"Não  há coisas impossíveis, nós é que temos uma percepção limitada do que é  possível"&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt; text-align: justify;"&gt;Conto com o vosso apoio incondicional, menos não  chegará.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt; text-align: justify;"&gt;http://www.teyalex.blogspot.com/&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7347717548405366579-7705288746860378537?l=sinalizando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sinalizando.blogspot.com/feeds/7705288746860378537/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7347717548405366579&amp;postID=7705288746860378537' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/7705288746860378537'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/7705288746860378537'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sinalizando.blogspot.com/2011/05/anarquista-burocrata-5-de-julho.html' title='Anarquista Burocrata: 5 de Julho - Independência 2.0'/><author><name>Suzana Duarte Santos Mallard</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04785263143108850161</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-X4ISl5LNaAk/TdrwaVhQ3FI/AAAAAAAAAOo/Bwl5wrXOuOE/s72-c/Revolution%2Bfist.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7347717548405366579.post-561785602715080379</id><published>2011-05-16T11:13:00.000-07:00</published><updated>2011-05-16T11:55:06.617-07:00</updated><title type='text'>Como tomamos as nossas decisões?</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-enQZ_lRdTpw/TdFywfQFAPI/AAAAAAAAAOg/PKhaEpriNLo/s1600/TiagoManuel.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 309px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-enQZ_lRdTpw/TdFywfQFAPI/AAAAAAAAAOg/PKhaEpriNLo/s320/TiagoManuel.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5607389188401201394" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span id="result_box" class="long_text" lang="pt"&gt;&lt;span style="" title=""&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span id="result_box" class="long_text" lang="pt"&gt;&lt;span style="" title=""&gt;Como tomamos as decisões morais ou éticas? &lt;/span&gt;&lt;span style="" title=""&gt;Idealmente, devemos considerar apenas os fatos ...  Estamos longe disso, a Jonah Lehrer na Wired, o autor o livro fazer a  escolha certa: como o nosso cérebro toma decisões.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="result_box" class="long_text" lang="pt"&gt;&lt;span style="" title=""&gt;Jonathan Haidt, autor de a &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="result_box" class="long_text" lang="pt"&gt;&lt;span style="" title=""&gt;Hipótese da &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="result_box" class="long_text" lang="pt"&gt;&lt;span style="" title=""&gt;Felicidade , psicólogo da  Universidade da inie, é conhecido por ter argumentado que os nossos  juízos morais são como os juízos estéticos. &lt;/span&gt;&lt;span style="" title=""&gt;Quando você estiver diante de um quadro, você geralmente sabe  instantâneamente e automaticamente, se gosta. &lt;/span&gt;&lt;span style="" title=""&gt;Nosso julgamento moral funciona um pouco desse jeito ", diz Jonah Lehrer. &lt;/span&gt;&lt;span style="" title=""&gt;Nossos sentimentos vêm em primeiro lugar e as razões  são inventadas na hora de justificar ou negar. &lt;/span&gt;&lt;span style="" title=""&gt;"Quando se trata de tomar decisões éticas, não nos baseamos na  racionalidade, mas ao contrário, na nossas paixões." Nos comportamos&lt;/span&gt;&lt;span style="" title=""&gt; mais como advogados do que juízes, buscando justificar nossas convicções. &lt;/span&gt;&lt;span style="" title=""&gt;Nossa racionalidade é uma  racionalidade de fachada, como Benjamin Franklin uma vez disse: "É  conveniente ser um animal racional, que sabe como encontrar ou forjar  uma razão para justificar tudo o que ele pode querer fazer"&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="result_box" class="long_text" lang="pt"&gt;&lt;span style="" title=""&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Nós não julgamos imparcialmente&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="result_box" class="long_text" lang="pt"&gt;&lt;span style="" title=""&gt;Ed Yong, que dirige o blog Not Exactly Rocket Science  para a Discover Magazine descobriu um resultado fascinante no estudo conduzido na Academia Nacional de Ciências Americana que vigia o processo  mental nas decisões tomadas pelos juízes em casos que envolvam &lt;/span&gt;&lt;span title=""&gt;liberdade condicional.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="result_box" class="long_text" lang="pt"&gt;&lt;span style="" title=""&gt;Este  estudo, conduzido por Danziger Shai Ben-Gurion University of the Negev,  em Israel e Levav Jonathan, um professor de marketing da Columbia  Business School, discute os resultados de 1.112 audiências dos pedidos  de liberdade condicional a partir de prisões israelenses sobre &lt;/span&gt;&lt;span style="" title=""&gt;10 meses, realizado com oito juízes que em média haviam 22  anos de carreira. &lt;/span&gt;&lt;span style="" title=""&gt;Cada dia, cada juiz  toma uma decisão sobre cada um dos 14 a 35 casos que passam diante dele, dedicando uma média cerca de 6 minutos&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="result_box" class="long_text" lang="pt"&gt;&lt;span style="" title=""&gt; a decisão&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="result_box" class="long_text" lang="pt"&gt;&lt;span style="" title=""&gt;... um stakhanovismo que não é sem consequência ...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="result_box" class="long_text" lang="pt"&gt;&lt;span style="" title=""&gt;De fato um dos graficos publicados pelos pesquisadores mostra em seu  eixo vertical a propensão dos juízes a decidir a remissão e  apenas o eixo horizontal indica a ordem em que os casos foram ouvidos  durante o dia &lt;/span&gt;&lt;span style="" title=""&gt;(linhas pontilhadas  representam momentos em que os juízes foram almoçar antes de retomar a  reunião). &lt;/span&gt;&lt;span style="" title=""&gt;O gráfico de ações é  extremamente condenável, porque mostra que a disponibilidade cognitiva  dos juízes tem um grande efeito sobre a probabilidade de ser liberado ou  não. &lt;/span&gt;&lt;span title=""&gt;No começo do dia ou depois de uma pausa, o  juiz é mais brando do que no final da tarde ou depois de uma longa série  de decisões. &lt;/span&gt;&lt;span style="" title=""&gt;Para Shai Danziger, mais  cansado está o cérebro dos juízes maior a probabilidade de optar pela opção mais  simples, a opção padrão: neste caso, a negação da liberdade condicional.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="result_box" class="long_text" lang="pt"&gt;&lt;span style="" title=""&gt;Naturalmente, os juízes têm &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="result_box" class="long_text" lang="pt"&gt;&lt;span style="" title=""&gt;concedido menos &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="result_box" class="long_text" lang="pt"&gt;&lt;span style="" title=""&gt;condicional  aos presos ou criminosos recidivos que não faziam parte de algum programa de reabilitação específico, que até aqui é muito racional. &lt;/span&gt;&lt;span title=""&gt;Mas a influência dramática da pausa para o almoço, sobre o  julgamento ilustrado no gráfico é muito menos. &lt;/span&gt;&lt;span style="" title=""&gt;Danziger notou que os prisioneiros recebidos no início de cada  sessão eram mais propensos a ser posto em liberdade condicional que os  três últimos de cada sessão, e este, qualquer que seja sua origem ou  suas sentenças de condenação. &lt;/span&gt;&lt;span style="" title=""&gt;Confrontados  com a escolha repetitivos - conceder ou não uma libertação - eles  acabam escolhendo a opção padrão mais fácil, ou seja, a continuação da  detenção. &lt;/span&gt;&lt;span style="" title=""&gt;Nem os juízes, nem os  assistentes sociais estavam cientes destes efeitos ", disse Jonathan  Levav que co-liderou o estudo:" Não há nenhum controle sobre as decisões  dos juízes, porque ninguém nunca estudou esta tendência antes. "&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="result_box" class="long_text" lang="pt"&gt;&lt;span style="" title=""&gt;Esse comportamento pode ser explicado pela sobrecarga  mental tendendo assim a optar pela escolha mais fácil. &lt;/span&gt;&lt;span style="" title=""&gt;Nós todos conhecemos esse fenômeno como consumidores:  quando tomadas várias decisões de compras, tendemos a acabar tomando as opções padrão. &lt;/span&gt;&lt;span title=""&gt;Mas isso não tem o mesmo impacto  quando se trata de decisões judiciais. &lt;/span&gt;&lt;span style="" title=""&gt;O  estudo não mostra que os juízes tomam decisões arbitrárias (os números  mostram que a reabilitação e reincidência são tidos em conta), mas eles  sofrem o mesmo viés psicológico que cada um de nós.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="result_box" class="long_text" lang="pt"&gt;&lt;span style="" title=""&gt;Claro que isso não é a primeira vez que os psicólogos  têm documentado o efeito de nossas suposições sobre decisões judiciais. &lt;/span&gt;&lt;span style="" title=""&gt;Jonah Lehrer aponta que em 1989, Sheldon Salomão, um  psicólogo de Skidmore College, realizou uma experiência fascinante (.  Pdf), em 22 juízes dos tribunais municipais em Tucson, Arizona, explorando a relação de medo sobre o julgamento. &lt;/span&gt;&lt;span style="" title=""&gt;Para isso, o psicólogo tinha usado um método bastante  simples: ele fez uma série de perguntas para os juízes, escorregando na  metade dos questionários de uma questão que se pretendia evocar, o  pensamento dos juízes de sua própria morte. &lt;/span&gt;&lt;span title=""&gt;Uma  vez que o questionário era preenchido, o experimentador pediu aos juízes  para decidir sobre uma libertação sob fiança de uma mulher acusada de  prostituição. &lt;/span&gt;&lt;span style="" title=""&gt;O grupo-controle dos juízes  (que não foram convidados a pensar sobre sua própria morte), fixou a  fiança em US $ 50 em média, um montante compatível com o crime no estado  do Arizona. &lt;/span&gt;&lt;span style="" title=""&gt;Mas os juízes que pensaram em  seu fim tiveram uma atitude muito mais punitiva: sua fiança &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;subia em&lt;span id="result_box" class="long_text" lang="pt"&gt;&lt;span style="" title=""&gt; média para 455 dólares!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="result_box" class="long_text" lang="pt"&gt;&lt;span title=""&gt;Os juízos  morais são facilmente influenciados. &lt;/span&gt;&lt;span style="" title=""&gt;Os  juízes são seres humanos como os outros e suas escolhas também são  baseadas em seus sentimentos. &lt;/span&gt;&lt;span style="" title=""&gt;No entanto,  Jonah Lehrer justamente sublinha, "é imperativo que os juízes estejam  conscientes destas tendências, para que eles possam tomar medidas para  minimizar seus efeitos." &lt;/span&gt;&lt;span style="" title=""&gt;As nossas  decisões morais são sempre moldadas por nossas emoções e instintos, mas  isso não significa que eles devam ser dependentes da pausa que nós não  tomamos ... E para isso, é mais essencial do que nunca para documentar  as suas próprias práticas &lt;/span&gt;&lt;span style="" title=""&gt;, ver as  tendências que influenciam nossas escolhas éticas. &lt;/span&gt;&lt;span style="" title=""&gt;Talvez existam novas metas para o Quantified Self, esse  movimento que visa documentar tudo para si, não seria mais  um objetivo pessoal, mas um objetivo com uma visada profissional ou global ...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="result_box" class="long_text" lang="pt"&gt;&lt;span style="" title=""&gt;O que foi destaque  aqui, na área da justiça tem muitas probabilidades de ser observado em muitos  outros locais, entrevistas de emprego, admissões etc, ...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span id="result_box" class="long_text" lang="pt"&gt;&lt;span style="" title=""&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span title=""&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;As nossas decisões políticas não são mais claras&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span title=""&gt;Não há justiça na mente humana é colocada em situação de  incumprimento por suas deficiências. &lt;/span&gt;&lt;span style="" title=""&gt;Política,  o registro não é melhor, lembre-se Jonah Lehrer em outro artigo tão  emocionante. &lt;/span&gt;&lt;span style="" title=""&gt;Enquanto nós pensamos  decisões políticas sobre os fatos, a realidade é tão desprezível como a  hora do almoço dos juízes. &lt;/span&gt;&lt;span style="" title=""&gt;"Nós somos  máquinas para a sociedade, estamos constantemente reconfigurar o mundo a  ser confirmada em nossas ideologias partidárias."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="" title=""&gt;Nós tendemos a ter pouca confiança nos votos dos  cidadãos, mas muitas vezes esquecemos de aplicar o mesmo ceticismo ao  nosso próprio comportamento. &lt;/span&gt;&lt;span style="" title=""&gt;De acordo  com um estudo recente do Instituto de Políticas Públicas da Califórnia,  apenas 22% dos eleitores foram capazes de identificar a maior categoria  de despesa do estado em que foram apresentados em uma lista de quatro  opções (ou seja, o &lt;/span&gt;&lt;span title=""&gt;educação). &lt;/span&gt;&lt;span title=""&gt;Uma percentagem que fica próximo ao acaso. &lt;/span&gt;&lt;span style="" title=""&gt;Os eleitores da Califórnia ter sido pior quando se  trata de adivinhar a principal fonte de receitas do Estado. &lt;/span&gt;&lt;span style="" title=""&gt;Para a maioria deles são as taxas de inscrição que  constituíam a maior parte dos recursos, na Califórnia (embora eles  representem apenas 2% das receitas do Estado). &lt;/span&gt;&lt;span style="" title=""&gt;Tal como se concluiu no Instituto, os californianos não entendo  de onde vem o dinheiro nem para onde vai.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="" title=""&gt;Alguém poderia pensar que esta inconsistência é principalmente  os eleitores menos instruídos, aqueles que têm rendimentos mais baixos  ... Mas isso não parece muito bem, diz o economista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="" title=""&gt;Kimberly Nalder professor da Universidade Estadual da  Califórnia em Sacramento tem estudado as pesquisas pela Field Poll na  proposição 13. &lt;/span&gt;&lt;span style="" title=""&gt;Proposição 13, aprovada em  1978, é uma lei que se aplica o mesmo imposto em todas as propriedades,  sejam residenciais ou comerciais. &lt;/span&gt;&lt;span style="" title=""&gt;A  reforma proposta, uma vez retornando as atividades comerciais são  tributados diferentemente de residências, aparentemente sem sucesso. &lt;/span&gt;&lt;span style="" title=""&gt;Kimberly Nalder mostrou que a maioria das pessoas não  conhece a lei: 1 / 3 dos entrevistados só foi capaz de explicar o seu  princípio, entre várias propostas. &lt;/span&gt;&lt;span title=""&gt;Pior, os  inquiridos mais escolarizados foram encontrados para ser aqueles que são  mais errado para explicar os campos de aplicação da lei. &lt;/span&gt;&lt;span style="" title=""&gt;Ao contrário do que se poderia pensar, os eleitores em  idade de votar em 1978, que deveria ter sido capaz de conhecer melhor a  lei, mostrou-se aqueles que sabiam menos, contrariamente aos eleitores  mais jovens. &lt;/span&gt;&lt;span title=""&gt;Pior, os eleitores mais ricos provou  ser o mais mal informado. &lt;/span&gt;&lt;span style="" title=""&gt;Mais  surpreendente ainda, os proprietários (que têm ainda direito) revelou-se  muito menos informado do que os inquilinos que tenham respondido  correctamente significativamente mais ...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="" title=""&gt;A percepção de uma lei que tem mais a ver com o interesse  pessoal ea sua própria cegueira com a experiência do próprio conteúdo da  legislação. &lt;/span&gt;&lt;span style="" title=""&gt;Pior, a educação não é  suficiente para afirmar a sabedoria de convicções! &lt;/span&gt;&lt;span title=""&gt;Muito  pelo contrário! &lt;/span&gt;&lt;span style="" title=""&gt;"A mente humana é uma  informação maravilhosa filtro lembra Jonah Lehrer, capaz de bloquear os  fatos que contradizem o que nós gostaríamos de acreditar." &lt;/span&gt;&lt;span title=""&gt;E para citar uma experiência nos anos 60 pelo psicólogo Timothy  Brock e Joe Balloun. &lt;/span&gt;&lt;span style="" title=""&gt;A experiência foi  escutar um ataque contra o cristianismo gravados em fita magnética em  dois grupos de cobaias: um dos temas que vão desde a igreja  regularmente, os outros sujeitos de ateus. &lt;/span&gt;&lt;span style="" title=""&gt;Para complicar a experiência, os psicólogos tinha introduzido  uma crepitação na gravação que poderia ser reduzido pressionando um  botão, tornando a mensagem mais fácil de entender.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="" title=""&gt;Seus resultados foram bastante previsível e bastante  deprimente: os não-crentes todos tentaram eliminar a interferência de  ouvir a mensagem, para que os crentes preferem que a mensagem foi mais  difícil de ouvir. &lt;/span&gt;&lt;span style="" title=""&gt;Brock e Balloun tenho  repetido muitas vezes a sua experiência para sempre mostram efeitos  semelhantes, especialmente com os fumantes a ouvir um discurso sobre a  relação entre fumo e câncer ... "Tendemos a ir dissonância cognitiva em  silêncio em nós &lt;/span&gt;&lt;span style="" title=""&gt;impomos a nós mesmos a  nossa própria ignorância. "&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="" title=""&gt;O  mesmo processo se aplica às nossas convicções políticas. &lt;/span&gt;&lt;span style="" title=""&gt;Princeton cientista político Larry Bartels, autor de  democracia desigual analisados ​​(. Pdf) dados do inquérito de 1990. &lt;/span&gt;&lt;span style="" title=""&gt;Durante o primeiro mandato da presidência de Clinton,  o déficit orçamentário havia caído mais de 90%. &lt;/span&gt;&lt;span style="" title=""&gt;No entanto, quando perguntado aos eleitores republicanos, mais  de 55% disseram que haviam aumentado, mesmo entre os republicanos mais  experientes (aqueles que lêem jornais, assistir ao noticiário e pode  identificar os seus representantes &lt;/span&gt;&lt;span style="" title=""&gt;Congresso).  &lt;/span&gt;&lt;span style="" title=""&gt;Para Bartels, informação política não  apaga viés partidário que induz o eleitor conhecer melhor os fatos que  confirmam o que eles já acreditam. &lt;/span&gt;&lt;span style="" title=""&gt;Assim,  a redução do défice criado pela administração Clinton não cumpre os  republicanos estereotipada, a informação foi devidamente ignorada. &lt;/span&gt;&lt;span style="" title=""&gt;"Os eleitores pensam que eles pensam", disse Bartels,  "mas o que eles realmente fazem é inventar ou ignorar os fatos que lhes  permitam racionalizar as decisões que eles já fizeram."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="" title=""&gt;DESINFORMAÇÃO NÃO TOQUE QUE AQUELES QUE QUERO  ACREDITAR&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="" title=""&gt;Jonah Lehrer e apontar  para um fascinante artigo do Washington Post datado e assinado Shankar  Vedantam de 2008, o poder político de desinformação, que o autor lembra  que durante as eleições os rumores e desinformação são inúmeras, como  mostrado nestes &lt;/span&gt;&lt;span style="" title=""&gt;fotos que circulam na  Internet Sarah Palin brandindo um rifle enquanto usava um biquíni cor de  bandeira norte-americana ou de Barack Obama Serma colocando a mão sobre  o Alcorão. &lt;/span&gt;&lt;span style="" title=""&gt;Estas imagens feitas durante a  viagem a toda velocidade. &lt;/span&gt;&lt;span style="" title=""&gt;Para  desmistificar, muitas vezes pensamos que a boa informação é o antídoto  contra a desinformação ...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span title=""&gt;Mas isso não é  verdade. &lt;/span&gt;&lt;span style="" title=""&gt;Em muitos casos, a desinformação  pode exercer uma influência fantasmagórica na mente das pessoas mesmo  depois de terem sido desmentidos e até mesmo entre pessoas que  consideram que se trata de desinformação. &lt;/span&gt;&lt;span style="" title=""&gt;Em  muitos casos, corrigir a desinformação serve para aumentar o poder da  desinformação. &lt;/span&gt;&lt;span style="" title=""&gt;E faz referência ao  trabalho do cientista político John Bullock na Universidade de Yale, que  mostrou desinformação trabalhou principalmente com pessoas que tinham  parecer pré-existentes e em seguida, são mais receptivos a uma inserção  na outra. &lt;/span&gt;&lt;span style="" title=""&gt;Se você é republicano ou  democrata, você vai reter melhor a imagem do falso Barack Obama ou o de  Sarah Palin.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="" title=""&gt;Pior fazendo uma  réplica, embora muitas vezes não há nenhuma mudança de opinião, mas  reforça-la. &lt;/span&gt;&lt;span style="" title=""&gt;Os cientistas políticos  Brendan Nyhan e Jason Reifler mostrou dois grupos de voluntários de  documentos do governo Bush e mostrar que o Iraque possuía armas de  destruição em massa. &lt;/span&gt;&lt;span style="" title=""&gt;Um grupo recebeu uma  refutação, através do relatório Duelfer que concluiu que o Iraque não  tinha armas de destruição em massa antes da invasão dos EUA de 2003. &lt;/span&gt;&lt;span style="" title=""&gt;34% dos conservadores que não leram a refutação  pensou que o Iraque tinha escondidas ou destruídas as armas antes da  invasão dos EUA, mas 64% dos conservadores, que tiveram acesso à  refutação pensei realmente que o Iraque tinha armas &lt;/span&gt;&lt;span title=""&gt;de destruição em massa ... A refutação às vezes é pior do que  desinformação! &lt;/span&gt;&lt;span style="" title=""&gt;Nyhan e Reifler acreditam  que os republicanos podem ser mais propensos a sair pela culatra se  refutação de seus pontos de vista é mais "rígida" do que os liberais ". &lt;/span&gt;&lt;span style="" title=""&gt;É difícil para eles reconsiderarem o que eles  pensavam. &lt;/span&gt;&lt;span title=""&gt;"É absolutamente ameaçador para admitir  que estava errado" reconhecido cientista político Brendan Nyhan já. &lt;/span&gt;&lt;span style="" title=""&gt;As pessoas raramente mudam de opinião, mesmo que os  fatos óbvios. &lt;/span&gt;&lt;span style="" title=""&gt;Em vez disso, as  informações, mesmo ao contrário do que pensam, empurra-os para as  trincheiras de suas convicções.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="" title=""&gt;Certamente,  a maior ameaça contra a democracia é cognitivo. &lt;/span&gt;&lt;span style="" title=""&gt;E temos de reconhecer, tristemente, que o conhecimento não é  sempre o melhor remédio contra a ignorância.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span title=""&gt;Hubert  Guillaud&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="" title=""&gt;xtor  http://www.lemonde.fr/week-end/article/2011/05/13/comment-prenons-nous-nos-decisions_1521812_1477893.html  = # 32280270-AL&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div id="gt-res-tools" class="g-section" style=""&gt;&lt;div class="gt-icon-c" tabindex="0" role="button" style="display: none;" id="gt-res-listen"&gt;&lt;span class="gt-icon gt-icon-listen-off"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="gt-icon-text"&gt;Ouvir&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="gt-icon-c" tabindex="0" role="button" style="display: none;" id="gt-res-roman"&gt;&lt;span class="gt-icon gt-icon-roman-off"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="gt-icon-text"&gt;Ler foneticamente&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7347717548405366579-561785602715080379?l=sinalizando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sinalizando.blogspot.com/feeds/561785602715080379/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7347717548405366579&amp;postID=561785602715080379' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/561785602715080379'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/561785602715080379'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sinalizando.blogspot.com/2011/05/como-tomamos-as-nossas-decisoes.html' title='Como tomamos as nossas decisões?'/><author><name>Suzana Duarte Santos Mallard</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04785263143108850161</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-enQZ_lRdTpw/TdFywfQFAPI/AAAAAAAAAOg/PKhaEpriNLo/s72-c/TiagoManuel.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7347717548405366579.post-1815612844660076500</id><published>2011-04-28T04:52:00.000-07:00</published><updated>2011-04-28T04:53:37.265-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-eWIHpHESvVU/TblVLknCCWI/AAAAAAAAAOQ/UjSXFO9ZUpc/s1600/Psicanalise%2Be%2BCultura%2BJornalismo.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-eWIHpHESvVU/TblVLknCCWI/AAAAAAAAAOQ/UjSXFO9ZUpc/s320/Psicanalise%2Be%2BCultura%2BJornalismo.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5600601268906232162" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7347717548405366579-1815612844660076500?l=sinalizando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sinalizando.blogspot.com/feeds/1815612844660076500/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7347717548405366579&amp;postID=1815612844660076500' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/1815612844660076500'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/1815612844660076500'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sinalizando.blogspot.com/2011/04/blog-post.html' title=''/><author><name>Suzana Duarte Santos Mallard</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04785263143108850161</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-eWIHpHESvVU/TblVLknCCWI/AAAAAAAAAOQ/UjSXFO9ZUpc/s72-c/Psicanalise%2Be%2BCultura%2BJornalismo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7347717548405366579.post-3428755961520262409</id><published>2011-04-28T04:15:00.000-07:00</published><updated>2011-04-28T04:56:27.182-07:00</updated><title type='text'>Permaneçamos Humano (Restiamo Umani)</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-eS-Oy3q5fn0/TblVu5Y5r-I/AAAAAAAAAOY/S1Eip6G1Bus/s1600/vik"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 150px; height: 150px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-eS-Oy3q5fn0/TblVu5Y5r-I/AAAAAAAAAOY/S1Eip6G1Bus/s320/vik" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5600601875779530722" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Queridos irmãos,&lt;br /&gt;Nosso ditado "Permaneçamos Humanos"&lt;br /&gt;torna-se um livro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E no livro a história de três semanas de derramamento de sangue,&lt;br /&gt;escrito ao melhor de minhas possibilidades,&lt;br /&gt;em situações de insegurança absoluta,&lt;br /&gt;muitas vezes transcrevendo o inferno ao redor em um caderno amarrotado&lt;br /&gt;inclinado em uma ambulância com a sirene gritando,&lt;br /&gt;hebefrênico apertando as teclas de um computador conseguido por sorte&lt;br /&gt;dentro dos edifícios abalados como pêndulos por explosões próximas.&lt;br /&gt;Posso dizer-vos apenas que ler este livro pode ser perigoso,&lt;br /&gt;estas páginas são de fato nocivas, manchada com sangue,&lt;br /&gt;impregnadas com fósforo branco,&lt;br /&gt;cortantes cacos de explosivos.&lt;br /&gt;Se você ler no silêncio do seu quarto os nossos gritos de terror&lt;br /&gt;farão ressoar as paredes. &lt;br /&gt;Eu me preocupo com as paredes do seu coração&lt;br /&gt;Eu sei que ainda não estão insonorizadas a dor .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ponha o livro em um cofre,&lt;br /&gt;perto do alcance das crianças,&lt;br /&gt;de modo que saibam desde o início de um mundo do qual eles não estão longe, onde a indiferença e racismo rasgam seus pares como se fossem bonecas de pano.&lt;br /&gt;Assim que eles podem ser vacinados em idade precoce&lt;br /&gt;contra essa epidemia de violência contra o outro, frente a injustiça e a covardia.&lt;br /&gt;Para um dia ser capaz de continuar humano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os proventos do autor,&lt;br /&gt;ou seja, eu  Vittorio Arrigoni,vão inteiramente para a causa das crianças que sobreviveram ao  horrível massacre, em Gaza,&lt;br /&gt;assegurar que as feridas possam cicatrizar rapidamente (doar meus lucros e parte do Il Manifesto para o Centro Palestino para a Democracia e Resolução de Conflitos, site: http://www.pcdcr.org/eng/, para financiar um série de projetos de lazer e bem-estar social destinada às crianças gravemente feridas ou traumatizadas).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar da oferta tentadora como um passeio à Itália junto ao Noam Chomsky, eu decidi ficar no inferno, aqui em Gaza.&lt;br /&gt;Não só porque, entretanto, é muito difícil evacuarem desta prisão ao céu aberto (um porta-voz do governo israelense disse, "chegou por via marítima, deve deixar a Faixa por mar"), mas porque ainda precisa ser feito muito mais em defesa dos direitos humanos que são violados a todo o momento nestas terras, muitas vezes esquecidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Certamente não teremos os mesmos espaços publicitários como eu uma coluna do Bruno Vespa ou uma coleção de elogios do dono do Emilio Fede,&lt;br /&gt;Aí vem a minha aposta,&lt;br /&gt;esperamos que ela seja bem sucedida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Promover o meu livro aqui, com o apoio de todos aqueles que&lt;br /&gt;demonstraram sua amizade, fraternidade proximidade, empatia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Peço-lhes para comprar alguns livros e tentar vendê-los de porta em porta, para amigos e conhecidos, colegas de trabalho, colegas, companheiros&lt;br /&gt;voluntariado, próximos ou de bebedeira.&lt;br /&gt;E mais ainda, propondo as bibliotecas,&lt;br /&gt;ou as livrarias engajadas e interessadas ​​em um projeto de verdade de solidariedade.&lt;br /&gt;Apresentá-los para os centros comunitários e organizações culturais, perto de onde você está.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você pode organizar leituras em diferentes cidades, (eu poderia falar por telefone, os eventos serão anunciados em O Manifesto, em nosso blog e sair por aí na internet)&lt;br /&gt;e esta poderia ser uma oportunidade interessante para contar, conhecer uns aos outros&lt;br /&gt;e se aproximar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nós não somos poucos, somos muitos,&lt;br /&gt;e nós podemos realmente contar&lt;br /&gt;acreditem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O livro pode ser encontrado agora nas bancas com Il Manifesto,&lt;br /&gt;e em duas semanas nas livrarias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu confio em você,&lt;br /&gt;que confia em mim,&lt;br /&gt;não para os mortos&lt;br /&gt;mas para os feridos até a morte deste massacre horrível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um abraço grande como o Mediterrâneo que nos separa e nos une.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Permaneçamos Humano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seu nunca domadojavascript:void(0)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vik&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Para encomendar o livro online:&lt;br /&gt; http://www.manifestolibri.it/vedi_autori.php?autor=Vittorio #&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Traduzido por mim para o livre uso de quem se interessar a causa.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7347717548405366579-3428755961520262409?l=sinalizando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sinalizando.blogspot.com/feeds/3428755961520262409/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7347717548405366579&amp;postID=3428755961520262409' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/3428755961520262409'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/3428755961520262409'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sinalizando.blogspot.com/2011/04/permanecamos-humano-restiamo-umani.html' title='Permaneçamos Humano (Restiamo Umani)'/><author><name>Suzana Duarte Santos Mallard</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04785263143108850161</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-eS-Oy3q5fn0/TblVu5Y5r-I/AAAAAAAAAOY/S1Eip6G1Bus/s72-c/vik' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7347717548405366579.post-3668858204205555344</id><published>2010-10-21T02:53:00.000-07:00</published><updated>2010-10-21T03:30:07.847-07:00</updated><title type='text'>A posentadoria, agonia de um mito.</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/TMAWJO70kFI/AAAAAAAAAOA/Nx8eLIAjBQE/s1600/retraite60ans.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 282px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/TMAWJO70kFI/AAAAAAAAAOA/Nx8eLIAjBQE/s320/retraite60ans.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5530444690294607954" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como entender o significado da mobilização em grande escala em torno da reforma das pensões desejado pelo governo atual na frança? Porque esta reforma, provavelmente necessária, levanta uma objeção tão grande, confirmado pelas pesquisas de opinião? Nosso país não tinha visto nada igual desde Novembro-Dezembro de 1995. Porque os próprios estudantes, que, quando chegaram à idade de se aposentar, que viveram em um mundo radicalmente diferente do nosso, eles também entraram na dança?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A França é um país que vive de modo tal que reforma o tempo todo a expectativa e a esperança. Nós todos conhecemos pessoas que, ainda em pleno atividade, dizem "esperar pela aposentadoria." Os cidadãos muitas vezes esquecem que esse momento é o salão dos mortos, uma vez nessa idade, ele desaparece gradualmente do universo de vida, fogo baixo, até a extinção definitiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eles esquecem que é o momento do declínio, a doença, as internações hospitalares. O tempo de Alzheimer. O tempo de Parkinson. Para exaltar a aposentadoria eles sonham esse tempo como um paraíso e consideram esta a idade de ouro da vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A aposentadoria é a grande promessa que mantém a coesão do tecido social coletivo. Sob a forma de promessa, de fato, ela tece uma série de adesões que impedem a maior parte do corpo social, afundar-se na revolta ou violência. Neste sentido, é que trabalho era para Nietzsche, "a melhor política." Quais as aceitações? A dor de sempre: a insegurança, a desigualdade, a submissão, a exploração do trabalho, ou seja, como uma maldição. E também um novo mal: a erosão do progresso social, o que tornou mais agradável, mais suave, a existência de pessoas comuns, a crise do welfare state.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde os estudantes do ensino médio aos aposentados, um mito atravessa a sociedade francesa: a aposentadoria. Esta discussão reúne grande parte da população, excluindo apenas os mais ricos e mais pobres, e todas as gerações. O estudante sabe que a sociedade não tem perspectiva mais emocionante para oferecer. Mas ele acredita que exista além dessa vida dividida entre o emprego precário: o desemprego na aposentadoria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um paraíso que deve concentrar o melhor da vida: a felicidade, sem preocupações. Eles querem trabalhar alternativas e desemprego, apartamentos e agachamentos, sofrer e cozinhas, remo RMI no RSA, mas se em antecipação a este paraíso. A reforma faz em seus olhos, uma vez mais distante e incerto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Toda a vida, a aposentadoria oferece a esperança de uma vida melhor. É o cálice que o salário é a busca. Ela chama a figura de um paraíso tão feliz a todos, segurados sendo projetado para ser acessado. É o período da vida, que é formado mil planos. A existência é fantasiada em curso Dante conhecer o inferno, vai para o purgatório e, finalmente, chegar ao paraíso dos dias felizes. A aposentadoria é percebida no aspecto da recompensa para aceitar resolutamente uma vida "nas galeras".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mito sobrevivente&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cidadãos vão receber mais do que a reforma explicitamente. Ela tenta bravamente para salvar a repartição, eles vêem o fim do mundo. Será que esta reforma execuções de psicologia coletiva, o mesmo papel que a invenção da psicanálise por Freud, que vem depois de Galileu e Darwin: revelar a realidade, interrompendo o sonho, ela é a última decepção. Ele nega o resultado final do século sociais crença XX.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todo mundo entende isso: aposentadoria, se ele pode ser preservado, vai chegar na cada vez mais tarde na vida, vai ser difícil, vai provar empobrecedor curto, ele irá refletir a vida difícil, continuando com a sua . Nem a vida ativa nem aposentado nunca será bom velejar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A crença no mito da reforma está sobrevivendo as duas maiores decepções dos últimos séculos. Representações coletivas vêm em cento e cinqüenta anos de experiência em duas grandes perdas: transcendente Paraíso, post mortem, prometida pelas religiões, em troca de virtude, eo céu era imanente, dentro de cem anos, o substituiu, prometido pelo marxismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A agonia de uma crença ainda está em convulsão, exigindo respeito. A realidade obrigou o povo francês, algumas de suas crenças, desmitologização trabalho. Ironicamente, e sem que ele soubesse, o movimento social deste trabalho esta queda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, os protestos dos últimos tempos são, a despeito das bandeiras coloridas, a alegria das músicas e ritmos musicais, cortejos fúnebres: eles se relacionam com seu lugar de descanso final, o sótão da história, um mito social bem o francês, a aposentadoria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://www.lemonde.fr/idees/article/2010/10/20/la-retraite-agonie-d-un-mythe-francais_1428758_3232.html&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7347717548405366579-3668858204205555344?l=sinalizando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sinalizando.blogspot.com/feeds/3668858204205555344/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7347717548405366579&amp;postID=3668858204205555344' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/3668858204205555344'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/3668858204205555344'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sinalizando.blogspot.com/2010/10/posentadoria-agonia-de-um-mito.html' title='A posentadoria, agonia de um mito.'/><author><name>Suzana Duarte Santos Mallard</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04785263143108850161</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/TMAWJO70kFI/AAAAAAAAAOA/Nx8eLIAjBQE/s72-c/retraite60ans.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7347717548405366579.post-3527139398556247662</id><published>2010-02-28T09:27:00.000-08:00</published><updated>2010-02-28T15:48:17.068-08:00</updated><title type='text'>50 coisas perigosas que você precisa deixar seu filho fazer.</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/S4qoaKNGCJI/AAAAAAAAAM4/sf33ssVoiNI/s1600-h/50-dangerous-things.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 259px; height: 320px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/S4qoaKNGCJI/AAAAAAAAAM4/sf33ssVoiNI/s320/50-dangerous-things.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5443348267000006802" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;    &lt;style type="text/css"&gt;  &lt;!--   @page { margin: 0.79in }   P { margin-bottom: 0.08in }  --&gt;&lt;/style&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Cada um de nós tem uma idéia do que é e do que não é perigoso, mas quando se tenta ser mais  específico, pode ser muito difícil fazer uma definição clara. Nesse sentido é quase uma grande arte:  “eu não sei muito a esse propósito mas sei o que eu gosto”; Passei a maior parte dos últimos dois anos falando com pais, professores, e crianças sobre o perigo, eu posso dizer com alguma certeza que não existem duas pessoas que consigam concordar com o que é perigoso. Um pai que não deixa seu filho escalar árvores pode se esquivar disso deixando sua criança “estacionada” na frente da televisão por duas horas ou a noite toda, e uma mãe que permite que seu filho passe o dia numa floresta com sua mochila, lanche e um rifle e no entanto não o deixa atravessar uma alameda sozinho. Nossa percepção do perigo é tão pessoal quanto nossas fobias e freqüentemente irracional.   Estas percepções dos riscos relativos a várias atividades conduzem à tomada de decisão baseada no medo. Não é apenas a eliminação ou remoção do que consideramos que eventualmente possa vir a ser um risco, é o que passamos a perceber enquanto " razoável." O medo da responsabilidade faz com que nós comecemos a perceber estas atividades importantes como suspeitas, apesar do fato de um estudo feito demostrar que quanto mais ativas as crianças são durante a infância, melhor enfrentam sua escolaridade. O filósofo alemão Goethe disse uma vez que, " Os perigos da vida são infinitos, e entre a segurança." Impedindo que as crianças manipulem o espaço a seu redor, escalando árvores, e produzam com suas próprias duas mãos, nós estamos lhes negando as experiências que servem como alicerces e fundações para seu gênio, a faculdade criadora, e a perseverança. Recebo com freqüência perguntas pela rádio ou programas na tv de incrédulo que questionam o benefício em deixar uma criança lamber uma bateria de 9 volts, e o que é mais surpreendente é a surpresa por nós termos uma resposta válida (isso mostra as crianças que o gosto é um sinal elétrico emitido de nossas lingüetas a nossos cérebros, e que nós podemos transmitir a detecção química normal de nossas papilas gustativas e as estimular diretamente). Isso é verdade para cada tópico em nosso livro, é igualmente verdadeiro que para quase toda a atividade que você pode pensar, mas quando eu digo isso, as pessoas tiram rapidamente suas conclusões dizendo que eu estaria sugerindo dar as crianças facas para se cortarem. Isto porque nós somos programados para tomar coisas a seus extremos ilógicos. Infelizmente, sempre que tomamos as coisas a seus extremos ilógicos, nós concentramos sobre as piores hipóteses sem considerar o quão improvável pode ser. Sim, deixar as crianças livres de explorar seu ambiente pode trazer o risco deles se ferirem, mas quais as chances de ser um ferimento grave? Estatisticamente, é verdade que a cada ano um número significativo de crianças vão parar no hospital em conseqüência de brincadeiras, mas se compararmos esse número ao número de crianças que não vão parar no hospital se transforma num número estatisticamente insignificante. Do mesmo modo, ensinando a uma criança como avaliar os riscos de uma possível queimadura, há de ser grave? Os ferimentos pequenos são parte da aprendizagem e nós precisamos de os tratar como uma oportunidade, no qual se pode aprender sobre um evento, se ele deve ser evitado custe o que custar, pode resultar numa infância perfeitamente segura é uma vida adulta apática e desestimulante.   &lt;/div&gt;&lt;p style="margin-bottom: 0in;"&gt;Tradução: SDSM, &lt;a href="http://lifehacker.com/5480509/diy-and-danger?utm_source=feedburner&amp;utm_medium=feed&amp;utm_campaign=Feed%3A+lifehacker%2Ffull+%28Lifehacker%29"&gt;fonte original Gever Tully&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7347717548405366579-3527139398556247662?l=sinalizando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sinalizando.blogspot.com/feeds/3527139398556247662/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7347717548405366579&amp;postID=3527139398556247662' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/3527139398556247662'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/3527139398556247662'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sinalizando.blogspot.com/2010/02/50-coisas-perigosas-perigosas-que.html' title='50 coisas perigosas que você precisa deixar seu filho fazer.'/><author><name>Suzana Duarte Santos Mallard</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04785263143108850161</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/S4qoaKNGCJI/AAAAAAAAAM4/sf33ssVoiNI/s72-c/50-dangerous-things.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7347717548405366579.post-7745340055352842102</id><published>2010-01-21T16:56:00.000-08:00</published><updated>2010-01-21T17:00:10.353-08:00</updated><title type='text'>Eduardo Galeano: Os pecados do Haiti</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="http://www.pstu.org.br/img/px.gif" height="6" width="1" /&gt;&lt;br /&gt;          &lt;i style="color: rgb(255, 204, 0); background-color: rgb(102, 0, 0);"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="ecxecxmov_mat_subtitle"&gt;Leia o artigo do escritor uruguaio, publicado no sites Resumen Latinoamericano, Resistir.info e o blog Viomundo&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;        &lt;br /&gt;          &lt;/div&gt;&lt;span style="background-color: rgb(255, 255, 153); color: rgb(0, 0, 0);" class="ecxecxmov_mat_texto"&gt;&lt;span style="background-color: rgb(255, 255, 255);font-family:georgia,serif;" &gt;• A democracia haitiana nasceu há um instante. No seu breve tempo de vida, esta criatura faminta e doentia não recebeu senão bofetadas. Era uma recém-nascida, nos dias de festa de 1991, quando foi assassinada pela quartelada do general Raoul Cedras. Três anos mais tarde, ressuscitou. Depois de haver posto e retirado tantos ditadores militares, os Estados Unidos retiraram e puseram o presidente Jean-Bertrand Aristide, que havia sido o primeiro governante eleito por voto popular em toda a história do Haiti e que tivera a louca idéia de querer um país menos injusto. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="background-color: rgb(255, 255, 153); color: rgb(0, 0, 0);" class="ecxecxmov_mat_texto"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: rgb(255, 255, 153); color: rgb(0, 0, 0);" class="ecxecxmov_mat_texto"&gt; &lt;b style="background-color: rgb(255, 255, 255); font-family: georgia,serif;"&gt;O voto e o veto&lt;/b&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: rgb(255, 255, 153); color: rgb(0, 0, 0);" class="ecxecxmov_mat_texto"&gt;&lt;span style="background-color: rgb(255, 255, 255);font-family:georgia,serif;" &gt; Para apagar as pegadas da participação estadunidense na ditadura sangrenta do general Cedras, os fuzileiros navais levaram 160 mil páginas dos arquivos secretos. Aristide regressou acorrentado. Deram-lhe permissão para recuperar o governo, mas proibiram-lhe o poder. O seu sucessor, René Préval, obteve quase 90 por cento dos votos, mas mais poder do que Préval tem qualquer chefete de quarta categoria do Fundo Monetário ou do Banco Mundial, ainda que o povo haitiano não o tenha eleito com um voto sequer. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: rgb(255, 255, 153); color: rgb(0, 0, 0);" class="ecxecxmov_mat_texto"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: rgb(255, 255, 153); color: rgb(0, 0, 0);" class="ecxecxmov_mat_texto"&gt;&lt;span style="background-color: rgb(255, 255, 255);font-family:georgia,serif;" &gt; Mais do que o voto, pode o veto. Veto às reformas: cada vez que Préval, ou algum dos seus ministros, pede créditos internacionais para dar pão aos famintos, letras aos analfabetos ou terra aos camponeses, não recebe resposta, ou respondem ordenando-lhe: &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: rgb(255, 255, 153); color: rgb(0, 0, 0);" class="ecxecxmov_mat_texto"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: rgb(255, 255, 153); color: rgb(0, 0, 0);" class="ecxecxmov_mat_texto"&gt;&lt;span style="background-color: rgb(255, 255, 255);font-family:georgia,serif;" &gt; – Recite a lição. E como o governo haitiano não acaba de aprender que é preciso desmantelar os poucos serviços públicos que restam, últimos pobres amparos para um dos povos mais desamparados do mundo, os professores dão o exame por perdido. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: rgb(255, 255, 153); color: rgb(0, 0, 0);" class="ecxecxmov_mat_texto"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: rgb(255, 255, 153); color: rgb(0, 0, 0);" class="ecxecxmov_mat_texto"&gt; &lt;b style="background-color: rgb(255, 255, 255); font-family: georgia,serif;"&gt;O álibi demográfico&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: rgb(255, 255, 153); color: rgb(0, 0, 0);" class="ecxecxmov_mat_texto"&gt;&lt;span style="background-color: rgb(255, 255, 255);font-family:georgia,serif;" &gt; Em fins do ano passado, quatro deputados alemães visitaram o Haiti. Mal chegaram, a miséria do povo feriu-lhes os olhos. Então o embaixador da Alemanha explicou-lhe, em Port-au-Prince, qual é o problema: &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: rgb(255, 255, 153); color: rgb(0, 0, 0);" class="ecxecxmov_mat_texto"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: rgb(255, 255, 153); color: rgb(0, 0, 0);" class="ecxecxmov_mat_texto"&gt;&lt;span style="background-color: rgb(255, 255, 255);font-family:georgia,serif;" &gt; – Este é um país superpovoado, disse ele. A mulher haitiana sempre quer e o homem haitiano sempre pode. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: rgb(255, 255, 153); color: rgb(0, 0, 0);" class="ecxecxmov_mat_texto"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: rgb(255, 255, 153); color: rgb(0, 0, 0);" class="ecxecxmov_mat_texto"&gt;&lt;span style="background-color: rgb(255, 255, 255);font-family:georgia,serif;" &gt; E riu. Os deputados calaram-se. Nessa noite, um deles, Winfried Wolf, consultou os números. E comprovou que o Haiti é, com El Salvador, o país mais superpovoado das Américas, mas está tão superpovoado quanto a Alemanha: tem quase a mesma quantidade de habitantes por quilômetro quadrado. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: rgb(255, 255, 153); color: rgb(0, 0, 0);" class="ecxecxmov_mat_texto"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: rgb(255, 255, 153); color: rgb(0, 0, 0);" class="ecxecxmov_mat_texto"&gt;&lt;span style="background-color: rgb(255, 255, 255);font-family:georgia,serif;" &gt; Durante os seus dias no Haiti, o deputado Wolf não só foi golpeado pela miséria como também foi deslumbrado pela capacidade de beleza dos pintores populares. E chegou à conclusão de que o Haiti está superpovoado.&lt;wbr&gt;.. de artistas. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: rgb(255, 255, 153); color: rgb(0, 0, 0);" class="ecxecxmov_mat_texto"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: rgb(255, 255, 153); color: rgb(0, 0, 0);" class="ecxecxmov_mat_texto"&gt;&lt;span style="background-color: rgb(255, 255, 255);font-family:georgia,serif;" &gt; Na realidade, o álibi demográfico é mais ou menos recente. Até há alguns anos, as potências ocidentais falavam mais claro. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: rgb(255, 255, 153); color: rgb(0, 0, 0);" class="ecxecxmov_mat_texto"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: rgb(255, 255, 153); color: rgb(0, 0, 0);" class="ecxecxmov_mat_texto"&gt; &lt;b style="background-color: rgb(255, 255, 255); font-family: georgia,serif;"&gt;A tradição racista&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: rgb(255, 255, 153); color: rgb(0, 0, 0);" class="ecxecxmov_mat_texto"&gt;&lt;span style="background-color: rgb(255, 255, 255);font-family:georgia,serif;" &gt; Os Estados Unidos invadiram o Haiti em 1915 e governaram o país até 1934. Retiraram-se quando conseguiram os seus dois objetivos: cobrar as dívidas do City Bank e abolir o artigo constitucional que proibia vender plantações aos estrangeiros. Então Robert Lansing, secretário de Estado, justificou a longa e feroz ocupação militar explicando que a raça negra é incapaz de governar-se a si própria, que tem "uma tendência inerente à vida selvagem e uma incapacidade física de civilização". Um dos responsáveis da invasão, William Philips, havia incubado tempos antes a ideia sagaz: "Este é um povo inferior, incapaz de conservar a civilização que haviam deixado os franceses". &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: rgb(255, 255, 153); color: rgb(0, 0, 0);" class="ecxecxmov_mat_texto"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: rgb(255, 255, 153); color: rgb(0, 0, 0);" class="ecxecxmov_mat_texto"&gt;&lt;span style="background-color: rgb(255, 255, 255);font-family:georgia,serif;" &gt; O Haiti fora a pérola da coroa, a colónia mais rica da França: uma grande plantação de açúcar, com mão-de-obra escrava. No Espírito das Leis, Montesquieu havia explicado sem papas na língua: "O açúcar seria demasiado caro se os escravos não trabalhassem na sua produção. Os referidos escravos são negros desde os pés até à cabeça e têm o nariz tão achatado que é quase impossível deles ter pena. Torna-se impensável que Deus, que é um ser muito sábio, tenha posto uma alma, e sobretudo uma alma boa, num corpo inteiramente negro". &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: rgb(255, 255, 153); color: rgb(0, 0, 0);" class="ecxecxmov_mat_texto"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: rgb(255, 255, 153); color: rgb(0, 0, 0);" class="ecxecxmov_mat_texto"&gt;&lt;span style="background-color: rgb(255, 255, 255);font-family:georgia,serif;" &gt; Em contrapartida, Deus havia posto um açoite na mão do capataz. Os escravos não se distinguiam pela sua vontade de trabalhar. Os negros eram escravos por natureza e vagos também por natureza, e a natureza, cúmplice da ordem social, era obra de Deus: o escravo devia servir o amo e o amo devia castigar o escravo, que não mostrava o menor entusiasmo na hora de cumprir com o desígnio divino. Karl von Linneo, contemporâneo de Montesquieu, havia retratado o negro com precisão científica: "Vagabundo, preguiçoso, negligente, indolente e de costumes dissolutos". Mais generosamente, outro contemporâneo, David Hume, havia comprovado que o negro "pode desenvolver certas habilidades humanas, tal como o papagaio que fala algumas palavras". &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: rgb(255, 255, 153); color: rgb(0, 0, 0);" class="ecxecxmov_mat_texto"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: rgb(255, 255, 153); color: rgb(0, 0, 0);" class="ecxecxmov_mat_texto"&gt; &lt;b style="background-color: rgb(255, 255, 255); font-family: georgia,serif;"&gt;A humilhação imperdoável&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: rgb(255, 255, 153); color: rgb(0, 0, 0);" class="ecxecxmov_mat_texto"&gt;&lt;span style="background-color: rgb(255, 255, 255);font-family:georgia,serif;" &gt; Em 1803 os negros do Haiti deram uma tremenda sova nas tropas de Napoleão Bonaparte e a Europa jamais perdoou esta humilhação infligida à raça branca. O Haiti foi o primeiro país livre das Américas. Os Estados Unidos tinham conquistado antes a sua independência, mas meio milhão de escravos trabalhavam nas plantações de algodão e de tabaco. Jefferson, que era dono de escravos, dizia que todos os homens são iguais, mas também dizia que os negros foram, são e serão inferiores. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: rgb(255, 255, 153); color: rgb(0, 0, 0);" class="ecxecxmov_mat_texto"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: rgb(255, 255, 153); color: rgb(0, 0, 0);" class="ecxecxmov_mat_texto"&gt;&lt;span style="background-color: rgb(255, 255, 255);font-family:georgia,serif;" &gt; A bandeira dos homens livres levantou-se sobre as ruínas. A terra haitiana fora devastada pela monocultura do açúcar e arrasada pelas calamidades da guerra contra a França, e um terço da população havia caído no combate. Então começou o bloqueio. A nação recém nascida foi condenada à solidão. Ninguém comprava do Haiti, ninguém vendia, ninguém reconhecia a nova nação. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: rgb(255, 255, 153); color: rgb(0, 0, 0);" class="ecxecxmov_mat_texto"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: rgb(255, 255, 153); color: rgb(0, 0, 0);" class="ecxecxmov_mat_texto"&gt; &lt;b style="background-color: rgb(255, 255, 255); font-family: georgia,serif;"&gt;O delito da dignidade&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: rgb(255, 255, 153); color: rgb(0, 0, 0);" class="ecxecxmov_mat_texto"&gt;&lt;span style="background-color: rgb(255, 255, 255);font-family:georgia,serif;" &gt; Nem sequer Simón Bolívar, que tão valente soube ser, teve a coragem de firmar o reconhecimento diplomático do país negro. Bolívar conseguiu reiniciar a sua luta pela independência americana, quando a Espanha já o havia derrotado, graças ao apoio do Haiti. O governo haitiano havia-lhe entregue sete naves e muitas armas e soldados, com a única condição de que Bolívar libertasse os escravos, uma idéia que não havia ocorrido ao Libertador. Bolívar cumpriu com este compromisso, mas depois da sua vitória, quando já governava a Grande Colômbia, deu as costas ao país que o havia salvo. E quando convocou as nações americanas à reunião do Panamá, não convidou o Haiti mas convidou a Inglaterra. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: rgb(255, 255, 153); color: rgb(0, 0, 0);" class="ecxecxmov_mat_texto"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: rgb(255, 255, 153); color: rgb(0, 0, 0);" class="ecxecxmov_mat_texto"&gt;&lt;span style="background-color: rgb(255, 255, 255);font-family:georgia,serif;" &gt; Os Estados Unidos reconheceram o Haiti apenas sessenta anos depois do fim da guerra de independência, enquanto Etienne Serres, um gênio francês da anatomia, descobria em Paris que os negros são primitivos porque têm pouca distância entre o umbigo e o pênis. A essa altura, o Haiti já estava em mãos de ditaduras militares carniceiras, que destinavam os famélicos recursos do país ao pagamento da dívida francesa. A Europa havia imposto ao Haiti a obrigação de pagar à França uma indemnização gigantesca, a modo de perda por haver cometido o delito da dignidade. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: rgb(255, 255, 153); color: rgb(0, 0, 0);" class="ecxecxmov_mat_texto"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: rgb(255, 255, 153); color: rgb(0, 0, 0);" class="ecxecxmov_mat_texto"&gt;&lt;span style="background-color: rgb(255, 255, 255);font-family:georgia,serif;" &gt; A história do assédio contra o Haiti, que nos nossos dias tem dimensões de tragédia, é também uma história do racismo na civilização ocidental. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: rgb(255, 255, 153);" class="ecxecxmov_mat_texto"&gt;&lt;span style="background-color: rgb(255, 255, 255);font-family:georgia,serif;" &gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7347717548405366579-7745340055352842102?l=sinalizando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sinalizando.blogspot.com/feeds/7745340055352842102/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7347717548405366579&amp;postID=7745340055352842102' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/7745340055352842102'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/7745340055352842102'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sinalizando.blogspot.com/2010/01/eduardo-galeano-os-pecados-do-haiti.html' title='Eduardo Galeano: Os pecados do Haiti'/><author><name>Suzana Duarte Santos Mallard</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04785263143108850161</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7347717548405366579.post-9151689716421213972</id><published>2010-01-11T16:23:00.000-08:00</published><updated>2010-01-11T16:26:25.283-08:00</updated><title type='text'>Para os psiquiatras, Barbie é uma fantasia de adulto e não das meninas.</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/S0vBpGPpq2I/AAAAAAAAAMo/CT5GVX8-iHo/s1600-h/barbie-tudo.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 310px; height: 320px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/S0vBpGPpq2I/AAAAAAAAAMo/CT5GVX8-iHo/s320/barbie-tudo.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5425643087892949858" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Se Playmobil consegue a unanimidade junto dos pais, este não é o caso da Barbie, a mais famosa das bonecas, que festejou os seus 50 anos em 2009 e se viu, este ano ainda, entre os presentes mais oferecidos às mocinhas para Natal. Com as suas medidas improváveis - ou seja 95-45-82 em escala humana -, Barbie é acusada de falsear a imagem da mulher e de de incentivar nomeadamente a anorexia. Nessa perspectiva, cada vez mais mães desistem de à oferecer às suas filhas. Com 3 milhões de bonecas vendidas por ano na França com um alvo… de 3 milhões de pequenas moças entre 2 e 9 anos, o fabricante Mattel não está no entanto à falência, longe disso. " 80% da oferta Barbie e seus acessórios, castelo, automóvel, cavalos… é renovada a cada ano" , explica Arnaud Roland-Gosselin, director de marketing da Mattel França. Têm do que manter o interesse das pequenas consumidoras, que possuem, cada uma, uma média de doze bonecas. Última excentricidade do marketing foi a programação, do lançamento, para as festas de fim de ano, de uma Barbie calçada pelo designer Christian Louboutin: 115 euros, um modelo com escarpins de sola vermelha. Em 2009, Barbie teve a honra de lhe ter sido: consagrada, por um reconhecido designer,  um desfile no mês de Fevereiro durante a semana da moda em Nova Iorque, um luxuoso livro-estojo que reconstitui sua saga foi editada em Assouline e nos estúdios Universal anunciaram que em breve ela ia ser a heroína de uma super produção hollywoodiana. Mesmo assim, a boneca não festejou o seu 50° aniversário em toda serenidade. Sob o polémico titulo Toy-Monster: the Big BAD World fora Mattel (" Brinquedo-Monstro: o grande maldoso mundo de Mattel") foi publicado nos Estados Unidos pela Wiley-Blackwell, onde jornalista e escritor americano Jerry Oppenheimer desmascara meticulosamente o mito. Autor da biografia não - autorizada de Bill e Hillary Clinton, Jerry Oppenheimer apresenta na sua obra o pai de Barbie, Jack Ryan, como um perverso sexual. Para o escritor, Barbie seria a encarnação da fantasia ultima de seu inventor: uma call-girl de luxo, com dimensões ultra reduzidas, com seios bombásticos e rosto infantil. Quer assustar mais ainda as mães? " Certamente, aquele que concebeu a Barbie não tinha uma um pinta de feminismo: projetou a boneca a imagem de um objeto sexual, segundo um protótipo americano à Jane Mansfield, considera Gisèle George, pedopsquiatra, autora do livro a Confiança em si da sua criança (Odile Jacob, 2008,227 p., 7,50 euros). Em contra partida, não se pode dar à Barbie um poder que ela não têm: uma boneca não pode influenciar a orientação sexual, profissional, ou seja como for do que é da esfera do outro… "&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Poder de antecipação &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Um ponto de vista que compartilha Claude Halmos, psicanalista e escritora. " Ficou corriqueiro acusar os objetos: a violência seria culpa da tv, a anorexia, da Barbie… mas se esquece que o essencial: a construção psíquica de uma criança depende dos adultos que a cercam." De acordo coma psicanallista, " uma menina concebe sua feminilidade através do que sua mãe sente e vive para si própria, e através da forma como seu pai ou um companheiro masculino considera sua mãe". As crianças não vêem o brinquedo em primeiro grau, como os adultos, assegura de seu lado Patrice Huerre, chefe do serviço de psiquiatria da criança e do adolescente o hospital Antony (Hauts-de-Seine) e autor de um Lugar de jogo: brincar para aprender a viver (Nathan, 144 páginas, 14,95 euros). " As crianças não são impedidas de sonhar pela forma do objeto, a prova disso é que: de uma pedra, fazem um bólide" , precisa Patrice Huerre. Em contra partida, certos brinquedos, em ruptura com a sua época, podem, de acordo com o psiquiatra, ter um poder de antecipação, como a literatura de ficção. " Barbie, este uma fantasia de adulto, antecipa sobre a revolução sexual, Maio de 68, a contracepção, e a emancipação das mulheres…, considera. Entrou em ressonância com uma espera implícita das crianças, que se tornaram os adolescentes de 1968". O médico co-organiza este ano no Museu das artes decorativas de Paris uma exposição intitulada " Quando for grande, serei… " Neste quadro, foi pedido à 600 crianças que dissessem eles gostariam de fazer mais tarde, quando grande, e de desenhar os brinquedos que simbolizam melhor as suas aspirações. A famosa Barbie se encontra em bom lugar .&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Véronique Lorelle&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.lemonde.fr/aujourd-hui/article/2009/12/29/pour-les-psychiatres-barbie-est-un-fantasme-d-adulte-mais-pas-de-petites-filles_1285769_3238.html#xtor=AL-32280270" target="_blank"&gt;http://www.lemonde.fr/aujourd-&lt;wbr&gt;hui/article/2009/12/29/pour-&lt;wbr&gt;les-psychiatres-barbie-est-un-&lt;wbr&gt;fantasme-d-adulte-mais-pas-de-&lt;wbr&gt;petites-filles_1285769_3238.&lt;wbr&gt;html#xtor=AL-32280270&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Traduzido por: Suzana Duarte Santos Mallard&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7347717548405366579-9151689716421213972?l=sinalizando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sinalizando.blogspot.com/feeds/9151689716421213972/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7347717548405366579&amp;postID=9151689716421213972' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/9151689716421213972'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/9151689716421213972'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sinalizando.blogspot.com/2010/01/para-os-psiquiatras-barbie-e-uma.html' title='Para os psiquiatras, Barbie é uma fantasia de adulto e não das meninas.'/><author><name>Suzana Duarte Santos Mallard</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04785263143108850161</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/S0vBpGPpq2I/AAAAAAAAAMo/CT5GVX8-iHo/s72-c/barbie-tudo.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7347717548405366579.post-5293894902849336344</id><published>2010-01-09T15:47:00.000-08:00</published><updated>2010-01-09T17:34:02.533-08:00</updated><title type='text'>Elogio à metamorfose, por Edgar Morin</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/S0kueg0JnaI/AAAAAAAAAMg/S8ZRZYnSHE8/s1600-h/cambiamento1.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 142px; height: 320px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/S0kueg0JnaI/AAAAAAAAAMg/S8ZRZYnSHE8/s320/cambiamento1.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5424918327884094882" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Quando o sistema é um incapaz de tratar os seus problemas vitais, degrada-se, desintegra-se ou então é capaz de suscitar um meta-sistema  capaz tratar os seus problemas: metamorfoseia-se. O sistema Terra é incapaz de se organizar para tratar os seus problemas vitais: perigos nucleares que se agravam com a disseminação e talvez a privatização da arma atómica; degradação da biosfera; economia mundial desregulada; volta das fomes; conflitos etno-politico-religiosos que tendem a se tornarem guerras de civilização. A amplificação e aceleração de todos os processos pode ser considerada como o desencadeamento de um formidável feedback negativo, processos pelos quais se desintegra irremediavelmente um sistema. O provável é a desintegração.  O improvável mas possível é a metamorfose. O que é uma metamorfose? Vemos inúmeros exemplos no reino animal. A lagarta rastejante que se fecha em chrisalide começa então um processo ao mesmo tempo de auto-destruição e de auto-reconstrução, de acordo com uma organização em forma de borboleta, não mais uma lagarta rastejante, ao mesmo tempo  a mesma. O nascimento da vida pode ser concebido como a metamorfose de uma organização físico-química, que, chegada um ponto de saturação, criou a meta-organização viva, a qual, comporta ao mesmo tempo os mesmos elementos físico-químicos, produz novas qualidades. A formação histórica das sociedades, no Oriente Médio , na Índia, na China, no México, no Peru constitui uma metamorfose a partir de um agregado de sociedades arcaicas caçador-coletores, que deu origem as cidades, o Estado, as classes sociais, a especialização do trabalho, as grandes religiões, a arquitectura, as artes, a literatura, a filosofia. O mesmo para a guerra, a escravidão. A partir do século XXI se presencia o problema da metamorfose  das sociedades históricas em um novo tipo de sociedade-mundo, que englobou os Estados-nações sem os suprimir. Porque a continuação da história, quer dizer das guerras, por Estados que dispõem das armas de destruição, conduziu à quase destruição da humanidade. Enquanto que, para Fukuyama, as capacidades criadoras da evolução humana estariam esgotadas com a democracia representativa e a economia liberal, devemos pensar que pelo contrário que a história que está esgotada e não as capacidades criadoras da humanidade. A ideia de metamorfose, mais rica que a ideia de revolução, guarda o radicalismo transformador, mas a vincula à conservação (da vida, da herança das culturas). Para ir em direção  a metamorfose, como alterar o caminho? Mas se parece possível corrigir certos males, é impossível ao mesmo modo travar desenfreio tecno-cientifico-econômico-civilisacional que conduz o planeta aos desastres. E no entanto a História humana frequentemente alterou seu caminho. Tudo começa, sempre, por uma inovação, uma nova mensagem desviante, marginal, modesta, frequentemente invisível aos contemporâneos. Assim começaram as grandes religiões: budismo, cristianismo, Islamismo. O capitalismo desenvolveu-se de maneira parasita nas sociedades feudais para o desenvolvimento finalmente  se sobressair e, com ajuda das realezas, se desintegrar. A ciência moderna se formou a partir de alguns dispersos espíritos desviantes, Galileu, Bacon, Descartes, em seguida criou as suas redes e as suas associações, se introduziu nas universidades no século XIX, em seguida no século XX nas economias e nos Estados para se tornar um dos quatro potentes motores da embarcação espacial Terra. O socialismo nasceu dentre alguns espíritos autodidatas marginalizados no XIX século para se tornar um formidável força histórica no século XX. Hoje, tudo deve ser repensado. Tudo deve ser recomeçado. Tudo recomeçou, mas sem que o sabermos. Estamos no estagio dos começos, modestos, invisíveis, marginais, dispersados. Pois já existe em todos os continentes, um fervilhamento criativo, uma multidão de iniciativas locais, no sentido de uma regeneração económica, social, política, cognitiva, educacional, ética ou de reforma da própria vida. Estas iniciativas não se conhecem entre si, nenhuma administração as enumeras, nenhum partido toma conhecimento. Mas são o viver do futuro. Trata-se de às reconhecer, às contar, às cortejar, às posicionar, e  às conjugar numa pluralidade de caminhos reformadores. São estas vias múltiplas que poderão, se desenvolvendo conjuntamente, conjugar-se para formar uma nova possibilidade, a qual irá nos conduzir em direção da ainda invisível e inconcebível metamorfose. Para elaborar as vias que irão se juntar a Via, devemos nos libertar das alternativas limitadas, às quais  nos forçam a um  mundo do conhecimento e pensamento hegemónico. Assim é necessário ao mesmo tempo mundializar e desmundializar, crescer e diminuir, desenvolver e envolver. A orientação mundialização/desmundialização significa que, se for necessário multiplicar os processos de comunicação e planetarização culturais, se for necessário que se constitua uma consciência de " Terra-pátria" , é necessário também promover, de maneira desmundializante, a alimentação da proximidade, os artesanatos da proximidade, os comércios da proximidade, territorio suburbano, as comunidades locais e regionais. A orientação " crescimento/decréscimo " significa que é necessário fazer crescer os serviços, as bio-energias, os transportes públicos, a economia plural dentre a qual a economia social e solidária, a organização da humanização das megal&lt;em&gt;ó&lt;/em&gt;poles, das agriculturas, criações agrícolas e biológicas, mas diminuir as intoxicações consumistas, o alimento industrializado, a produção de objetos descartáveis e não reparáveis, o tráfego automóvel, o tráfego de caminhões  (em prol dos caminhos d ferro). A orientação desenvolvimento/regressão significa que o objetivo não é mais fundamentalmente o desenvolvimento dos bens materiais, da eficácia, da rentabilidade, do calculável, é também o retorno as suas necessidades internas, o grande retorno à vida interna e o primaz da compreensão do outro, do amor e da amizade. Não é suficiente mais denunciar. Devemos agora enunciar. Não é suficiente recordar a urgência. É necessário saber também começar por definir quais as vias que conduziriam à Via. Este para a qual tentamos contribuir. Quais são as razões para esperar? Podemos formular cinco princípios da esperança. 1. O aparecimento do improvável. Assim como a resistência  duas vezes vitoriosa da pequena Atenas à formidável potência persa, cinco séculos antes da nossa era, foi altamente improvável e permitiu o nascimento da democracia e da filosofia. Do mesmo modo foi inesperado o congelamento da ofensiva alemã frente a Moscovo em Outono 1941, seguidamente improvável a contra-ofensiva vitoriosa de Joukov começada em 5 de Dezembro, e seguida no 8 de Dezembro pelo ataque a Pearl Harbor que fez entrar os Estados Unidos na guerra mundial. 2. As virtudes geradoras/criadoras inerentes à humanidade. Do mesmo modo que existe em qualquer organismo humano adulto células tronco dotadas de habilidades polivalentes (totipotentes) próprias das células embrionárias, mas inativadas, do mesmo modo existe em qualquer ser humano, qualquer sociedade humana virtudes regenerativas, geradoras, criadoras à estado dormente ou inibido. 3. As virtudes da crise. Ao mesmo tempo que forças regressivas ou desintegradoras, as forças geradoras criadoras se despertam na crise planetária da humanidade. 4. Este à qual se combinam as virtudes do perigo: " Onde cresce o perigo cresce também o que salva." A possibilidade suprema é inseparável do risco supremo. 5. A aspiração multimilenaria da humanidade à harmonia (paraíso, seguidamente utopias, ideologias libertárias /socialistas/comunistas, seguidamente aspirações e revoltas juvenis dos anos 1960). Esta aspiração reaparece no fervilhamento das múltiplas iniciativas dispersas que poderão alimentar as vias reformadoras, destinadas a se juntar na via nova. A esperança tinha morrido.  As velhas gerações estão fartas das falsas esperanças. As jovens gerações se queixam de não existirem mais causas como a da resistência durante a segunda guerra mundial. Mas a nossa causa carregava em si o seu contrário. Como dizia Vassili Grossman de Stalingrad, a maior  vitória da humanidade está ao mesmo tempo em sua maior derrota, dado que o totalitarismo staliniano saía vencedor. A vitória das democracias reestabelecia ao mesmo tempo o seu colonialismo. Hoje, a causa é inequívoca, sublime: trata-se de salvar a humanidade. A verdadeira esperança sabe que ela não é certeza. A esperança não  faz o melhor do mundo, mas num mundo melhor. O começo está a nossa frente, dizia Heidegger. A metamorfose seria certamente uma nova  origem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sociólogo e filósofo. Nascido em 1921, é director de investigações emerito do CNRS, presidente da Agência europeia para a cultura (UNESCO) e presidente da Associação para o pensamento complexo. Em 2009, publicou nomeadamente " Edwige, a inseparável" (Faia). A ler igualmente, " O Pensamento fervilhante - Introdução ao pensamento d' " , de Jean Tellez (edições Germina)&lt;br /&gt;Tradução de Suzana Duarte Mallard&lt;br /&gt;&lt;/div&gt; (http://www.lemonde.fr/opinions/article/2010/01/09/eloge-de-la-metamorphose-par-edgar-morin_1289625_3232_1.html)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7347717548405366579-5293894902849336344?l=sinalizando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sinalizando.blogspot.com/feeds/5293894902849336344/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7347717548405366579&amp;postID=5293894902849336344' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/5293894902849336344'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/5293894902849336344'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sinalizando.blogspot.com/2010/01/elogio-metamorfose-por-edgar-morin.html' title='Elogio à metamorfose, por Edgar Morin'/><author><name>Suzana Duarte Santos Mallard</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04785263143108850161</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/S0kueg0JnaI/AAAAAAAAAMg/S8ZRZYnSHE8/s72-c/cambiamento1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7347717548405366579.post-1193049311039688110</id><published>2009-12-08T06:17:00.000-08:00</published><updated>2009-12-08T07:17:17.676-08:00</updated><title type='text'>Perversões virtuais</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/Sx5t8Eu-33I/AAAAAAAAAMY/Qz_nvqwLCgQ/s1600-h/perversao.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 317px; height: 320px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/Sx5t8Eu-33I/AAAAAAAAAMY/Qz_nvqwLCgQ/s320/perversao.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5412884680976293746" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  Os escatofílicos* mandam  mensagens de texto, som ou imagens a suas vítimas com propostas indecentes, onde nem uma relação de amor nem sexual existiriam além de um contato virtual.&lt;br /&gt;Antes, com a escrita, a fotografia, o telefone, e agora diante das possibilidades do mundo virtual nós encontramos extraordinárias opções para troca de mensagens eróticas com conhecidos&lt;br /&gt;ou desconhecidos.&lt;br /&gt;Também, dentre as relações afetivas ou passionais existem as parafilias, padrões do comportamento sexual onde o fator preponderante não é o ato sexual em si: o sexo, mas a excitação e o gozo que podem levar à satisfação sexual com outras atividades. Especificamente algum tipo de humilhação ou ato que nivelem a pessoa a um animal ou um objeto inanimado. No campo da psicologia, algumas parafilias pertencem ao campo das fantasias conjugais privadas, como o fetichismo, mas não quando visam causar danos a terceiros como o sadismo ou o masoquismo, e mesmo o crime de pedofilia.&lt;br /&gt;Entre as parafilias que ocorrem na comunicação está a escatofilia das palavras, caracterizada por mensagens obscenas, usando termos e frases de cunho sexual, onde a pessoa é excitada ao escrever ou ao receber e ler. É importante esclarecer isso nos parafílicos que ler ou escrever as obscenidades,  é coisa vital e não o ato sexual. No campo da informática nós teríamos a informática Escatofilia através dos telefones celulares, bate-papos ou de uma comunicação direta usando o vídeo, o som e os teclados.&lt;br /&gt;Nos exemplos de uma comunicação com o som e/ou as imagens, são levantados à língua vulgar, ao tom do provérbio e à expressão verbal e corporal.&lt;br /&gt;Os escatofílicos ativos que fazem uma chamada ou que enviam mensagens de texto, de som ou imagem a suas vítimas com propostas indecentes, gozam, usando as palavras más. Esta ação satisfaz o escatofílico, embora a pessoa que recebe a mensagem não de seu consentimento. Sua excitação aumentará na medida que sua mensagem é recebida sem que a comunicação seja encerrada. Chegar no climax para eles é quando a pessoa mantém o canal de comunicação aberto e além disso participa. Neste caso, se trata de um escatofílico passivo que obtém seu gozo sexual ao ler, ouvir ou receber mensagens escatológicas ou eróticas, sendo esta atividade significativa e substancial, mais que o verbo copulativo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;*Escatofilia,  [De escat(o)- + -filia.]&lt;br /&gt;Substantivo feminino.&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  1.Psiq. Perversão que se carateriza por gosto por imundície. Consiste na excitação sexual relativa ao contacto com fezes do parceiro sexual. Abrange um largo espectro de práticas, que pode inclusive chegar à coprofagia (ingestão).&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7347717548405366579-1193049311039688110?l=sinalizando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sinalizando.blogspot.com/feeds/1193049311039688110/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7347717548405366579&amp;postID=1193049311039688110' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/1193049311039688110'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/1193049311039688110'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sinalizando.blogspot.com/2009/12/perversoes-virtuais.html' title='Perversões virtuais'/><author><name>Suzana Duarte Santos Mallard</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04785263143108850161</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/Sx5t8Eu-33I/AAAAAAAAAMY/Qz_nvqwLCgQ/s72-c/perversao.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7347717548405366579.post-5793603280971091120</id><published>2009-09-23T17:48:00.000-07:00</published><updated>2009-09-23T17:58:57.502-07:00</updated><title type='text'>Em tempos de crise</title><content type='html'>&lt;meta equiv="CONTENT-TYPE" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;title&gt;&lt;/title&gt;&lt;meta name="GENERATOR" content="BrOffice.org 3.1  (Win32)"&gt;&lt;style type="text/css"&gt; 	&lt;!-- 		@page { size: 8.5in 11in; margin: 0.79in } 		P { margin-bottom: 0.08in } 	- 	&lt;/style&gt;   &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0in; line-height: 0.19in; widows: 2; orphans: 2; text-align: center; font-family: verdana;"&gt; &lt;img src="file:///C:/DOCUME%7E1/ADMINI%7E1/LOCALS%7E1/Temp/moz-screenshot.png" alt="" /&gt;&lt;/p&gt;&lt;img style="font-family: verdana;" src="file:///C:/DOCUME%7E1/ADMINI%7E1/LOCALS%7E1/Temp/moz-screenshot-1.png" alt="" /&gt;&lt;p class="western" face="verdana" style="margin-bottom: 0in; line-height: 0.19in; widows: 2; orphans: 2;" align="JUSTIFY"&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: verdana;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img style="width: 238px; height: 443px;" alt="http://outrapolitica.files.wordpress.com/2008/10/crise_02.gif" src="http://outrapolitica.files.wordpress.com/2008/10/crise_02.gif" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0); font-family: verdana;font-size:100%;" &gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Estamos de mau humor, frustrados e propenso&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span lang="fr-FR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;s&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt; a reagir com fúria contra os outros.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0); font-family: verdana;font-size:100%;" &gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt; Todos falam sobre a crise econômica que estamos vivendo e, de fato, de uma forma ou de outra, ela nos afeta individualmente como também nosso ambiente familiar. O primeiro fator que nos aflige é a falta de recursos para atender nossos orçamentos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0); font-family: verdana;font-size:100%;" &gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt; Isso resulta em uma incerteza permanente, &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span lang="fr-FR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;q&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;ue por sua vez nos &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span lang="fr-FR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;deixa&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt; irritado&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span lang="fr-FR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;s&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;, frustrado&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span lang="fr-FR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;s&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt; e propenso&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span lang="fr-FR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;s&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt; a reagir com raiva &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span lang="fr-FR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;perante&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt; outros, como mecanismo de defesa interno&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span lang="fr-FR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;s&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;. O pior é que nós &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span lang="fr-FR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;brigamos e entramos em &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;conflito com &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span lang="fr-FR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;as pessoas que amamos, nossos&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt; familiares, amigos ou colegas de trabalho.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0); font-family: verdana;font-size:100%;" &gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt; Se deixarmos as coisas acontecerem "à mercê das circunstâncias", &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0); font-family: verdana;font-size:100%;" &gt;&lt;span lang="fr-FR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;isso&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0); font-family: verdana;font-size:100%;" &gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt; só poderá agravar-se. A pior coisa que podemos fazer nestas difíceis circunstâncias, &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0); font-family: verdana;font-size:100%;" &gt;&lt;span lang="fr-FR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;é &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0); font-family: verdana;font-size:100%;" &gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;não faze&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0); font-family: verdana;font-size:100%;" &gt;&lt;span lang="fr-FR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;r&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0); font-family: verdana;font-size:100%;" &gt; nada! &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0); font-family: verdana;font-size:100%;" &gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Devemos nos preparar para o pior e entrar em ação para alcançar o melhor cenário possível. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0); font-family: verdana;font-size:100%;" &gt;&lt;span lang="fr-FR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;O&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0); font-family: verdana;font-size:100%;" &gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt; primeira é abandonar a incerteza, definir &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0); font-family: verdana;font-size:100%;" &gt;&lt;span lang="fr-FR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;objetivos &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0); font-family: verdana;font-size:100%;" &gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;para &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0); font-family: verdana;font-size:100%;" &gt;&lt;span lang="fr-FR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;os &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0); font-family: verdana;font-size:100%;" &gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;possíveis &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0); font-family: verdana;font-size:100%;" &gt;&lt;span lang="fr-FR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;cenarios.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0); font-family: verdana;font-size:100%;" &gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt; Se empregado, defina uma estratégia para &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0); font-family: verdana;font-size:100%;" &gt;&lt;span lang="fr-FR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;garantir seu emprego nestes &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0); font-family: verdana;font-size:100%;" &gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;tempos complicados. Deixe &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0); font-family: verdana;font-size:100%;" &gt;&lt;span lang="fr-FR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;de &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0); font-family: verdana;font-size:100%;" &gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;cumprir &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0); font-family: verdana;font-size:100%;" &gt;&lt;span lang="fr-FR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;apenas&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0); font-family: verdana;font-size:100%;" &gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt; suas funções, tom&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0); font-family: verdana;font-size:100%;" &gt;&lt;span lang="fr-FR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;e&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0); font-family: verdana;font-size:100%;" &gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt; iniciativas, &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0); font-family: verdana;font-size:100%;" &gt;&lt;span lang="fr-FR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;mantenha&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0); font-family: verdana;font-size:100%;" &gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt; o bom humor e va além das suas obrigações contratuais. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0); font-family: verdana;font-size:100%;" &gt;&lt;span lang="fr-FR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;T&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0); font-family: verdana;font-size:100%;" &gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;erá maior probabilidade de manter o emprego em caso de &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0); font-family: verdana;font-size:100%;" &gt;&lt;span lang="fr-FR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;demissões.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0); font-family: verdana;font-size:100%;" &gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt; Se o dinheiro não é suficiente para cobrir as dívidas e custos de vida, não espere que os credores &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span lang="fr-FR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;apareçam &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;para pressioná-lo. V&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span lang="fr-FR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt; e converse com eles, diga a eles que não pode pagar, tal como acordado nos termos descritos, mas está disposto, desde que a crise de &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span lang="fr-FR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;uma tregua, &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;pagar uma quantia razoável. Não se surpreenda se eles vão propor &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span lang="fr-FR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;acordos&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;, &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span lang="fr-FR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;eles também estão em&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt; crise e sua melhor opção é negociar com os clientes.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0); font-family: verdana;font-size:100%;" &gt;&lt;span lang="fr-FR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt; Não tenha medo de mudar seu padrão de vida, procure se &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0); font-family: verdana;font-size:100%;" &gt;adaptar às novas realidades.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="western"  style="margin-bottom: 0in; line-height: 0.19in; widows: 2; orphans: 2; color: rgb(0, 0, 0); font-family: verdana;font-family:verdana;" align="JUSTIFY"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;"Fa&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span lang="fr-FR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;ça&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;", &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span lang="fr-FR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;insista, resolva o que der&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt; e as preocupações vão desaparecendo gradualmente. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7347717548405366579-5793603280971091120?l=sinalizando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sinalizando.blogspot.com/feeds/5793603280971091120/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7347717548405366579&amp;postID=5793603280971091120' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/5793603280971091120'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/5793603280971091120'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sinalizando.blogspot.com/2009/09/em-tempos-de-crise.html' title='Em tempos de crise'/><author><name>Suzana Duarte Santos Mallard</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04785263143108850161</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7347717548405366579.post-6473681753173196250</id><published>2009-09-15T09:33:00.000-07:00</published><updated>2009-09-15T09:39:16.184-07:00</updated><title type='text'>Que pesadelo!</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/Sq_DIrW0h1I/AAAAAAAAAMQ/2DIgQmAsDwo/s1600-h/flavio1.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 300px; height: 300px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/Sq_DIrW0h1I/AAAAAAAAAMQ/2DIgQmAsDwo/s320/flavio1.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5381734633575843666" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Pesadelos ocorrem em tempos de conflito e assinalam que o sujeito está passando por um período de conflitos que produzem medo&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os pesadelos são considerados um distúrbio do sono caracterizado por uma considerável carga de ansiedade. Aqueles que os têm conservam memórias claras  e específicas do que foi sonhado. Mesmo que não se recorde o conteúdo, as lembranças das emoções produzidas permanecem vívidas. Esta experiência é muito intensa e contém temas que envolvem uma ameaça para a sobrevivência, a segurança ou a auto-estima. Quando temos um pesadelo  geralmente estamos gratos por ser apenas um sonho, porque saímos do estado em que estávamos diante de situações de perigo. A morte pode ser um dos principais temas principais, algo ou alguem tenta nos prejudicar ou matar, cair e morrer, ter acidentes, ou que pessoas as quais amamos estão em perigo. O medo sentido durante o dia, conscientemente ou não, pode provocar terror na noite. Nos adultos, quando os pesadelos são frequentes podem indicar distúrbios psicológicos, transtornos de personalidade em geral. Eles também podem ser relacionados com as drogas, substâncias psicotrópicas, os antidepressivos e outras drogas. É importante fazer a diferença entre pesadelos e terrores noturnos. Geralmente as crianças que têm os terrores noturnos, gritam durante o sono, e quando os pais chegam, ela está sentada na cama dizendo coisas incompreensíveis. Pouco a pouco se acalma e dorme novamente. No dia seguinte, ela nao se lembra de nada do que aconteceu. Em geral, pesadelos frequentes acontecem nos momentos em que se vivenciam muitos conflitos ou dificuldades maiores. Estes revelam que a pessoa está passando por um período de medo, confusão, angustia e conflito. O sujeito deve estar atento aos sinais que seu corpo da e tomar providencias, para assim reduzir a ansiedade interna. Se parece que você está bem em seu dia a dia e tem pesadelos noturnos frequentes, isso pode ter um significado e se deseja compreender melhor o que lhe sucedem procure ajuda psicológica. É importante poder lidar com as preocupações mas para isso você tem de estabelecer um momento e a hora de dormir não é o melhor. O sono pressupõe um estado de relaxamento. Um corpo exitado é incapaz de relaxar. Quando algo se repete várias vezes sob a forma de pesadelos, isso significa que nenhuma solução foi encontrada para resolver tais conflitos na vida real. Do ponto de vista mental, esses pesadelos podem até ser um alívio, embora seja difícil de os perceber dessa maneira. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7347717548405366579-6473681753173196250?l=sinalizando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sinalizando.blogspot.com/feeds/6473681753173196250/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7347717548405366579&amp;postID=6473681753173196250' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/6473681753173196250'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/6473681753173196250'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sinalizando.blogspot.com/2009/09/que-pesadelo.html' title='Que pesadelo!'/><author><name>Suzana Duarte Santos Mallard</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04785263143108850161</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/Sq_DIrW0h1I/AAAAAAAAAMQ/2DIgQmAsDwo/s72-c/flavio1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7347717548405366579.post-3876679059690220048</id><published>2009-08-24T11:07:00.000-07:00</published><updated>2009-08-24T11:22:12.602-07:00</updated><title type='text'>Micro-sulcos cerebrais ditam as alucinações auditivas</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/SpLZQBURMbI/AAAAAAAAAMI/TnMhB6Nsa68/s1600-h/cerebro2.gif"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 263px; height: 320px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/SpLZQBURMbI/AAAAAAAAAMI/TnMhB6Nsa68/s320/cerebro2.gif" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5373596174661005746" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;meta equiv="CONTENT-TYPE" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;title&gt;&lt;/title&gt;&lt;meta name="GENERATOR" content="BrOffice.org 2.3  (Win32)"&gt;&lt;style type="text/css"&gt; 	&lt;!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } 	--&gt;&lt;/style&gt;&lt;meta equiv="CONTENT-TYPE" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;title&gt;&lt;/title&gt;&lt;meta name="GENERATOR" content="BrOffice.org 2.3  (Win32)"&gt;&lt;style type="text/css"&gt; 	&lt;!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } 	--&gt; 	&lt;/style&gt; &lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 128);"&gt;&lt;a href="http://www.lemonde.fr/planete/article/2009/08/22/des-micro-sillons-cerebraux-dictent-les-hallucinations-auditives_1230952_3244.html"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;Dois de cada três esquizofrenicos escutam vozes. Alguns crêem que estas dirigem-se à eles diretamente “na propria cabeça”. Outros crêem perceber um discurso vindo do externo. Estas alucinações poderiam explicar-se por subtis diferenças na anatomia de seu cérebro, de acordo com as observações de uma equipe francesa publicada em data 7 de Agosto no site da revista Schizophrenia Boletim.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="JUSTIFY"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 128);"&gt;&lt;a href="http://www.lemonde.fr/planete/article/2009/08/22/des-micro-sillons-cerebraux-dictent-les-hallucinations-auditives_1230952_3244.html"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;As alucinações auditivas verbais fazem parte dos sintomas mais recorrentes na esquizofrenia: estes fenómenos delirantes estariam presentes em 70% das pessoas atingidas pela doença, uma patologia que toca 1% da população de acordo com a Organização mundial da saúde. Os dois psiquiatras a origem, há um século, do conceito esquizofrenia, Emil Kraepelin e Eugen Bleuler, a distinguiam em duas grandes classes de alucinações auditivas verbais, conforme eram percebidas como vindo do interior ou o exterior de sua cabeça.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="JUSTIFY"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 128);"&gt;&lt;a href="http://www.lemonde.fr/planete/article/2009/08/22/des-micro-sillons-cerebraux-dictent-les-hallucinations-auditives_1230952_3244.html"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;Estudos mais recentes confirmaram esta distinção e identificaram três dimensões independentes para estas alucinações: a complexidade da linguagem, que se torna hermética para os terceiros, os erros de atribuição (à ele ou outro) e a localização espacial das vozes. Se as duas haviam sido documentadas pelo anuarios médicos, o que permanecia ainda para ser realizado era a localização espacial.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="JUSTIFY"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 128);"&gt;&lt;a href="http://www.lemonde.fr/planete/article/2009/08/22/des-micro-sillons-cerebraux-dictent-les-hallucinations-auditives_1230952_3244.html"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;A realização foi possivel, através da ressonância magnética (IRM), a equipe do Dr Arnaud Cachia (Unidade de investigação Inserm-CEA, Orsay).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="JUSTIFY"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 128);"&gt;&lt;a href="http://www.lemonde.fr/planete/article/2009/08/22/des-micro-sillons-cerebraux-dictent-les-hallucinations-auditives_1230952_3244.html"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;Para o estudo, os investigadores recrutaram 45 doentes (29 homens e 16 mulheres) que tiveram um diagnóstico estabelecido de esquizofrenia com a presença de alucinações auditivas persistentes desde pelo menos um ano e diárias durante o último trimestre, apesar de um tratamento em curso. Vinte pessoas, as quais a ausência de sintomas psiquiátricos tinha sido verificada foram incluídas para permitir comparações.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="JUSTIFY"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 128);"&gt;&lt;a href="http://www.lemonde.fr/planete/article/2009/08/22/des-micro-sillons-cerebraux-dictent-les-hallucinations-auditives_1230952_3244.html"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;Os 27 doentes esquizofrénicos para os quais a localização da alucinação auditiva era nítida foram subdivididos em dois grupos: os para os quais tomava unicamente a forma de uma voz interna (15 doentes) e os para os quais a voz era externa (12 doentes). O IRM revelou diferenças numa região implicada na localização espacial dos sons e situada no córtex temporopariétal do hemisfério direito.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="JUSTIFY"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="JUSTIFY"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 128);"&gt;&lt;a href="http://www.lemonde.fr/planete/article/2009/08/22/des-micro-sillons-cerebraux-dictent-les-hallucinations-auditives_1230952_3244.html"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;CONCLUSÕES&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="JUSTIFY"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="JUSTIFY"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 128);"&gt;&lt;a href="http://www.lemonde.fr/planete/article/2009/08/22/des-micro-sillons-cerebraux-dictent-les-hallucinations-auditives_1230952_3244.html"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;A anomalia foi detectada graças a técnicas de análise detalhada de imagens 3D, desenvolvidas à NeuroSpin, a plataforma de imagem situada em Saint-Aubin-Saclay (Essonne). Refere-se à junção entre dois sulcos do córtex cerebral: o sulco temporal superior e o sulco angular. Comparação ao que se observa em sujeito saudaveis, a junção é deslocada para a frente do cérebro nos sujeitos que escutam vozes externas. Ao contrário é situada mais  atrás nos sujeitos que escutam uma voz interna. Os sulcos aparecem no cérebro durante a vida fetal, nomeadamente no terceiro trimestre da gravidez. A anomalia de posição da junção, que condiciona a localização da alucinação auditiva, poderia decorrer aquando da instauração e organização funcional do cérebro. Mas o estudo não diz nada a respeito da origem das alucinações em si.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 128);"&gt;&lt;a href="http://www.lemonde.fr/planete/article/2009/08/22/des-micro-sillons-cerebraux-dictent-les-hallucinations-auditives_1230952_3244.html"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;http://www.lemonde.fr/planete/article/2009/08/22/des-micro-sillons-cerebraux-dictent-les-hallucinations-auditives_1230952_3244.html&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; traduzido por: suzana dsm&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7347717548405366579-3876679059690220048?l=sinalizando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sinalizando.blogspot.com/feeds/3876679059690220048/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7347717548405366579&amp;postID=3876679059690220048' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/3876679059690220048'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/3876679059690220048'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sinalizando.blogspot.com/2009/08/micro-sulcos-cerebrais-ditam-as.html' title='Micro-sulcos cerebrais ditam as alucinações auditivas'/><author><name>Suzana Duarte Santos Mallard</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04785263143108850161</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/SpLZQBURMbI/AAAAAAAAAMI/TnMhB6Nsa68/s72-c/cerebro2.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7347717548405366579.post-7847512844784883149</id><published>2009-05-03T17:43:00.000-07:00</published><updated>2009-05-03T17:53:01.614-07:00</updated><title type='text'>Pato e coelho?</title><content type='html'>&lt;a href="http://psicocafe.blogosfere.it/images/rabbduck.jpg"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img src="http://psicocafe.blogosfere.it/images/rabbduck-thumb.jpg" alt="rabbduck.jpg" width="281" border="0" height="176" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/a&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif;"&gt;Esta é a figura ambigua e famosa do pato e do coelho “descobertos”  pelo psicólogo Joseph Jastrow em faraway em 1899 em uma ilustração de anos anteriores no conhecido Fliegende Blätter, um jornal alemão umoristico. Em 1993 Brugger &amp;amp; Brugger observaram que a figura ambigua, mostrada a 265 pessoas no domingo do Pascoa, era interpretada na maior parte como sendo a de um coelho, quando mostrada a outras 276 pessoas em um domingo de outubro  era interpretada pela maioria como sendo um pato.  O mesmo aconteceu, quando testado, sobre  crianças muitos pequenos como também os mais velho.&lt;br /&gt;Também a Pascoa cría expectativas que modulam as percepções da verdade. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif;"&gt;Abstract | &lt;a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/8483671"&gt;The Easter bunny in October: is it disguised as a duck&lt;/a&gt;? &lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.mindhacks.com/blog/2009/04/easter_psychology_re.html"&gt;Via&lt;/a&gt; Mindhacks &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7347717548405366579-7847512844784883149?l=sinalizando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sinalizando.blogspot.com/feeds/7847512844784883149/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7347717548405366579&amp;postID=7847512844784883149' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/7847512844784883149'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/7847512844784883149'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sinalizando.blogspot.com/2009/05/pato-e-coelho.html' title='Pato e coelho?'/><author><name>Suzana Duarte Santos Mallard</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04785263143108850161</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7347717548405366579.post-6602389128095740821</id><published>2009-04-23T19:51:00.000-07:00</published><updated>2009-04-23T19:57:44.555-07:00</updated><title type='text'>As mascaras internas</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/SfEqZgHC1qI/AAAAAAAAAMA/XSqOCdrPdxM/s1600-h/M%C3%A1scaras.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 264px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/SfEqZgHC1qI/AAAAAAAAAMA/XSqOCdrPdxM/s320/M%C3%A1scaras.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5328086451760584354" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Todo o disfarce ou a máscara, reflete algo que nós não ousamos ou queremos revelar quando nos vestimos. O carnaval é um momento de comemorações, de cores e alegria, onde crianças e adultos, em grupo ou sozinhos, de carro ou a pé pelas ruas brincam num faz de conta.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt; &lt;p class="western" style="text-align: justify;margin-bottom: 0cm; "&gt;Um disfarce é um “artificio para mascarar algo, para que este não seja conhecido”.&lt;span style="background: transparent"&gt; A&lt;/span&gt;s roupas  usadas servem para distinguir pessoas ordianarias de condição ou do sexo social diferente daquelas que se disfarçam. As vestimentas podem servir para diferentes finalidades, entre elas, esconder a própria  identidade ou reservá-la para realizar certas aventuras.&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="text-align: justify;margin-bottom: 0cm; "&gt;O disfarce tem sua origem na mitologia greco-romana. Tratava-se de colocar máscaras de sátiro de modo que as ninfas consentissem em manter as relações sexuais. Existia, o que era chamado de caravana, barcos em que os sátiros fecundavam as ninfas ou às virgens um vez ao ano. Os sátiros possuíam uma metade humana, na parte superior, e uma outra metade, a parte inferior, com o formato de cabras machos. Era uma celebração orgiástica e de fertilização. Na medida em que as tradições paganas se unem as religiosas, vai se perdendo a idéia original que as fundamentou, como é o Carnaval.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="text-align: justify;margin-bottom: 0cm; "&gt;Durante toda sua história, o ser humano usou o disfarce simplesmente para se divertir, de outro lado também, nas comemorações nos bacanais pagãos, para exercer certas liberdades, dar vasão aos impulsos e aos desejos reprimidos e mais, até cometer crimes. Talvez esta seja umas das razões que converte o disfarce em uma autentica desdramatização dos mais recônditos da personalidade.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western"&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O sucesso verdadeiro do disfarce esta no fato da pessoa que se disfarça ser reconhecida não como quem é, e sim como a pessoa que deseja ser.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt; &lt;p class="western" style="text-align: justify;margin-bottom: 0cm; "&gt;Os disfarces permitem modificar nossa realidade para fazer um sonho. O homem pobre pode ser o príncipe, o bom no demônio, o branco no negro e vice versa, o homem na mulher ou ao contrario. As pessoas parecem encarar ser, mesmo que por algumas horas, aquele personagem que sempre quis  ser.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="text-align: justify;margin-bottom: 0cm; "&gt;Todo o disfarce ou máscara, reflete algo que nós mesmos não ousamos revelar nas nossas vestimentas do dia a dia, alias, algo que tentamos na maioria das vezes cobrir com montes de panos  e acessórios. O indivíduo livra-se de sua identidade estabelecida, sai nas ruas como se fosse “outra pessoa” para soltar às rédeas de sua imaginação.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="text-align: justify;margin-bottom: 0cm; "&gt;Nossa personalidade é muito complexa. A palavra “pessoa”, deriva do grego que significa “máscara” e uma máscara não é o que uma pessoa é, mas uma representação, verdadeira ou falsa, que é exibida. São usadas em toda parte no mundo porque cada ser tem facetas diferentes. O que nós somos, quem nós queremos ser, quem nós fingimos ser, quem os outros vêem ou querem ver em nós. Estas “caras diferentes” dos nós mesmos, escondidas na maior parte do tempo, são as que nos fazem desejar ser outro de maneira subjetiva e constituem projeções inconscientes.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm"&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O disfarce permite tirar temporariamente a máscara, o disfarce que sempre carregamos. A sociedade impõem certos papeis que por vezes mascaram nosso verdadeiro ser. Isto quer dizer que uma parte de nós está "mascarada" e quando nos disfarçamos, nos permitimos ser como realmente queremos ser e depois voltamos a colocar a máscara de nossa "personalidade social".&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt; &lt;h1 class="western" style="font-weight: medium"&gt;&lt;/h1&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7347717548405366579-6602389128095740821?l=sinalizando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sinalizando.blogspot.com/feeds/6602389128095740821/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7347717548405366579&amp;postID=6602389128095740821' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/6602389128095740821'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/6602389128095740821'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sinalizando.blogspot.com/2009/04/as-mascaras-internas.html' title='As mascaras internas'/><author><name>Suzana Duarte Santos Mallard</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04785263143108850161</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/SfEqZgHC1qI/AAAAAAAAAMA/XSqOCdrPdxM/s72-c/M%C3%A1scaras.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7347717548405366579.post-5382399926000114799</id><published>2009-04-03T19:53:00.000-07:00</published><updated>2009-04-03T19:59:52.465-07:00</updated><title type='text'>O carnaval</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/SdbNEAPKySI/AAAAAAAAAL4/Sv_PSj30nJE/s1600-h/carnaval_venice5.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/SdbNEAPKySI/AAAAAAAAAL4/Sv_PSj30nJE/s320/carnaval_venice5.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5320665478451611938" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O grande sucesso popular do carnaval parece ser aquele gostinho de liberdade, quase um desvencilhamento temporário das normas sociais e religiosas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A palavra “carnaval” vem do termo italiano, milanês,  Carnavale ou Carnem levare que significa “separar da carne ou “deixar a carne”. No  dicionário histórico aparece como “o período de três dias que precede a quarta-feira da cinza”.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Carnaval acontece como uma recusa as privações e as limitações e em algumas culturas se caracteriza pelo excesso na satisfação dos impulsos e das emoções.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Do ponto de vista psicológico, há uma permissão, uma espécie de tolerância no âmbito social onde “uma fantasia” pode se tornar aceitável. Respira-se no ambiente uma atmosfera de exaltação, onde a alegria contagia, por toda parte percebe-se uma suspensão das inibições que regulavam o espaço/ território social. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Durante este curto período muitos se permitem bem mais que de costume , cria-se então um espaço para a liberação e a catarsi, um espaço para criar ou para viver ilusões.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na sua origem, durante os dias que precediam o Carnaval não se admitia que os homens e as mulheres se entregassem a libertinagem. Esta era também a ocasião para se iniciarem os jovens homens, assim as reuniões assumiram um caráter  orgiástico. Entre bebedeiras generalizadas que culminavam em todo o tipo de atos libidinosos, os participantes dançavam e bebiam incessantemente, brindando no primeiro trago a Baco, no segundo a Vênus e no terceiro a Luxuria.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os bacanais se tornaram cada vez mais desenfreados até serem proibidos pelo Senado Romano no ano 186 a.C.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tanto as autoridades civis quanto as eclesiásticas tentaram controlar, e às vezes até proibir, a celebração do Carnaval, que sempre lhes causou certo receio, devido a seu caráter reforçado pela subversão das normas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O grande sucesso popular deste tipo de celebração, parece ser justamente a possibilidade de tornar possível uma experiência excepcional que revela um traço da liberdade total das normas sociais e religiosas. Por esta razão, quem em primeiro lugar aderiu a esta celebração foram as mulheres, seguidas pelos escravos, estrangeiros, o que quer dizer, todo aqueles que foram marginalizados dentro da estrutura social.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7347717548405366579-5382399926000114799?l=sinalizando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sinalizando.blogspot.com/feeds/5382399926000114799/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7347717548405366579&amp;postID=5382399926000114799' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/5382399926000114799'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/5382399926000114799'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sinalizando.blogspot.com/2009/04/o-carnaval.html' title='O carnaval'/><author><name>Suzana Duarte Santos Mallard</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04785263143108850161</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/SdbNEAPKySI/AAAAAAAAAL4/Sv_PSj30nJE/s72-c/carnaval_venice5.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7347717548405366579.post-8487971685663393723</id><published>2009-04-01T16:31:00.000-07:00</published><updated>2009-04-01T19:00:18.137-07:00</updated><title type='text'>Diferenças psicológicas entre mulheres e homens</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/SdQcKfNPWPI/AAAAAAAAALw/719rUXZHQA4/s1600-h/354913.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 254px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/SdQcKfNPWPI/AAAAAAAAALw/719rUXZHQA4/s320/354913.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5319908026332698866" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o passar do tempo em diferentes culturas se criam opiniões que são a síntese da sabedoria popular. Estes conhecimentos são baseados em percepções sendo que alguns deles se fundam em preconceitos e estereótipos que não correspondem com a realidade, outros são comprovados pela .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma dessas idéias, presente no senso comum, é que os homens pensam somente em sexo e que as mulheres não param de falar. Pois bem, parece que após um estudo feito na Inglaterra, foram publicados  dados em que se afirma que as mulheres falam pelo menos três vezes mais do que os homens. As mulheres pronunciam mais de 20 mil palavras por dia, já os homens não chegam à 7 mil. As razões dessas diferenças seriam devidas a circunstância que tem a ver com a formação cerebral e com os hormônios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ciência provou que os cérebros da mulher e do homem diferem. Não é por acaso que as mulheres são mais emocionais do que os homens. As áreas do cérebro que se desenvolveram em ambos os sexos tiveram que ver com as questões relativas a sobrevivência da espécie e com as diferenças genéticas que diferem entre os gêneros. A mulher teve que transmitir o carinho e a tranqüilidade aos filhos, além de alimentá-los de seu próprio corpo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também, devia ensinar-lhes a linguagem humana. Tinha que falar-lhes. O homem entre tanto buscava o sustento. Caçava, pescava ou colhia alimentos que o forçaram ao silêncio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também era seu papel a defesa de sua família de possíveis perigos. O cérebro masculino se moldou  para lidar com a orientação espacial, segurar a raiva para enfrentar os animais e para reprimir as emoções que poderiam enfraquecer seu papel de caçador e de soldado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mulher exigia que o pai de seus filhos permanecesse ao lado e de suas crianças, para os defender  e para que os preparasse através da brincadeira. Assim desenvolveu mais as emoções, que se expressam pelos sentidos e pelas palavras. Seus hormônios sexuais fizeram-lhe agir de maneira diferente dos outros animais. Fez sexo não só para procriar mas também para manter a atenção de sua companheira. A sua vez, o homem preferiu estar com “sua” mulher que ficar por ai lutando com outros homens para ter a fêmeas no cio. Juntos se moldaram e conformados foram levados a monogamia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o estudo, a testosterona e a genética sexual que ordena ao homem para ter o maior número possível de crianças, reduziu a parcela do cérebro “para escutar”, mas simultaneamente lhe aumentou a zona do pensamento sexual que seria duas vezes mais grande do que nas mulheres.&lt;br /&gt;Disso é que vem “ele só pensa naquilo”?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7347717548405366579-8487971685663393723?l=sinalizando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sinalizando.blogspot.com/feeds/8487971685663393723/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7347717548405366579&amp;postID=8487971685663393723' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/8487971685663393723'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/8487971685663393723'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sinalizando.blogspot.com/2009/04/diferencas-psicologicas-entre-mulheres.html' title='Diferenças psicológicas entre mulheres e homens'/><author><name>Suzana Duarte Santos Mallard</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04785263143108850161</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/SdQcKfNPWPI/AAAAAAAAALw/719rUXZHQA4/s72-c/354913.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7347717548405366579.post-639990914508209612</id><published>2009-03-22T07:01:00.000-07:00</published><updated>2009-03-22T07:02:04.533-07:00</updated><title type='text'>...</title><content type='html'>&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/17fEy0q6yqc&amp;amp;hl=en&amp;amp;fs=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/17fEy0q6yqc&amp;amp;hl=en&amp;amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7347717548405366579-639990914508209612?l=sinalizando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sinalizando.blogspot.com/feeds/639990914508209612/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7347717548405366579&amp;postID=639990914508209612' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/639990914508209612'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/639990914508209612'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sinalizando.blogspot.com/2009/03/blog-post.html' title='...'/><author><name>Suzana Duarte Santos Mallard</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04785263143108850161</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7347717548405366579.post-7925579559561198199</id><published>2009-03-22T06:58:00.000-07:00</published><updated>2009-03-22T07:00:43.944-07:00</updated><title type='text'>... continuando...</title><content type='html'>&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/o_pS05t7liw&amp;amp;hl=en&amp;amp;fs=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/o_pS05t7liw&amp;amp;hl=en&amp;amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7347717548405366579-7925579559561198199?l=sinalizando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sinalizando.blogspot.com/feeds/7925579559561198199/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7347717548405366579&amp;postID=7925579559561198199' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/7925579559561198199'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/7925579559561198199'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sinalizando.blogspot.com/2009/03/continuando.html' title='... continuando...'/><author><name>Suzana Duarte Santos Mallard</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04785263143108850161</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7347717548405366579.post-4430356171256250359</id><published>2009-03-21T19:19:00.001-07:00</published><updated>2009-03-21T19:19:58.777-07:00</updated><title type='text'>ainda...?!</title><content type='html'>&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/MqSFqnUFOns&amp;amp;hl=en&amp;amp;fs=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/MqSFqnUFOns&amp;amp;hl=en&amp;amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7347717548405366579-4430356171256250359?l=sinalizando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sinalizando.blogspot.com/feeds/4430356171256250359/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7347717548405366579&amp;postID=4430356171256250359' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/4430356171256250359'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/4430356171256250359'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sinalizando.blogspot.com/2009/03/ainda.html' title='ainda...?!'/><author><name>Suzana Duarte Santos Mallard</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04785263143108850161</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7347717548405366579.post-8145210276476840294</id><published>2009-02-18T17:44:00.000-08:00</published><updated>2009-03-22T06:57:58.863-07:00</updated><title type='text'>Let's Dance</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="white-space: pre;font-family:Arial;font-size:10;"&gt;&lt;object width="480" height="295"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/exkfGhz-YsU&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/exkfGhz-YsU&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="295"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7347717548405366579-8145210276476840294?l=sinalizando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sinalizando.blogspot.com/feeds/8145210276476840294/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7347717548405366579&amp;postID=8145210276476840294' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/8145210276476840294'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/8145210276476840294'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sinalizando.blogspot.com/2009/02/lets-dance.html' title='Let&apos;s Dance'/><author><name>Suzana Duarte Santos Mallard</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04785263143108850161</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7347717548405366579.post-7440101191645068076</id><published>2008-11-13T17:49:00.000-08:00</published><updated>2008-11-13T17:52:21.891-08:00</updated><title type='text'>TRUE CHANGE?!</title><content type='html'>&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/YSceRrLsHvQ&amp;amp;hl=en&amp;amp;fs=1"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/YSceRrLsHvQ&amp;amp;hl=en&amp;amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7347717548405366579-7440101191645068076?l=sinalizando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sinalizando.blogspot.com/feeds/7440101191645068076/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7347717548405366579&amp;postID=7440101191645068076' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/7440101191645068076'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/7440101191645068076'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sinalizando.blogspot.com/2008/11/true-change.html' title='TRUE CHANGE?!'/><author><name>Suzana Duarte Santos Mallard</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04785263143108850161</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7347717548405366579.post-1288498166123797064</id><published>2008-07-16T13:32:00.000-07:00</published><updated>2008-12-11T21:53:44.259-08:00</updated><title type='text'>Cair e se levantar</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/SH5dlX9LjMI/AAAAAAAAAH0/-hAEt2onj1E/s1600-h/050911_forca2.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://1.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/SH5dlX9LjMI/AAAAAAAAAH0/-hAEt2onj1E/s320/050911_forca2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5223715514463521986" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="background: transparent none repeat scroll 0% 50%; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;"&gt;Ao cair, nós aprendemos a andar. Diante das adversidades, existem os homens e mulheres que parecem terem nascidos para segurar as dificuldades. São pessoas que na presença de um terremoto, de um fogo, de um acidente ou da perda de um ente querido, se sobrepõe reagindo a tempo começam a enfrentar a situação para resolver o problema.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="western"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="background: transparent none repeat scroll 0% 50%; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;"&gt;Sem querer discutir sobre o dilema desta conduta ser inata ou aprendida. O certo é que todos podemos nos comportar de forma adequada diante das dificuldades e dos imprevistos que aparecem em nossa vida, se nos prepararmos para eles.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="western"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="background: transparent none repeat scroll 0% 50%; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;"&gt;Primeiramente devemos saber é que estes fatos acontecem e que alguns nos tocaram. O mais provável é que os pais venham a falecer antes que seus filhos, é o que todos esperam numa lógica onde o mais velhos se vai primeiro. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="western"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="background: transparent none repeat scroll 0% 50%; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;"&gt;As estatísticas nos ensinam que todo ser humano tem probabilidades de sofrer um acidente ou se encontrar no meio de um movimento telúrico, maremoto, deslize, inundação, furacão ou algum fenómeno desta natureza. Acontecem também incêndios, choques, infortúnios, assaltos e outros tipos de desgraças.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="western"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="background: transparent none repeat scroll 0% 50%; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;"&gt;Devemos aceitar o fato de que poderíamos presenciar ao menos uma de estas circunstancias em nossa vida.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="western"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="background: transparent none repeat scroll 0% 50%; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;"&gt;Una vez que estamos conscientes disso, o segundo passo é saber, o que fazer para controlar o turbilhão emocional provocado por um destes momentos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="western"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="background: transparent none repeat scroll 0% 50%; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;"&gt;O comum é perder o controle emocional porque o medo e a dor nos paralisam, não nos deixam pensar nem agir racionalmente. No meio de uma crise, em nosso cerebro ocorrem milhões de descargas elétricas que mobilizam nossos neurónios. Temos então que apelar ao pensamento e a razão. Para isso contamos até dez ou quanto for necessario e começamos a respirar lentamente, inalando pelo nariz e exalando o ar pela boca. Assim conseguimos que duas áreas de nosso cérebro parem e deixem de emitir impulsos nervosos descontroladamente. Pouco a pouco os neurónios "calmos" começam a mobilizar os "nervosos" e a nos tranquilizar, nos acalmar.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="western"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="background: transparent none repeat scroll 0% 50%; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;"&gt;Em terceiro lugar, já mais relaxados, podemos fazer um diagnostico da situação. Uma avaliação dos danos, prejuizos, gravidade, perdas ou consequências do acontecido.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="western"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="background: transparent none repeat scroll 0% 50%; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;"&gt;Por último, podemos fixar objetivos e planejar para nos recuperar, melhorar progredir. Em seguida executar os planos para alcançar as metas previstas. Seja qual for a dificuldade devemos lembrar que as coisa se fazem... Quando devem ser feitas!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7347717548405366579-1288498166123797064?l=sinalizando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sinalizando.blogspot.com/feeds/1288498166123797064/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7347717548405366579&amp;postID=1288498166123797064' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/1288498166123797064'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/1288498166123797064'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sinalizando.blogspot.com/2008/07/cair-e-se-levantar.html' title='Cair e se levantar'/><author><name>Suzana Duarte Santos Mallard</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04785263143108850161</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/SH5dlX9LjMI/AAAAAAAAAH0/-hAEt2onj1E/s72-c/050911_forca2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7347717548405366579.post-4094873229208162101</id><published>2008-06-18T05:27:00.000-07:00</published><updated>2008-12-11T21:53:44.408-08:00</updated><title type='text'>Bilderberg Attendee List 2008</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/SFmBoTwJGFI/AAAAAAAAAHk/gCEw6nem3Tg/s1600-h/divisorias+estrutura+oculta+2.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://2.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/SFmBoTwJGFI/AAAAAAAAAHk/gCEw6nem3Tg/s320/divisorias+estrutura+oculta+2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5213340573155006546" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Bilderberg Attendee List 2008&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chantilly, Virginia, USA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5-8 June 2008&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CURRENT LIST OF PARTICIPANTS&lt;br /&gt;...&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;INT Trichet, Jean-Claude President, European Central Bank&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;In tekgnosis.typepad.com/tekgnosis/2008/06/bildeberg-atten.html&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Clube de Bilderberg&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;O Clube de Bilderberg é uma conferência anual não-oficial cuja participação é restrita a um número de 130 convidados, muitos dos quais são personalidades influentes no mundo empresarial, acadêmico, midiático ou político. Devido ao fato das discussões entre as personalidades públicas oficiais e líderes empresariais (além de outros) não serem registradas, estes encontros anuais são alvo de muitas críticas (por passar por cima do processo democrático de discussão de temas sociais aberta e publicamente) e de inúmeras teorias da conspiração. O grupo de elite se encontra anualmente, em segredo, em hotéis cinco estrelas reservados espalhados pelo mundo, geralmente na Europa, embora algumas vezes tenha ocorrido no Estados Unidos e Canadá. Existe um escritório em Leiden, Holanda do Sul, Países Baixos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Origem do nome&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O título "Bilderberg" vem do que é geralmente reconhecido como o local em que ocorreu a primeira reunião oficial em 1954 - o Hotel de Bilderberg em Oosterbeek, perto de Arnhemia na Holanda. Embora a conferência não seja considerada um grupo de tipo algum, muitos participantes são frequentadores regulares, e os convidados são frequentemente referenciados como pertencentes a um secreto Grupo de Bilderberg.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Origens e objetivos da primeira conferência anual&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A primeira conferência Bilderberg sediou-se no Hotel de Bilderberg, perto de Arnhemia, de 29 de maio a 30 de maio de 1954. A ideia da reunião foi dada pelo emigrante polonês e conselheiro político, Joseph Retinger. Preocupado com o crescimento do antiamericanismo na Europa Ocidental, ele propôs uma conferência internacional em que líderes de países europeus e dos Estados Unidos pudessem se reunir com o propósito de promover a discussão entre as culturas dos Estados Unidos e Europa Ocidental. Retinger se aproximou do Príncipe Bernard da Holanda que concordou em promover a ideia, em conjunto com o primeiro ministro belga Paul Van Zeeland. A lista de convidados deveria ter sido formada pelo convite de dois participantes de cada país, representando pontos de vista liberais e conservadores (ambos os termos utilizados no sentido estadunidense), respectivamente. Para que a reunião ocorresse, foi necessário organizar uma conferência anual. Um comitê executivo foi criado, sendo que Retinger foi indicado como secretário permanente. Juntamente como a organização da reunião, o comitê realizou um registro do nome dos participantes e informações para contato, com o objetivo de criar uma rede informal de pessoas que pudessem se comunicar entre si com privacidade. O propósito declarado do Grupo Bilderberg foi estabelecer uma linha política comum entre os Estados Unidos e a Europa Ocidental. O economista holandês Ernst van der Beugel se tornou secretário permanente em 1960, após a morte de Retinger. Príncipe Bernardo continuou a ser o presidente das conferências até 1976, ano em que se envolveu no escândalo da Lockheed, que consistiu no envolvimento em processos relativos a recebimento de suborno para favorecer a corporação estadunidense em contratos de compra dos jatos [[F-104G Starfighter]] em detrimento dos Mirage 5. Não houve conferência naquele ano, mas os encontros voltaram a ocorrer em 1977, quando Alec Douglas-Home, ex-primeiro-ministro britânico, assumiu a presidência. Na seqüência, Walter Scheel, ex-presidente da Alemanha, Eric Roll, ex-presidente do banco SG Warburg e Lord Carrington, ex-secretário-geral da OTAN.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Propósito&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A intenção inicial do Clube de Bilderberg era promover um consenso entre a Europa Ocidental e a América do Norte através de reuniões informais entre indivíduos poderosos. A cada ano, um "comitê executivo" recolhe uma lista com um máximo de 100 nomes com possíveis candidatos. Os convites são enviados somente a residentes da Europa e América do Norte. A localização da reunião anual não é secreta, e a agenda e a lista de participantes são facilmente encontradas pelo público, mas os temas das reuniões são mantidos em segredo e os participantes assumem um compromisso de não divulgar o que foi discutido. A alegação oficial do Clube de Bilderberg é de que o sigilo previniria que os temas discutidos, e a respectiva vinculação das declarações a cada membro participante, estariam a salvo da manipulação pelos principais órgãos de imprensa e do repúdio generalizado que seria causado na população. A teoria que mais se opõe à teoria oficial diz que o Clube Bilderberg tem o propósito de criar um governo totalitário mundial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Perspectivas acerca da natureza do grupo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A alegada justificativa do grupo pelo sigilo é que isso permite que os participantes falem livremente sem a necessidade de ponderar cuidadosamente como cada palavra poderia ser interpretada pelos órgãos de comunicação de massa. Alguns, entretanto, consideram a natureza elitista e secreta das reuniões como antiético em relação aos princípios da inclusão em sociedades democráticas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Participantes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Participantes do Bilderberg incluem membros de bancos centrais, especialistas em defesa, barões da imprensa de massa, ministros de governo, primeiros-ministros, membros de famílias reais, financistas internacionais e líderes políticos da Europa e da América do Norte. Alguns dos líderes financeiros e estrategistas de política externa do Ocidente participam do Bilderberg. Donald Rumsfeld é um Bilderberger activo, assim como Peter Sutherland, da Irlanda, um ex-comissário da União Européia e presidente do Goldman Sachs e British Petroleum. Rumsfeld e Sutherland compareceram em conjunto em 2000 na câmara da companhia de energia suíço-sueca ABB. O político e professor universitário Jorge Braga Macedo e Francisco Pinto Balsemão são dois exemplos portugueses. O ex-secretário de defesa dos Estados Unidos e atual presidente do Banco Mundial Paul Wolfowitz também é um membro, assim como Roger Boothe Jr. O presidente atual do grupo é Etienne Davignon, empresário e político belga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;In pt.wikipedia.org/wiki/Clube_de_Bilderberg (10 Junho, 15:35).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;fonte: http://criticademusica.blogspot.com/2008_06_01_archive.html#22932182840&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7347717548405366579-4094873229208162101?l=sinalizando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sinalizando.blogspot.com/feeds/4094873229208162101/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7347717548405366579&amp;postID=4094873229208162101' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/4094873229208162101'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/4094873229208162101'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sinalizando.blogspot.com/2008/06/bilderberg-attendee-list-2008.html' title='Bilderberg Attendee List 2008'/><author><name>Suzana Duarte Santos Mallard</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04785263143108850161</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/SFmBoTwJGFI/AAAAAAAAAHk/gCEw6nem3Tg/s72-c/divisorias+estrutura+oculta+2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7347717548405366579.post-9210286797724300905</id><published>2008-06-06T12:02:00.000-07:00</published><updated>2008-12-11T21:53:44.548-08:00</updated><title type='text'>FDA: antidepressivos causam pensamentos suicidas</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/SEmKZkku9ZI/AAAAAAAAAHc/NFmb1vCZ4hI/s1600-h/images.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 135px; height: 96px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/SEmKZkku9ZI/AAAAAAAAAHc/NFmb1vCZ4hI/s320/images.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5208846615949800850" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;             &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;   &lt;!-- TEXTO --&gt;   &lt;/p&gt;&lt;h2 style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;A administração federal americana de medicamentos, FDA, pediu nesta quarta-feira aos fabricantes de antidepressivos que assinalem nas caixas dos remédios os riscos de os usuários em determinada faixa etária apresentarem pensamentos e comportamentos suicidas.&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt; Segundo a FDA, as etiquetas deveriam incluir a advertência de "risco aumentado nos jovens adultos de entre 18 e 24 anos no tratamento inicial (geralmente no primeiro ou nos dois primeiros meses)". Também deveriam indicar que "os dados científicos não mostraram um risco incrementado nas pessoas com mais de 24 anos; as com mais de 65 anos têm um risco menor de experimentar pensamentos e comportamentos suicidas", diz um comunicado da FDA.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A insituição pede também que as advertências insistam no fato de que "a depressão e outros problemas psiquiátricos graves são por si só as causas mais significativas de suicídio".&lt;/p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a style="color: rgb(255, 255, 255);" href="http://psychology.about.com/gi/dynamic/offsite.htm?site=http://www.cbsnews.com/stories/2004/03/22/health/main607763.shtml"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Link: FDA&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7347717548405366579-9210286797724300905?l=sinalizando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sinalizando.blogspot.com/feeds/9210286797724300905/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7347717548405366579&amp;postID=9210286797724300905' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/9210286797724300905'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/9210286797724300905'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sinalizando.blogspot.com/2008/06/fda-antidepressivos-causam-pensamentos.html' title='FDA: antidepressivos causam pensamentos suicidas'/><author><name>Suzana Duarte Santos Mallard</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04785263143108850161</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/SEmKZkku9ZI/AAAAAAAAAHc/NFmb1vCZ4hI/s72-c/images.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7347717548405366579.post-5719598725957486378</id><published>2008-06-04T12:27:00.000-07:00</published><updated>2008-12-11T21:53:44.751-08:00</updated><title type='text'>Antidepressivos Alerta!</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/SEbtdSHMycI/AAAAAAAAAHU/hze1sd5mAWk/s1600-h/250px-Vincent_Willem_van_Gogh_002.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://2.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/SEbtdSHMycI/AAAAAAAAAHU/hze1sd5mAWk/s320/250px-Vincent_Willem_van_Gogh_002.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5208111106434582978" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Antidepressivos são a solução para uma grande parcela da populaçao que acaba não suportando a pressão sofrida todos os dias no trabalho ou problemas familiares. A pessoa simplesmente desiste de lutar para resolver os problemas e vem o desânimo, depois a tristeza e a falta de vontade de lutar, de reagir e não se intregar.&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;O TDM, diferente dos curtos períodos de “melancolia”, é uma mudança persistente de humor que pode interferir na família, nos relacionamentos e na auto-estima. Episódios recorrentes podem durar dias, meses ou anos. O TDM possui sintomas físicos e mentais, que incluem:&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;humor depressivo (tristeza)&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;perda de interesse ou prazer&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;interrupção do sono&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;cansaço&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;sentimentos de inutilidade, desânimo, desesperança e desamparo&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;mudanças de apetite, perda ou ganho de peso&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;perda do interesse sexual&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;incapacidade de pensar, concentrar-se ou tomar decisões&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt; &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;A depressão ou transtorno depressivo maior (em inglês) - TDM, também chamado de depressão unipolar ou depressão clínica - ocorre em cerca de 15 milhões de americanos por ano. Pode ocorrer em qualquer idade (incluindo crianças menores de 5 anos), mas afeta com mais freqüência pessoas entre &lt;st1:metricconverter productid="25 a" st="on"&gt;25 a&lt;/st1:metricconverter&gt; 44 anos. O TDM atinge aproximadamente 20% das mulheres e 10% dos homens [fonte: HealthyPlace.com (em inglês)]. O TDM leva à perda de produtividade no trabalho e na escola. E o mais importante, é a principal causa de suicídio (em inglês).&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Para se ter um diagnóstico clínico do TDM, esses sintomas devem ocorrer com freqüência por um período mínimo de duas semanas.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;Esses sintomas também podem ser resultado de outras doenças como hipertensão (em inglês), diabetes (em inglês), doença cardíaca (em inglês) e epilepsia (em inglês). Então, é possível que o episódio depressivo seja um sintoma secundário de outra doença. Como não existe teste laboratorial para a depressão, os médicos podem realizar vários testes para descartar essas outras possíveis doenças. Se todas elas forem excluídas, permanece o TDM.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Um estudo conduzido na Grã-Bretanha concluiu que a última geração de antidepressivos é pouco eficaz no tratamento da maioria dos pacientes.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;blockquote&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;Os pesquisadores, da Universidade de Hull, argumentam que os medicamentos “ajudam apenas um pequeno grupo de pessoas que sofrem de depressão severa”.&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;A equipe de especialistas, cujo estudo foi publicado na revista especializada PloS Medicine, revisou os dados de 47 testes clínicos.&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;Os cientistas se concentraram nos medicamentos conhecidos como Inibidores Seletivos da Recaptura de Serotonina (ISRS), que atuam aumentando o nível da serotonina no cérebro, um hormônio que controla o humor.&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;Entre os remédios examinados estavam o &lt;strong&gt;Prozac&lt;/strong&gt;, Seroxat e Efexor, todos eles amplamente receitados na Grã-Bretanha.&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;Os pesquisadores descobriram que os efeitos positivos das drogas em pacientes com depressão profunda foram “relativamente pequenos”.&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;O coordenador da pesquisa, Irving Kirsch, afirmou que a diferença entre os pacientes que tomaram placebo e os que tomaram remédios para combater o mal “não foi muito grande”.&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;“Isso significa que pessoas com depressão podem melhorar sem tratamentos químicos”, disse o pesquisador.&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;Controvérsia&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;Para os pesquisadores, a maioria dos pacientes parece acreditar que os remédios funcionam, e isso se explica pelo chamado efeito placebo - as pessoas se sentem melhor pelo simples fato de acreditarem que estão tomando um remédio que os ajudará.&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;“Diante desses resultados, parece haver poucas razões para se receitar antidepressivos a menos que tratamentos alternativos tenham falhado.”&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;A pesquisa gerou controvérsias no meio farmacêutico. A Eli Lilly, que fabrica o Prozac, disse que “extensas pesquisas médicas e científicas demonstraram que o medicamento é um antidepressivo muito eficaz”.&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;E um porta-voz da GlaxoSmithKline, que produz o Sexorat, argumentou que o estudo britânico se concentrou em “uma pequena amostra do total de dados disponíveis”. (reportagem g1.globo.com)&lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt; &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;Inibidores seletivos de recaptação de serotonina&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;medicamentos:&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;fluoxetina (ProzacTM)&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;paroxetina (PaxilTM)&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;sertralina (ZoloftTM)&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;fluvoxamina (LuvoxTM)&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;citalopram (CelexaTM)&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;escitalopram (LexaproTM)&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;Os diversos ISRSs são igualmente eficazes e tolerados pelos pacientes. Entretanto, ninguém reage da mesma forma, por isso, alguns pacientes podem sofrer mais efeitos colaterais com um tipo de ISRS do que com outro. A maioria dos antidepressivos é administrada mais de uma vez por dia.. Os efeitos colaterais incluem náusea (em inglês), tontura (em inglês), vertigem (em inglês), vômito (em inglês), insônia (em inglês), anorexia (em inglês), ansiedade (em inglês) e disfunção sexual.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;Antidepressivos tricíclicos e inibidores seletivos de recaptação de norepinefrina&lt;br /&gt;Os antidepressivos tricíclicos foram introduzidos no final da década de 50 e início da de 60. Como os ISRSs, esses compostos bloqueiam a recaptação da norepinefrina pela célula pré-sináptica, aumentando, assim, sua concentração na fenda sináptica. Os antidepressivos tricíclicos incluem:&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;nortriptilina (PamelorTM)&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;maprotilina (LudiomilTM)&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;desipramina (NorpramineTM)&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;amitriptilina (ElavilTM)&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;clomipramina (AnafranilTM)&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;imipramina (TofranilTM)&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;Os antidepressivos tricíclicos afetam os batimentos cardíacos e a pressão arterial, pois a norepinefrina também é um neurotransmissor utilizado pelo sistema nervoso autônomo que controla a pressão arterial e a freqüência cardíaca.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;fonte:http://asnovidades.com.br/antidepressivos-veja-como-funciona/&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7347717548405366579-5719598725957486378?l=sinalizando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sinalizando.blogspot.com/feeds/5719598725957486378/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7347717548405366579&amp;postID=5719598725957486378' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/5719598725957486378'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/5719598725957486378'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sinalizando.blogspot.com/2008/06/antidepressivos-alerta.html' title='Antidepressivos Alerta!'/><author><name>Suzana Duarte Santos Mallard</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04785263143108850161</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/SEbtdSHMycI/AAAAAAAAAHU/hze1sd5mAWk/s72-c/250px-Vincent_Willem_van_Gogh_002.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7347717548405366579.post-4828089461961359880</id><published>2008-05-28T12:06:00.000-07:00</published><updated>2008-12-11T21:53:44.920-08:00</updated><title type='text'>O Amor cego</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/SD2uJkPX52I/AAAAAAAAAHM/dQ-ejoEerYg/s1600-h/amor+e+cego.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://1.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/SD2uJkPX52I/AAAAAAAAAHM/dQ-ejoEerYg/s320/amor+e+cego.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5205508223680374626" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;As emoções, entre elas o amor, podem tomar o controle de nossa racionalidade e nos tornar cegos e irracionais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;  &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A ciência vem demonstrando que, como afirma a sabedoria popular, "o amor é cego". As emoções são a expressão que se manifestam de acordo com nossos instintos. Sentimos medo para sobreviver. Quando se enfrenta um perigo, nosso organismo, sem que a razão intervina a razão e o pensamento, emitem sinais e provocam um complicado mecanismo que dispara a adrenalina em nosso sangue, o qual nos prepara para enfrentar as ameaças fugindo ou reagindo com uma força que nos surpreende. Outra emoção, a raiva e a ira nos confundem a mente e nos dotam da agressividade necessária para lutar em casos extremos para nossa integridade diante de um agressor que ponha em risco nossa vida. Para evitar a tristeza cuidamos de nossos entes queridos e valorizamos sua existência. Porém, as emoções, todas funcionam mais de forma instintiva que racional. Mesmo que não o desejemos, o pavor, o panico, o nojo, a alegria e a angustia podem surgir fora de nosso centro de comando racional. Rimos o choramos sem pensar. Por isso as emoções, entre elas o amor, podem tomar o controle de nossa racionalidade nos tornando cegos e irracionais.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Numerosos estudos indicam que a complexidade bioquímica do amor elimina em parte o pensamento crítico que se possa ter acerca da pessoa querida. Uma mãe quando avalia seu filho ou uma pessoana quando avalia seu parceiro tenderá a minimizar os juízos adversos sobre estes por razões que vão além do juízo racional. Cientista britânicos do Colégio Universitário de Londres assinalam que quando as pessoanas amam intensamente e observam seus parceiros, ou filhos, as áreas cerebrais que regulam o pensamento crítico e os juízos negativos se desativam. Literalmente, os neurônios que cuidam dessas tarefas se "apagam".&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Por outro lado, uma equipe de investigadores da Universidade da Califórnia comprovaram que as pessoas enamoradas superestimam  seus respetivos pares e vêem menos atrativos nas outras pessoas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Tudo parece demonstrar que somos “cegos” diante dos defeitos do ser amado e parcialmente cegos diante dos encantos e atributos positivos das pessoas que não gozam de nosso afeto e paixão.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Isso, de maneira geral, é bom para a relação entre parceiros e o amor materno filial, porém não devemos esquecer que como seres humanos somos seres pensantes e que o  amor irracional  basta para ser felizes. Compartilhar de metas, comunidades, interesses, formas de vida e pensamentos comuns, solidariedade, acordos de convivência, intimidade e confiança são fundamentais para o sucesso de uma relação saudável. &lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7347717548405366579-4828089461961359880?l=sinalizando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sinalizando.blogspot.com/feeds/4828089461961359880/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7347717548405366579&amp;postID=4828089461961359880' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/4828089461961359880'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/4828089461961359880'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sinalizando.blogspot.com/2008/05/o-amor-cego.html' title='O Amor cego'/><author><name>Suzana Duarte Santos Mallard</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04785263143108850161</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/SD2uJkPX52I/AAAAAAAAAHM/dQ-ejoEerYg/s72-c/amor+e+cego.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7347717548405366579.post-9124663227736972531</id><published>2008-05-13T16:39:00.000-07:00</published><updated>2008-12-11T21:53:45.046-08:00</updated><title type='text'>Algumas implicações da pobreza</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/SCooUK8NzaI/AAAAAAAAAHE/uUmSB9l7y94/s1600-h/a-fome-de-pdua.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://2.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/SCooUK8NzaI/AAAAAAAAAHE/uUmSB9l7y94/s320/a-fome-de-pdua.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5200013046752071074" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;A pobreza tem as implicações psicológicas que são feitas não sempre levando em conta as análises sócio-econômicas. Na América Latina a pobreza é comum e maciça. Existem inúmeras definições para conceitualizar a pobreza e estas defendem diferentes pontos de vista, econômicos , sociais e/ou alimentar. A pobreza tem implicações psicológicas que nem sempre são levadas em conta nas analises sócio-econômicas. Ser pobre representa não somente a tragédia da fome ou a falta de bens primários e serviços ou a carência do sustento. Ser pobre envolve alterações importantes na conduta humana privando, muitas vezes, boa parte dos povos de um desenvolvimento psicológico apropriado.  O ser humano se constitui enquanto tal, em sua forma de ser, atitudes perante a vida, seu comportamento, e personalidade com base nos parâmetros biológicos, genéticos, sociais e psicológicos. Uma alimentação escassa provocará desnutrição consequentemente um dano fisiológico como também cerebral. A miséria sofrida pelas famílias durante gerações, comporta padrões genéticos diminuídos como no caso do peso e da estatura, entre outras características fisiológicas. Os fatores psicológicos e sociais que derivam da pobreza são igualmente determinantes na formação de atitudes é formas de comportamento diferentes. Pesquisadores apontam que a pobreza gera cortes culturais próprios como "pouco desejo de planejar o futuro", "sentimentos de inferioridade e marginalidade", criando condutas de auto segregação, machismo nos homens e condutas de mártires nas mulheres, "sentimentos de fatalismo", "desconfiança social" e uma tendência a viver no presente. A linguagem, os conhecimentos científicos, o aprendizado cultural, social e escolar podem ser limitados como também as funções profissionais, as habilidades e o esforço exigido, a pobreza não forma as pessoas para que resistam e a superem de forma a poder controlar seu próprio destino, reforçando quadros crónicos de desesperança, frustração e depressão.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7347717548405366579-9124663227736972531?l=sinalizando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sinalizando.blogspot.com/feeds/9124663227736972531/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7347717548405366579&amp;postID=9124663227736972531' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/9124663227736972531'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/9124663227736972531'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sinalizando.blogspot.com/2008/05/algumas-implicaes-da-pobreza.html' title='Algumas implicações da pobreza'/><author><name>Suzana Duarte Santos Mallard</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04785263143108850161</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/SCooUK8NzaI/AAAAAAAAAHE/uUmSB9l7y94/s72-c/a-fome-de-pdua.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7347717548405366579.post-4956987720488221759</id><published>2008-04-07T15:28:00.000-07:00</published><updated>2008-12-11T21:53:45.596-08:00</updated><title type='text'>"ÓRGÃOS À VENDA"</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/R_qhQCAQ0AI/AAAAAAAAAG8/nnb2DgmtXHE/s1600-h/anatomia1.gif"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://1.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/R_qhQCAQ0AI/AAAAAAAAAG8/nnb2DgmtXHE/s320/anatomia1.gif" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5186635217658499074" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Foi objeto de uma pequena notícia que terá passado despercebida... Pequena no espaço que lhe foi dedicado, mas grande nas vidas que movimenta!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;O tráfico de órgãos é um negócio que assume hoje proporções alarmantes. Com efeito, multiplicam-se nos países pobres as pessoas dispostas a vender órgãos do seu próprio corpo e crescem nos países ricos as pessoas que estão dispostas a comprar um pulmão ou um rim. Segundo a notícia, um coração da China poderá ser transaccionado por 66 mil euros, enquanto que um fígado do Egipto pode atingir 231 mil euros! São muitos os países envolvidos, na oferta e na procura, diversos os órgãos transaccionados e variados os preços praticados. Um verdadeiro mercado, negro, bem negro!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sabe-se muito pouco sobre a dimensão deste mercado e da sua perigosidade. E tão pouco se conhece sobre o que está a ser feito no combate ao tráfico. "Salvar" vidas com menos vida e "salvar" vidas com a morte de uma vida não pode nos  deixar indiferentes. É uma realidade de um mundo que estamos construindo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Noticia:&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;                     O doutor John Harris, professor de bioética na Universidade                     de Manchester, vai propor hoje em um debate na Associação                     médica britânica, em Londres, a legalização da venda de                     órgãos para transplantes. De acordo com o jornal italiano &lt;i&gt;La                     Repubblica&lt;/i&gt;, Harris quer uma discussão pública sobre um                     assunto que há muito faz parte da agenda do serviço                     sanitário nacional.&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt; A tese do médico sustenta que a legalização da venda                     acabaria com o mercado negro de órgãos, impedindo que                     apenas os mais ricos possam comprar um rim, por exemplo.                     Seria a maneira do Estado intervir em um mercado que já                     existe, dizem os defensores da medida.&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt; Para evitar que nações pobres se tornem "fornecedoras                     de órgãos" para os países mais ricos, Harris propõe                     que o "mercado" seja limitado a um pequeno número                     de nações européias. O médico disse, em entrevista ao &lt;i&gt;La                     Repubblica&lt;/i&gt;, que sabe que a idéia não será muito bem                     vista pelo comitê ético da União Européia, mas defende                     que ela seja analisada porque sua aplicação aumentaria o                     número de beneficiados por transplantes.&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt; A venda de órgãos é proibida em todos os países do                     mundo, exceto na China, que a admite desde que a família do                     doador concorde. Mesmo assim, neste país o mercado negro é                     extremamente ativo, com vários casos de assassinatos e de                     hospitais que retiram os órgãos de pacientes ainda vivos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7347717548405366579-4956987720488221759?l=sinalizando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sinalizando.blogspot.com/feeds/4956987720488221759/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7347717548405366579&amp;postID=4956987720488221759' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/4956987720488221759'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/4956987720488221759'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sinalizando.blogspot.com/2008/04/rgos-venda.html' title='&quot;ÓRGÃOS À VENDA&quot;'/><author><name>Suzana Duarte Santos Mallard</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04785263143108850161</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/R_qhQCAQ0AI/AAAAAAAAAG8/nnb2DgmtXHE/s72-c/anatomia1.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7347717548405366579.post-3673907391039575606</id><published>2008-03-29T13:08:00.000-07:00</published><updated>2008-12-11T21:53:45.756-08:00</updated><title type='text'>O Voyeurismo</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/R-6yOSAQz_I/AAAAAAAAAGw/IrCUMS-caEY/s1600-h/VOYEUR.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://2.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/R-6yOSAQz_I/AAAAAAAAAGw/IrCUMS-caEY/s320/VOYEUR.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5183276179570872306" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"O "voyeurista" geralmente observa em segredo as pessoas preferivelmente nuas em seus atos privados". "Voyeur" é quem goza contemplando condutas íntimas ou eróticas de outras pessoas. A palavra vem do francês que significa "ver" e em português o "voyeurismo" seria escopofilia aquele que presencia a distancia e secretamente. O "voyeurista" geralmente observa em segredo as pessoas preferivelmente nuas em seus atos privados como estar tomando banho, fazendo suas necessidades, dormindo ou em uma relação sexual com seu companheiro. Antes, durante ou ao terminar a "observação" o "voyeur" costuma se masturbar. O manual de Diagnóstico de Transtornos Mentais, o define como una parafília que são aqueles comportamentos sexuais recorrentes e intensos que incluem objetos o atividades pouco habituais. São considerados uma alteração ou transtorno mental quando tais condutas provocam dano a pessoa que o pratica ou a terceiros. Neste caso falamos de perversões ou desvios sexuais. O voyeurista atenta contra o direito de intimidade e de privacidade das pessoas por isso que a sociedade o castiga como um delito. Porém, não necessariamente todo "voyeurista" viola a intimidade de outros. Existem inúmeros casos de homens que gostam de ver suas respetivas parceiras em atos íntimos, e elas são mulheres que gostam de "se exibir" e o fazem com gosto e gozo sexual. O "exibicionismo feminino" é uma característica onde a mulher obtém sua satisfação sexual mediante exposição de suas partes íntimas ou sua nudez. Não devemos confundir o voyeurismo com o desejo de ver sexualmente a parceira. Da mesma forma, o homem e a mulher que se excitam vendo tanto quanto escutando, tocando, saboreando o outro. Alguns autores consideram que ver pornografia é um ato de voyeurismo, porém somente se a pessoa depende disso como principal fonte de seu gozo sexual. Que alguém quer ver a sua parceira se masturbando, com seu consentimento, e ambos tem prazer sexual com isso, não é voyeurismo se não outra forma de fazer amor. Para o "voyeur" observar em segredo é primordial. Ver através de binóculos, colocar câmaras ocultas em banheiros e dormitórios com o medo de ser surpreendidos funciona como parte da exaltação sexual. A taquicardia, a sudoração e a adrenalina que produz o temor de ser descoberto são parte de seu "ato" sexual. Muitos "voyeur" canalizaram sua parafilia através da Internet, onde são numerosos os sites em que se colocam cámaras supostamente indiscretas e, mais que tudo, mulheres fingem não saber que estão sendo gravadas enquanto vão no banheiro, dormen, se masturbam ou tem relações sexuais. Os "voyeur" saciam assim suas fantasias e desejos, "sem infringir" la lei.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7347717548405366579-3673907391039575606?l=sinalizando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sinalizando.blogspot.com/feeds/3673907391039575606/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7347717548405366579&amp;postID=3673907391039575606' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/3673907391039575606'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/3673907391039575606'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sinalizando.blogspot.com/2008/03/o-voyeurismo.html' title='O Voyeurismo'/><author><name>Suzana Duarte Santos Mallard</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04785263143108850161</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/R-6yOSAQz_I/AAAAAAAAAGw/IrCUMS-caEY/s72-c/VOYEUR.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7347717548405366579.post-3190185745174564933</id><published>2008-03-20T03:58:00.000-07:00</published><updated>2008-12-11T21:53:45.934-08:00</updated><title type='text'>Valente ou covarde?</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/R-JQQiAQz-I/AAAAAAAAAGo/kp0tIsOHX58/s1600-h/coragem2.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://3.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/R-JQQiAQz-I/AAAAAAAAAGo/kp0tIsOHX58/s320/coragem2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5179790766365528034" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ser valente gera confiança e fortalece a auto estima, a covardia se associa a permanecer imóvel e a não assumir compromissos. Sem medo não existe valor nem covardia. A diferença de uma conduta corajosa e valente de uma atitude covarde depende de um adequado manejo do medo.  O valor pessoal é uma condição, um estado anímico, uma forma de ser que nos impulsiona a empreender condutas ou ações que envolvem riscos para a nossa segurança, a pesar do medo que temos. é enfrentar situações de perigo com firmeza sem nos deixarmos aterrorizar diante de uma ameaça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sentir medo não é ser covarde. é um mecanismo de defensa que nos permite sobreviver. Se não sentíssemos medo não perceberíamos o perigo. Diante de uma circunstância que nos coloque em insegurança ou alarme, se geram descargas químicas de adrenocorticoides como a adrenalina no nosso organismo que preparam a nossa mente e corpo, para melhor receber um impacto, fugir do ataque, ou com o objetivo de enfrentar o que nos ameaça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não se procura sentir medo, porém as contingências da vida nos colocam nessas situações, portanto devemos estar preparados. Nesses momentos, ser valente é impedir que o medo e as emoções nos controlem e paralisem. é usar o raciocínio para buscar a melhor alternativa com efeito sair ilesos do trance, não obstante os apuros que passamos. Enquanto experimentamos o medo, não haverá maiores diferenças entre ser covardes o valentes, tudo dependerá da resposta que damos ao estimulo que o provoca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além da situação de perigo iminente, durante a vida seremos expostos a situações, onde a valentia será um valor que nos faz lutar pela nossa família e consequentemente por nossas ideias e atos, mesmo que tenhamos que pagar por isso e se arriscar. Nesses casos, a covardia se associa a permanecer imóveis, a não se expor nem assumir compromissos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No trabalho, na sociedade, com o companheiro com os grupos que frequentamos são situações onde possivelmente temos, em algum momento, que ser diferentes e ir contracorrente, isso nos coloca em possíveis eventualidades como perder o emprego, deixar de ser aceito pelos outros, ou até excluídos. Podemos optar por ficar calados e deixar que tudo continue igual. Dessa maneira quem sabe poderemos conservar o trabalho, a relação e nos pares continuem a nos considerar enquanto amigos. A coragem de expressar  nossas ideias pode fazer, no entanto, que sejamos promovidos, que o amor cresça ou que lideremos pequenas revoluções, que  sejamos apreciados e admirados pelos amigos. Ser valentes gera confiança, respeito, auto estima fortalecida e vida em nações com uma forte coesão social. A prática da covardia sempre permitiu o despotismo tanto em família como nas comunidades, ou até nos estados mais desenvolvidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;object width="425" height="355"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/LU8DDYz68kM&amp;rel=0"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/LU8DDYz68kM&amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="355"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7347717548405366579-3190185745174564933?l=sinalizando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sinalizando.blogspot.com/feeds/3190185745174564933/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7347717548405366579&amp;postID=3190185745174564933' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/3190185745174564933'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/3190185745174564933'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sinalizando.blogspot.com/2008/03/valente-o-covarde.html' title='Valente ou covarde?'/><author><name>Suzana Duarte Santos Mallard</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04785263143108850161</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/R-JQQiAQz-I/AAAAAAAAAGo/kp0tIsOHX58/s72-c/coragem2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7347717548405366579.post-7160269768317536724</id><published>2008-03-10T06:42:00.000-07:00</published><updated>2008-12-11T21:53:46.073-08:00</updated><title type='text'>Empatia</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/R9U7xB73zRI/AAAAAAAAAGg/jKkWvjRSt2I/s1600-h/empatia.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://3.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/R9U7xB73zRI/AAAAAAAAAGg/jKkWvjRSt2I/s320/empatia.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5176109060251438354" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="background-color: rgb(255, 255, 255); color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;Empatia é algo mais que simpatia, é uma identificação intelectual, psíquica, emocional e afetiva de uma pessoa para com outra. Simpatia é uma inclinação afetiva entre as pessoas. Ser simpático é uma forma de comportamento dos seres humanos que os tornam próximos entre eles. Duas pessoas podem simpatizar sem porém estabelecer uma empatia entre elas. Um individuo pode ser simpático em si e todos o reconhecerem como tal. Não existem pessoas empáticas e sim relações onde a empatia se torna primordial. Numa relação empática se compartilham sentimentos, formas de ser, condutas e vivências com terceiros. O fenômeno da empatia requer o envolvimento de pelo menos duas pessoas, podemos supor que alguns são reconhecidos mais "empáticos" que o comum, quer dizer que sua peculiaridade os faz manter com muitos uma relação de empatia. Quando se pergunta sobre o perfil de estas pessoas "empáticas" se tende a sinalizar que tem a qualidade de entrar em contato com os demais e de compreender rápida e acertadamente os problemas e necessidades de quem os tem. São indivíduos solidários que escutam atentamente que podem falar frequentemente e serem extrovertidos. Também, quando estão em grupo captam com relativa facilidade se outras pessoas querem se expressar e lhes dão a oportunidade chamando a atenção sobre elas. Estão atentas aos detalhes para destacar as virtudes de quem os acompanha. Quando se estabelece uma relação amorosa partindo de uma empatia previa, que sentem os envolvidos nesta conexão, esta tenderá a se fortalecer podendo ser duradoura. Um par pode se enamorar e ser feliz sem que haja empatia entre eles. Existe seguramente atracão inicial, desejo, paixão, racionalização, interesses e amor. Igualmente, existem enamoramentos que tem algo a mais. Ambos manifestam que "lêem os pensamentos" um do outro, o suficiente para conversar e se entender. Além do amor e outras características possuem a empatia. Se observa nas relações amistosas onde o melhor amigo o amiga é a pessoa com quem se tem empatia. Podemos encontrar muitos colegas de estudos e outras atividades, mas somente um ou muito poucos seriam amigos "de coração". Neste caso há enamoramento e sim uma conexão entre os sentimentos, a razão, gostos e interesses. Em matéria de inteligência emocional, alguns autores indicam que se pode aprender empatia assumindo condutas e comportamentos dos "empáticos". Como no amor ela é real se acontecer de maneira natural onde os envolvidos se descobrem nesta conexão.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7347717548405366579-7160269768317536724?l=sinalizando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sinalizando.blogspot.com/feeds/7160269768317536724/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7347717548405366579&amp;postID=7160269768317536724' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/7160269768317536724'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/7160269768317536724'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sinalizando.blogspot.com/2008/03/empatia.html' title='Empatia'/><author><name>Suzana Duarte Santos Mallard</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04785263143108850161</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/R9U7xB73zRI/AAAAAAAAAGg/jKkWvjRSt2I/s72-c/empatia.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7347717548405366579.post-5298453325102163599</id><published>2008-02-27T05:04:00.000-08:00</published><updated>2008-12-11T21:53:46.332-08:00</updated><title type='text'>A pior decisão</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/R8VgecBNL2I/AAAAAAAAAGY/BIp4PqAcDao/s1600-h/crossroadtransp.gif"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://2.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/R8VgecBNL2I/AAAAAAAAAGY/BIp4PqAcDao/s320/crossroadtransp.gif" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5171645823138475874" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Se não fazermos nada e nos abster-mos de agir, a situação não resolvida será decidida por outros e não por nós. A decisão que não é tomada por nós pode se tornar uma dificuldade. Abster-se de fazer algo para "lidar" com um problema ou atingir um &lt;span class="misspell" suggestions="objectivo"&gt;objetivo&lt;/span&gt; pode se revelar um erro, porque dificilmente se obtém os &lt;span class="misspell" suggestions="objectivos"&gt;objetivos&lt;/span&gt; esperados. O problema não desaparecerá ao não fazermos nada, pelo contrário, o mais provável é que ele possa se agravar ou aumentar. A palavra decidir vem de "&lt;span class="misspell" suggestions=""&gt;decidere&lt;/span&gt;" o que significa "cortar" ou se "resolver". Era utilizado para se dizer "cortar a dificuldade". Decidir também é formar-se com um julgamento definitivo sobre algo duvidosos:  "decidir uma pergunta" (&lt;span class="misspell" suggestions="ARE,RAFE,RAIE,RALE,RAPE"&gt;RAE&lt;/span&gt;). Resolver é assumir a determinação de fazer algo, principalmente encontrar a solução de um problema ou escolher entre duas possibilidades. Escolher nos obriga a tomar decisões o tempo todo. Devemos escolher o que realmente importa coisas como, o que estudar, quais crenças ter, quem deve ser nosso par, a quem nos dedicar, de que gostamos, se ter filhos, qual o tipo de educação lhes dar, à quais grupos ou  associações pertencer, em qual tipo de sociedade viver, alguém para nos governar e como crescer e se desenvolver enquanto seres humanos. Também, escolhemos em situações menos importantes tais como, o quê comer, como nos vestir, qual filme ver ou onde ir no fim de semana. Para tomar e assumir a decisão adequada a uma situação que consideramos relevante é necessário não tomar ela a ligeira levando em conta as nossas emoções para fazê-lo. A primeira coisa que devemos fazer é se perguntar sobre os efeitos que essa decisão pode vir a ter sobre nosso presente e futuro, e em qual amplitude. Medir em seguida, até onde a podemos arcar, com o impacto que terá nas nossas vidas a decisão tomada. Analisar as diferentes alternativas e ver quais serão as vantagens e os inconvenientes de dois ou mais opções que podemos optar. A vida, única, representa certos risco. Consequentemente, é necessário levar em conta as eventualidades de cada escolha e como esta pode nos &lt;span id="bad_word" class="misspell" suggestions="afectar,afretar"&gt;afetar&lt;/span&gt; negativa ou positivamente. é importante lembrar sempre que a vida em família, comunidade ou sociedade nos coloca a todo o momento frente à acontecimentos que nos obrigar a tomar decisões e que destes não podemos nos ausentar. Ninguém tomará melhor as nossas decisões do que nós mesmos. Se alguém  o faz para nós tenderá a favorecer os seus próprios interesses em vez do nosso, por mais nobres que sejam suas intenções e seus objectivos. Se não fazemos nada e nos abster-mos de agir, a situação não resolvida será decidida por outros e não por nós. O pior a se fazer é não fazer nada.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7347717548405366579-5298453325102163599?l=sinalizando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sinalizando.blogspot.com/feeds/5298453325102163599/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7347717548405366579&amp;postID=5298453325102163599' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/5298453325102163599'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/5298453325102163599'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sinalizando.blogspot.com/2008/02/pior-deciso.html' title='A pior decisão'/><author><name>Suzana Duarte Santos Mallard</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04785263143108850161</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/R8VgecBNL2I/AAAAAAAAAGY/BIp4PqAcDao/s72-c/crossroadtransp.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7347717548405366579.post-5479692339018620240</id><published>2008-02-12T09:57:00.000-08:00</published><updated>2010-04-01T16:08:18.723-07:00</updated><title type='text'>A mulher do século XXI</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/R7Hn5MBNL1I/AAAAAAAAAGQ/rLn2fD_E14g/s1600-h/texto07_imagem1.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://1.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/R7Hn5MBNL1I/AAAAAAAAAGQ/rLn2fD_E14g/s320/texto07_imagem1.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5166165217235513170" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A mulher assumiu o poder em todos os âmbitos da sua vida com o compromisso, a carga e a exigência do que isso implica. Durante o século XX a mulher emancipou-se. Desde o início da história os homens dominaram a relação tendo em conta a sua força física. O homem foi o provedor, o caçador, aquele que fornecia o alimento à família ou a Comunidade, e dava segurança ao seu clã. A mulher, parte da sua vida, mulher grávida ou amamentando, dedicando-se a criação. Em seguidamente a mulher, ao depender de homem à ele foi subordinada e sob controle do "masculino", permaneceu longamente, aceitando a ideologia e a cultura patriarcal. Chamado "de machismo" em tempos modernos. Assim, passou Milénios! até começar o período de libertação feminina, onde, ela obtém suas mais maiores realizações durante o século passado. Permanecem ainda objetivos para se atingir e discriminações a serem desfeitas, como as diferenças salariais e outros que deverão ser resolvidos. No entanto, a mulher pôde estudar, votar, igualizar os seus direitos, trabalhar, o exprimir, pensar, decidir o seu destino, gostar, gozar da sua sexualidade, julgar e tomar decisões sobre a sua vida e o seu ambiente. A mulher de hoje possui os mesmos direitos do homem, responsabilidades iguais e obrigações iguais. Essa mudança socio-cultural,  por sua vez lhe atribuiu novas responsabilidades. Isto acarretou no desenvolvimento e envolvimento de sua personalidade. Em todos os domínios, do trabalho humano, na arte e na ciência, na tecnologia, na direção da casa, na tomada de decisões, na iniciativa sexual etc. Além disso, sem perder as suas funções naturais maternas e da feminilidade. As mudanças provocaram igualmente transformações psicológicas. De submissa, obediente e dependente ela ficou livre, independente e autónoma. A mulher assumiu poder, em casa, no trabalho, na política, na sociedade com o compromisso, a carga e a exigência que isso implica. As mulheres buscam encontrar um equilíbrio sem perder a sua feminilidade, perante uma nova forma de viver com os  custos de estar em sociedade, bem como no ambiente profissional. Estas mudanças em um dos dois pilares da espécie exigiram reajustamentos em seu companheiro, o homem, ele, teve de se adaptar à concorência em espaços que ele ocupava por "direito". Teve de entregar o poder, compartilhar o prazer e aceitar tarefas e funções que supunha e acreditava serem de exclusividade feminina como amamentação dos filhos ou as tarefas domesticas. Tudo isso tornou a mulher mais feliz? e o homem? Evidentemente neste século não cabe mais o "machismo" e as atitudes atreladas a ele, porém, precisa vir de ambos o esforço para aqueles que querem funcionar juntos.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7347717548405366579-5479692339018620240?l=sinalizando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sinalizando.blogspot.com/feeds/5479692339018620240/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7347717548405366579&amp;postID=5479692339018620240' title='16 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/5479692339018620240'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/5479692339018620240'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sinalizando.blogspot.com/2008/02/mulher-do-sculo-xxi.html' title='A mulher do século XXI'/><author><name>Suzana Duarte Santos Mallard</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04785263143108850161</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/R7Hn5MBNL1I/AAAAAAAAAGQ/rLn2fD_E14g/s72-c/texto07_imagem1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>16</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7347717548405366579.post-5349750235668912113</id><published>2007-11-26T08:40:00.000-08:00</published><updated>2008-12-11T21:53:46.827-08:00</updated><title type='text'>À quem  pertencemos?</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/R0r5WtHlXUI/AAAAAAAAAGI/jK2Cqds-XBo/s1600-h/preso.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://4.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/R0r5WtHlXUI/AAAAAAAAAGI/jK2Cqds-XBo/s320/preso.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5137192493433314626" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pertencemos à nós mesmos. Cada ser humano é proprietário de sua consciência. Pensa por ele mesmo e toma as suas decisões. Nenhuma pessoa sonha, sente, inventa, imagina, concebe, &lt;span id="misp_compose_1" class="hm"&gt;projeta&lt;/span&gt; ou raciocina por outra. A maioria dos pais agem na crença de que os seus filhos lhes pertencem interpretando &lt;span id="misp_compose_2" class="hm"&gt;inadequadamente&lt;/span&gt; o conceito pátria e poder, o qual com efeito lhe corresponde por direito universal. Recordem as palavras de &lt;span id="misp_compose_3" class="hm"&gt;Gibrán&lt;/span&gt; &lt;span id="misp_compose_4" class="hm"&gt;Khalil&lt;/span&gt; no Profeta: "Vossos filhos não são os vossos filhos. São os filhos e as filhas da Vida. Vêm por meio de vocês mas não de vocês. E mesmo que estejam &lt;span id="misp_compose_5" class="hm"&gt;coim&lt;/span&gt; vocês não vos pertencem. Podem lhes dar o vosso amor, mas não os vossos pensamentos. Porque eles tem seus próprios pensamentos." ;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt; Quando um ser humano pertence à outro ele é seu escravo. No entanto, não podemos negar que cada um experimenta um sentimento de pertença. Pertençam à família, à uma escola, uma religião, uma nação e fazemos parte uma etnia, de uma identidade nacional, de uma forma ou de outra de uma cultura. Para &lt;span id="misp_compose_6" class="hm"&gt;granden&lt;/span&gt; parcela da humanidade pertencemos ou fazemos parte da Providência Divina. Homens e mulheres devolvidos se consideram "um de outro" ;.&lt;br /&gt;Isto se deve em primeiro lugar, pela segurança. Os primeiros grupos humanos compreenderam que sobreviver implicava em coexistir isto é, permanecer juntos, com o sentido de sobrevivência, a necessidade do gregarismo e a coexistência. Todo o indivíduo se sente melhor e mais seguro quando parte de uma comunidade.&lt;br /&gt;Em segundo lugar, fazemos parte dessa comunidade por ocupar nela uma posição que no grupo é reconhecida. Quando as crianças se sentem aceitas e amadas pelos seus pais, irmãos e familiares &lt;span id="misp_compose_7" class="hm"&gt;constroem&lt;/span&gt; uma solida auto estima, crescem mais seguros de si mesmos e se adaptam melhor a convivência social.&lt;br /&gt;Mais tarde, passamos a fazer parte de grupos religiosos, sociais, culturais, políticos, estudantis, de trabalho, &lt;span id="misp_compose_10" class="hm"&gt;vocacionais&lt;/span&gt; e diferente orientação porque aquilo que nos interessa é de compartilhar os nossos pensamentos, &lt;span id="misp_compose_11" class="hm"&gt;atividades&lt;/span&gt; e pareceres com outros e ser reconhecidos por aquilo. Na medida que outros confiam em nós, mais confiança teremos.&lt;br /&gt;Desejamos ainda fazer parte de uma identidade social ou nacional, que pode ajudar a desenvolver nosso país ou o lugar ao qual "pertencemos" ;. Quando os cidadãos de uma nação não possuem o sentido de propriedade, a coesão social é demolida e sucumbe num estado onde cada qual atenta contra seu próximo. Sem sentimento de propriedade perdemos a segurança individual e social.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7347717548405366579-5349750235668912113?l=sinalizando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sinalizando.blogspot.com/feeds/5349750235668912113/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7347717548405366579&amp;postID=5349750235668912113' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/5349750235668912113'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/5349750235668912113'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sinalizando.blogspot.com/2007/11/quem-pertencemos.html' title='À quem  pertencemos?'/><author><name>Suzana Duarte Santos Mallard</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04785263143108850161</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/R0r5WtHlXUI/AAAAAAAAAGI/jK2Cqds-XBo/s72-c/preso.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7347717548405366579.post-3088738079416131435</id><published>2007-11-12T08:46:00.000-08:00</published><updated>2008-12-11T21:53:46.970-08:00</updated><title type='text'>Memórias</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/RziG9QYKE3I/AAAAAAAAAGA/JX87iEKywnY/s1600-h/memoria.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://2.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/RziG9QYKE3I/AAAAAAAAAGA/JX87iEKywnY/s320/memoria.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5132000162315113330" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Ser agredido, ser vítima de um incidente ou de um abuso registará na nossa memória lembranças difíceis de apagar. O mesmo acontece nos acontecimentos vividos com o companheiro ou a família, as peripécias do noivado, do casamento e outros episódios como o nascimento dos filhos e as relações estabelecidas com eles. Todas as memórias nos alteram e nos moldam a nossa forma de ser, de pensar e sentir e muito provavelmente como é o caso das &lt;span id="misp_compose_1" class="hm"&gt;reações&lt;/span&gt; &lt;span id="misp_compose_2" class="hm"&gt;pos-traumaticas&lt;/span&gt;, depressões, estados de ansiedade ou mudanças de atitudes, reorganização do comportamento em alternando estados de tristeza ou de felicidade. A cada dia vivemos &lt;span id="misp_compose_3" class="hm"&gt;inumeras&lt;/span&gt; situações, sem relevância que acabamos apagando de nossa memoria, da mesma maneira recordamos fatos, nomes de pessoas que conhecemos, situações vividas bem como de lugares. Isto acontece pelo fato de que novas informações são armazenadas na nossa memória de curto prazo, que no tempo negligenciaremos. As memórias que se fixam na memória de longo prazo, dependem da carga emocional que o evento carrega. Recordaremos no tempo o que nos implica emocionalmente. Diferentes autores explicam que diferentes hormonas como a &lt;span id="misp_compose_4" class="hm"&gt;adrénalina&lt;/span&gt; e outros &lt;span id="misp_compose_5" class="hm"&gt;corticoïdes&lt;/span&gt; que nosso organismo produz frente a situações de perigo, ou que a &lt;span id="misp_compose_6" class="hm"&gt;feniletilamina&lt;/span&gt; e &lt;span id="misp_compose_7" class="hm"&gt;dopaminas&lt;/span&gt; que circulam em nos quando sentimos dor ou prazer, funcionam como "tintas &lt;span id="misp_compose_8" class="hm"&gt;indelebeis&lt;/span&gt;" ; para "escrever" ; no nosso cérebro a nova importante informação. Maior a emoção que sentimos face a uma cena, mais impacto e  detalhes ela possuirá na memória. É difícil memorizar matérias quando estudarmos a menos que isso nos traga prazer o que nos permite deslocar o que saber.no momento que tentamos aceder ao que estudamos, os conteúdos que não nos mobilizaram sentimentalmente são &lt;span id="misp_compose_10" class="hm"&gt;acessados&lt;/span&gt; com certo esforço, a memoria não ficou registrada para longo prazo e sim só para um uso imediato. Outros problemas são provocados pelas falsas memórias. Algumas pessoas podem confundir o que é sonhado ou o que é imaginado com a realidade. O cérebro não muito eficaz para distinguir uma eventual realidade de de uma imaginada intensamente por alguém, e a pessoa pode produzir "lembranças" ; desta induzidos por visualizações alimentadas pela imaginação.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7347717548405366579-3088738079416131435?l=sinalizando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sinalizando.blogspot.com/feeds/3088738079416131435/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7347717548405366579&amp;postID=3088738079416131435' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/3088738079416131435'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/3088738079416131435'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sinalizando.blogspot.com/2007/11/memrias.html' title='Memórias'/><author><name>Suzana Duarte Santos Mallard</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04785263143108850161</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/RziG9QYKE3I/AAAAAAAAAGA/JX87iEKywnY/s72-c/memoria.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7347717548405366579.post-6561522656764768267</id><published>2007-11-03T18:35:00.000-07:00</published><updated>2008-12-11T21:53:47.181-08:00</updated><title type='text'>Estado de Grande medo</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/Ry0jj-zEVxI/AAAAAAAAAF4/XF93Y5sMcMg/s1600-h/omedo.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://3.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/Ry0jj-zEVxI/AAAAAAAAAF4/XF93Y5sMcMg/s320/omedo.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5128794651704448786" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;A grande maioria da população mundial sente medo. Se teme ataques terroristas, doenças infecto-contagiosas mortais, assaltos e raptos, escassez económica, falta de emprego, roubo da identidade, fraudes bancárias ou de cartões de crédito. O pavor à ladrões, as quadrilhas, policiais corruptos, a insegurança pessoal e legal, para além da fobia das baratas e os pânicos tradicionais como o medo de morrer, "passar pelo ridículo" ; ou fala em público. Tudo isto sem contar com o medo do estado, em países onde se exprimir contra as autoridades pode trazer consequências. Em sociedades sem coesão social e solidariedade entre os seus cidadãos se percebe o medo do outro. Se vive em permanente estado de medo. De certa maneira se recebe influências que carregam em si doses substanciais de incerteza, dúvidas e medo. O medo, em si é natural e vital para a vida. Sem o medo a humanidade não teria sobrevivido. Aparece frente a uma ameaça ou dano físico. Na presença do perigo, o sistema nervoso produz adrenalina, epinefrina e norepinefrina e prepara o organismo para fazer enfrentar o evento com uma resposta de fuga, para preservar a vida, ou de ataque, fazendo face ao acontecimento. Quando o medo for latente como uma ameaça que não se concretiza, a angustia do dia à dia leva ao acumulo de adrenocorticoides no organismo, provocando um esforço contínuo que prejudica a saúde, que equivale à encurtar o tempo de vida. Para diminuir o problema devemos ir à o que é básico: Fugir ou atacar. A terceira opção é nos paralisar, o que nos deixa à mercê do que esteja provocando o melhor mecanismo de defesa para a sobrevivência: O medo. Devemos aceitar que o medo continua existindo enquanto a causa dele não terá desaparecido. A única maneira de reduzi-lo ou de o fazer desaparecer  está na eliminação de suas origens. Temos o direito de viver sem medo e podemos obter se nos mobilizarmos.  Frente aos seus medos, tome uma iniciativa, se mecha e não permaneça inerte ou nunca deixará  de viver com medo. Afirma-se que o medo é o maior inimigo do homem. O medo está por trás do fracasso, da doença e das relações humanas desagradáveis. Milhões de pessoas têm medo do  passado, do futuro, da velhice e da loucura. O medo é um pensamento em sua mente e  você tem medo dos seus próprios pensamentos.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7347717548405366579-6561522656764768267?l=sinalizando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sinalizando.blogspot.com/feeds/6561522656764768267/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7347717548405366579&amp;postID=6561522656764768267' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/6561522656764768267'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/6561522656764768267'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sinalizando.blogspot.com/2007/11/estado-de-grande-medo.html' title='Estado de Grande medo'/><author><name>Suzana Duarte Santos Mallard</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04785263143108850161</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/Ry0jj-zEVxI/AAAAAAAAAF4/XF93Y5sMcMg/s72-c/omedo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7347717548405366579.post-3271589842016163022</id><published>2007-10-26T18:21:00.000-07:00</published><updated>2008-12-11T21:53:47.302-08:00</updated><title type='text'>Depressão em adolescentes</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/RyW3LezEVwI/AAAAAAAAAFw/mvZTJLwNSkI/s1600-h/images.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 197px; height: 153px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/RyW3LezEVwI/AAAAAAAAAFw/mvZTJLwNSkI/s320/images.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5126705158704879362" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a name="misp_compose_4"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a name="misp_compose_7"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a name="misp_compose_11"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a name="misp_compose_12"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a name="misp_compose_13"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a name="misp_compose_15"&gt;&lt;/a&gt;Com freqüência mais adolescentes recebem o diagnostico de depressão, adolescente taciturnos, introvertidos e com pouco ou nenhum interesse nas ocupações normais de seus colegas. Os percebemos abatidos, desiludidos, com a auto-estima rebaixada e certa tristeza. A maioria dos adolescentes passa por pequenos períodos depressivos com problemas típicos da idade, como um mal estar parcial nos estudos, o fim de um namoro ou conflitos com seus pais pelas suas exigências de independência etc.. O problema é quando o estado depressivo se instala levando a pessoa ao mal estar permanente, desde a incapacidade de amar a vida, incômodos para dormir, auto depreciação, sentimento de culpa, ao medo e pensamentos ou até mesmo tentativas de suicídio. Neste caso, o estado depressivo requer uma atenção profissional imediata. A depressão no adolescente é natural, na medida, em que esta for uma resposta temporária de circunstâncias que ele pode ter provocado, como as mudanças hormonais, o esforço do estudo, mudanças bruscas e radicais em sua rotina, a mudança de um países à outro, ou a crise existencial na busca de uma identificação. É complicado diagnosticar a depressão nos adolescentes. Considera-se que nos países desenvolvidos 17% dos jovens sofreu de pelo menos um incidente depressivo, às meninas são as mais atingidas. Outros responsáveis são os maus tratos e a perseguição sexual infantil como também ter antecedentes de pais ou pessoas próximas depressivas. Nos jovens, a depressão acompanha também estados de distúrbios psíquicos como a bulimia e a anorexia. Os pais de um jovem com tendências depressivas devem ser vigilantes, e se esta condição ultrapassa duas ou três semanas, devem procurar o terapeuta, profissional para o seu diagnóstico. Em primeiro lugar são descartadas as razões de origem fisiológica e eventualmente o médico com o terapeuta determinará se é ou não uma depressão. Caso o diag&lt;span style=""&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;nós&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;tico for positivo, as opções de tratamento serão semelhantes ao tratamento da depressão em adultos, quer dizer que, incluirão medicamentos anti depressivos e provavelmente um acompanhamento psic&lt;span style="font-size:100%;"&gt;ote&lt;span style=""&gt;rá&lt;/span&gt;pico&lt;/span&gt;. Estes encontr&lt;span style=""&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;os psicoterapêuticos&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;  serão úteis nos dois casos, como numa depressão circunstancial como na crônica, para aumentar a auto-estima do jovem, criar confiança, contribuir para a sua identificação e dotá-lo de instrumentos e mecanismos para enfrentar e confrontar problemas e atingir objetivos.   &lt;/div&gt;&lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7347717548405366579-3271589842016163022?l=sinalizando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sinalizando.blogspot.com/feeds/3271589842016163022/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7347717548405366579&amp;postID=3271589842016163022' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/3271589842016163022'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/3271589842016163022'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sinalizando.blogspot.com/2007/10/depresso-em-adolescentes.html' title='Depressão em adolescentes'/><author><name>Suzana Duarte Santos Mallard</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04785263143108850161</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/RyW3LezEVwI/AAAAAAAAAFw/mvZTJLwNSkI/s72-c/images.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7347717548405366579.post-844326414452893104</id><published>2007-10-19T05:32:00.000-07:00</published><updated>2008-12-11T21:53:47.475-08:00</updated><title type='text'>O desafio da depressão</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/Rxik-mpRpdI/AAAAAAAAAFg/i6uZMgbqaEo/s1600-h/caminhada.gif"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://2.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/Rxik-mpRpdI/AAAAAAAAAFg/i6uZMgbqaEo/s320/caminhada.gif" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5123025971566454226" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="olho"&gt;Falta de diagnóstico e tratamento errado levam número cada vez maior de pessoas a sofrer com a doença:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="olho"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Uma caminhada durante 30 minutos, três vezes por semana,               pode ser tão efetiva no alívio dos sintomas da               depressão quanto o tratamento padrão à base               de medicamentos anti-depressivos, conforme publicado na edição               de hoje do &lt;i&gt;The Archives of Internal Medicine&lt;/i&gt;.                           &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Os pesquisadores estudaram 156 pacientes idosos diagnosticados               com desordem depressiva principal (em inglês, MDD), os quais               foram divididos em três grupos: exercícios,               medicamentos e medicamentos com exercícios. Após 16               semanas, todos os grupos apresentaram melhoria similar e               estatisticamente significativa. Cerca de 33% dos pacientes em               geral não respondem a medicamentos, os quais causam, às               vezes, efeitos colaterais indesejáveis. &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;                          &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O exercício pode ser considerado como opção               viável para esses pacientes, conforme afirma James               Blumenthal. Os resultado provavelmente se aplicam à população               em geral, pois os idosos tendem a apresentar problemas médicos               adicionais que podem tornar difícil a prática de               exercícios regulares. &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;                          &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Sintomas da MDD incluem ânimo deprimido ou perda de               interesse combinados a, no mínimo, 4 dos seguintes ítens:               distúrbios do sono, perda de peso, mudanças no               apetite, agitação psicomotora, baixa auto-estima ou               culpa excessiva, cognição ou concentração               debilitada e desejo de morte. &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;                          &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A simples ingestão de uma pílula é muito               passiva, diferentemente do exercício, que faz com que os               pacientes sintam-se dominadores de sua condição, com               grande senso de realização. Sentem-se mais               auto-confiantes, com melhor auto-estima por poderem realizar               sozinhos os exercícios físicos. &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;                          &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Essas descobertas podem mudar a maneira pela qual alguns               pacientes deprimidos são tratados, especialmente aqueles não               interessados em anti-depressivos. O estudo não incluiu               pacientes acentuadamente suicidas ou com depressão psicótica.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7347717548405366579-844326414452893104?l=sinalizando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sinalizando.blogspot.com/feeds/844326414452893104/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7347717548405366579&amp;postID=844326414452893104' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/844326414452893104'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/844326414452893104'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sinalizando.blogspot.com/2007/10/o-desafio-da-depresso.html' title='O desafio da depressão'/><author><name>Suzana Duarte Santos Mallard</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04785263143108850161</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/Rxik-mpRpdI/AAAAAAAAAFg/i6uZMgbqaEo/s72-c/caminhada.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7347717548405366579.post-3418147779687740125</id><published>2007-10-09T16:15:00.000-07:00</published><updated>2008-12-11T21:53:47.627-08:00</updated><title type='text'>Tristeza ou depressão?</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/RwwNjGpRpcI/AAAAAAAAAFY/TCBg5yXkUUs/s1600-h/psicoterapianao-Picasso-VisagedeFemmeSurFondRaye.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 218px; height: 355px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/RwwNjGpRpcI/AAAAAAAAAFY/TCBg5yXkUUs/s320/psicoterapianao-Picasso-VisagedeFemmeSurFondRaye.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5119481773143729602" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;De maneira geral, a depressão é a tristeza que não passa, e que muitas vezes parece não ter um motivo definido। "É perfeitamente natural que, em momentos de grande tristeza, as pessoas sintam um grande desânimo diante da vida। O problema é que, muitas vezes, a tristeza pela morte de alguém querido, pelo fim de um relacionamento, pela perda de um emprego, não passa. Normalmente, a tristeza é vencida depois de um período de luto, e a vida recomeça। Mas, quando ela não vai embora, pode estar encobrindo uma depressão. Se uma pessoa percebe que está com muita dificuldade para vencer o sofrimento, deve procurar orientação médica o quanto antes".&lt;br /&gt;&lt;p&gt;  Embora os sintomas da depressão variem muito, alguns são comuns a quase todas as pessoas que sofrem deste mal. Veja quais são:&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;b&gt;Distúrbios do sono&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;A insônia está ligada diretamente à depressão. Embora nem todas as pessoas que sofram de insônia estejam deprimidas, a grande maioria dos deprimidos sofre de insônia, especialmente aquela em que de desperta durante a madrugada e não se consegue mais dormir. Outro tipo de insônia comum entre as pessoas que sofrem de depressão é aquela em que se dorme por longas horas, mas o sono não é reparador. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;b&gt;Distúrbios alimentares&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;A inapetência ou o excesso de apetite também podem estar ligados à depressão. Em geral, as pessoas que sofrem de anorexia e de bulimia, por exemplo, estão deprimidas. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;b&gt;Melancolia&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;O indivíduo deprimido está sempre triste e sem vontade de fazer coisa alguma. Em alguns casos, momentos de melancolia são intercalados por momentos de euforia. Os indivíduos que sofrem disso são os chamados "maníaco-depressivos". &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;b&gt;Autoflagelação&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Mesmo sem perceber, o indivíduo deprimido parece querer infligir sofrimento a si mesmo. É muito comum, também, que a depressão cause problemas ao sistema imunológico, e o indivíduo adoeça. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;b&gt;Pensamentos mórbidos&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;A pessoa deprimida pensa muito em morte - não necessariamente em suicício. Esses pensamentos não devem ser incentivados, mas precisam ser compreendidos. &lt;/p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 1px 0pt; color: rgb(0, 0, 0);font-family:georgia;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=""&gt;É    normal a pessoa confundir ainda hoje, depressão com tristeza, “baixo    astral”, fossa, ou atribuírem os sentimentos à “fase ruim”. A    tristeza é um sentimento que acontece com qualquer pessoa, mas é    passageiro, não altera o funcionamento do indivíduo.&lt;o:p&gt;    &lt;/o:p&gt;    &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:georgia;font-size:100%;color:#000080;"   &gt;&lt;span style=""&gt;Entristecer    não é deprimir. É uma conscientização da situação ou condição que não    é aquela que o indivíduo desejaria que fosse, independente de ser ou não    fantasiosa. Todo ser humano tem momentos de tristeza, fazem parte da vida.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7347717548405366579-3418147779687740125?l=sinalizando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sinalizando.blogspot.com/feeds/3418147779687740125/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7347717548405366579&amp;postID=3418147779687740125' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/3418147779687740125'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/3418147779687740125'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sinalizando.blogspot.com/2007/10/tristeza-ou-depresso.html' title='Tristeza ou depressão?'/><author><name>Suzana Duarte Santos Mallard</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04785263143108850161</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/RwwNjGpRpcI/AAAAAAAAAFY/TCBg5yXkUUs/s72-c/psicoterapianao-Picasso-VisagedeFemmeSurFondRaye.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7347717548405366579.post-5041622746661849372</id><published>2007-10-02T17:03:00.000-07:00</published><updated>2008-12-11T21:53:47.753-08:00</updated><title type='text'>Antidepressivos: qual o momento certo para usar?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/RwwLJ2pRpbI/AAAAAAAAAFQ/nZYLpqumGv4/s1600-h/fotohelendois.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://3.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/RwwLJ2pRpbI/AAAAAAAAAFQ/nZYLpqumGv4/s320/fotohelendois.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5119479140328777138" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Segundo a Organização Mundial da Saúde, 12 milhões de pessoas sofrem de depressão no planeta। Em outubro de 2003, foram consumidos 16,8 milhões de comprimidos de Prozac, Zoloft, Pamelor e outros tipos de antidepressivos só no Brasil, segundo levantamento do Instituto Brasileiro de Defesa do Usuário de Medicamentos। O sociólogo americano Allan Horwitz achou os culpados pelo consumo abusivo desse tipo de medicamento: a indústria de antidepressivos aliada a médicos que superestimam a tristeza e lançam mão de diagnósticos preguiçosos, prescrevendo antidepressivos para qualquer caso। Allan acaba de lançar nos Estados Unidos o livro " A Perda da Tristeza: Como a Psiquiatria Transformou a Tristeza Comum em Desordem Depressiva". Diante da polêmica, esta lançada a questão: Antidepressivos: qual o momento certo para usar?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span id="ctl00_lblResumoArtigo" class="art_res"&gt;Segundo a OMS a depressão é a quarta maior causa de óbitos no mundo hoje e deverá ser a segunda em menos de duas décadas, só ficando atrás de doenças cardíacas. Portanto as doenças psicossociais.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7347717548405366579-5041622746661849372?l=sinalizando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sinalizando.blogspot.com/feeds/5041622746661849372/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7347717548405366579&amp;postID=5041622746661849372' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/5041622746661849372'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/5041622746661849372'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sinalizando.blogspot.com/2007/10/antidepressivos-qual-o-momento-certo_02.html' title='Antidepressivos: qual o momento certo para usar?'/><author><name>Suzana Duarte Santos Mallard</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04785263143108850161</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/RwwLJ2pRpbI/AAAAAAAAAFQ/nZYLpqumGv4/s72-c/fotohelendois.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7347717548405366579.post-1776670816434364878</id><published>2007-10-02T16:58:00.000-07:00</published><updated>2008-12-11T21:53:47.923-08:00</updated><title type='text'>de volta...</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/RwLby2pRpaI/AAAAAAAAAFE/MNnreL5dq9E/s1600-h/mala.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://1.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/RwLby2pRpaI/AAAAAAAAAFE/MNnreL5dq9E/s320/mala.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5116893793354884514" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estou de volta com novas idéias e matérias.&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Participem com suas opiniões!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Aguardem!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obrigada pelas visitas!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Suzana&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7347717548405366579-1776670816434364878?l=sinalizando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sinalizando.blogspot.com/feeds/1776670816434364878/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7347717548405366579&amp;postID=1776670816434364878' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/1776670816434364878'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/1776670816434364878'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sinalizando.blogspot.com/2007/10/de-volta.html' title='de volta...'/><author><name>Suzana Duarte Santos Mallard</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04785263143108850161</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/RwLby2pRpaI/AAAAAAAAAFE/MNnreL5dq9E/s72-c/mala.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7347717548405366579.post-3105581127836211606</id><published>2007-08-07T18:44:00.000-07:00</published><updated>2008-12-11T21:53:48.141-08:00</updated><title type='text'>Comunicado</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/RrkhX1WoziI/AAAAAAAAAE0/_WmDBu40nmw/s1600-h/homepage_foto.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://3.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/RrkhX1WoziI/AAAAAAAAAE0/_WmDBu40nmw/s320/homepage_foto.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5096141146689162786" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Estarei ausente por alguns dias. Assim que retornar &lt;span&gt;estarei&lt;/span&gt; &lt;span&gt;colocando&lt;/span&gt; &lt;span&gt;novas&lt;/span&gt; &lt;span&gt;postagens&lt;/span&gt;,&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Aguardem!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Obrigada pelas visitas!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Suzana&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7347717548405366579-3105581127836211606?l=sinalizando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sinalizando.blogspot.com/feeds/3105581127836211606/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7347717548405366579&amp;postID=3105581127836211606' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/3105581127836211606'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/3105581127836211606'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sinalizando.blogspot.com/2007/08/comunicado.html' title='Comunicado'/><author><name>Suzana Duarte Santos Mallard</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04785263143108850161</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/RrkhX1WoziI/AAAAAAAAAE0/_WmDBu40nmw/s72-c/homepage_foto.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7347717548405366579.post-5137248390626229573</id><published>2007-08-02T18:23:00.000-07:00</published><updated>2008-12-11T21:53:48.303-08:00</updated><title type='text'>um novo pai</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/RrKHklWozhI/AAAAAAAAAEs/9zJuyyHka1E/s1600-h/jl_d3-2-11-4-05-pai-mae.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://3.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/RrKHklWozhI/AAAAAAAAAEs/9zJuyyHka1E/s320/jl_d3-2-11-4-05-pai-mae.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5094283191081553426" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify" lang="pt-BR"&gt; &lt;span style=";font-family:Tahoma,sans-serif;font-size:100%;"  &gt;&lt;span style="background: transparent none repeat scroll 0% 50%; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Existe um aspeto positivo da atual fase de transição da família, nesse movimento o homem reinventa seu papel e constrói a subjetividade de &lt;b&gt;pai&lt;/b&gt; com nova postura. Uma paternidade que acolhe e convive com o processo de transformações neste o &lt;b&gt;pai&lt;/b&gt; transita entre valores novos e arcaicos vivendo o silêncio e o distanciamento impostos por determinações culturais, através de várias gerações.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style=";font-family:Tahoma,sans-serif;font-size:100%;"  &gt;&lt;span style="background: transparent none repeat scroll 0% 50%; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;O pai ideal que se intala na ausência de sua efetividade da origem a diversas formas de figura paterna que transita em meio às situações terapêuticas de forma variada, seja por meio de sua concreta presença ou de sua efetiva ausência da vida do sujeito, seja por meio de projeções que fazem de diversos pais internalizados, ou de representações de &lt;b&gt;pai&lt;/b&gt;. Cada qual construiu, a seu modo, o &lt;b&gt;pai&lt;/b&gt; institucional, o &lt;b&gt;pai&lt;/b&gt; provedor, o &lt;b&gt;pai&lt;/b&gt; protetor, o &lt;b&gt;pai&lt;/b&gt; herói, forte e viril, &lt;b&gt;pai&lt;/b&gt; frágil, &lt;b&gt;pai&lt;/b&gt; omisso, entre outras.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify" lang="pt-BR"&gt; &lt;span style=";font-family:Times,Times New Roman;font-size:100%;"  &gt;&lt;span style="background: transparent none repeat scroll 0% 50%; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;"&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma,sans-serif;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Os movimentos, que se observam em tempos de mutação e transição da paternidade, acenam para um futuro em que ao &lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;pai&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt; serão devolvidas, face ao bebê e à criança, a intrincada e ambivalente relação até aqui reservada à mãe. Ele não será um &lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;pai&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;-mãe, como diria Parseval (1986), mas um &lt;i&gt;homem-&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;pai&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;, &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;ou mesmo, o homem reconciliado, que, no dizer de Badinter (1992), é aquele que encontrou seu &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;pai&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt; e reencontrou sua mãe, isto é, tornou-se homem sem ferir o feminino-materno. Reconciliação supõe a idéia de uma dualidade de elementos que tiveram que se separar, e até que se opor, antes de se reencontrar. Leva em conta a noção de tempo, de etapas a superar, de conflitos a resolver. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify" lang="pt-BR"&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:100%;" &gt;&lt;span style="font-family:Times,Times New Roman;"&gt;&lt;span style="background: transparent none repeat scroll 0% 50%; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;"&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma,sans-serif;"&gt;O reencontro do homem adulto com sua feminilidade original está nos antípodas do ódio de si que procede por exclusão. É verdade que o homem reconciliado não é educado no desprezo e no medo do feminino. Por isso o reencontro é menos difícil e dramático do que outrora. O homem reconciliado só pode nascer de uma grande revolução paternal. Esta, iniciada há apenas duas décadas, necessitará de várias gerações para concretizar-se plenamente. Ela clama por mudança radical nas mentalidades e profunda transformação nas condições da vida privada e profissional que, observamos, estão sendo tecidas nos núcleos familiares contemporâneos, a partir dos conflitos reestruturantes que nelas se manifestam&lt;/span&gt;.&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7347717548405366579-5137248390626229573?l=sinalizando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sinalizando.blogspot.com/feeds/5137248390626229573/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7347717548405366579&amp;postID=5137248390626229573' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/5137248390626229573'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/5137248390626229573'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sinalizando.blogspot.com/2007/08/um-novo-pai.html' title='um novo pai'/><author><name>Suzana Duarte Santos Mallard</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04785263143108850161</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/RrKHklWozhI/AAAAAAAAAEs/9zJuyyHka1E/s72-c/jl_d3-2-11-4-05-pai-mae.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7347717548405366579.post-5783868644416663432</id><published>2007-07-16T06:20:00.000-07:00</published><updated>2008-12-11T21:53:48.545-08:00</updated><title type='text'>Os nomes do Pai...</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/Rptxc9o1gnI/AAAAAAAAAEk/-tC4WNPsxFk/s1600-h/Nomes.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://2.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/Rptxc9o1gnI/AAAAAAAAAEk/-tC4WNPsxFk/s320/Nomes.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5087784946441224818" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="background: transparent none repeat scroll 0% 50%; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;font-size:85%;" &gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Erik Porge, em &lt;i&gt;Os nomes do pai em Jacques Lacan, &lt;/i&gt;diz textualmente: “O pai é uma metáfora” (1998, p. 40). E define logo a seguir: “O Nome-do-pai é a capacidade normativizante do pai enquanto ele não se conforma a uma média, mas ‘faz rachar’ as normas maternas para instituir novas. Sua perversão é a versão da mudança de norma que ele institui por relação ao desejo da mãe” (p. 41). É no édipo que essa função normativizante do Nome-do-pai opera como metáfora paterna, e alarga as possibilidades simbolicas para a criança. O problema é que falamos à versão  como se essa função pudesse ser exercida sem sujeito; metaforizamos o pai a tal ponto que não sabemos mais a que, ou a quem estamos nos referindo. Certo uso que fazemos da teoria lacaniana pode reforçar o mito contemporâneo da descartabilidade do pai. O que fica de fora, mais do que a figura do pai, é a sua eficácia enquanto portador da diferença (e trata-se sempre da diferença sexual). Pois é justamente o registro da diferença que pode fazer frente ao incesto.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;span style="background: transparent none repeat scroll 0% 50%; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;font-size:85%;" &gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Corneau (1997), num livro que traz idéias interessantes, apesar do titulo um tanto apelativo, &lt;i&gt;Pai ausente, filho carente: o que aconteceu com os homens?&lt;/i&gt;, também enfatiza a importância do pai como interditor do poder materno em relação ao filho, função que lhe parece extremamente difícil para os homens a exercerem: “Na verdade o pai, ao provocar o fim da união total entre a mãe e seu filho, rompe a identificação entre o desejo e o objeto do desejo. Isso significa que a criança poderá tomar consciência do desejo como sendo um &lt;i&gt;fato psíquico &lt;/i&gt;que possui uma experiência em si, uma existência independente do fato de esse desejo encontrar ou não satisfação na realidade exterior. [...]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;span style="background: transparent none repeat scroll 0% 50%; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;font-size:85%;" &gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Esta frustração do incesto permite também a separação entre natureza e cultura. Um homem que vive fundido ao seu interior, vive também fundido ao mundo exterior. Ele torna-se a cultura e fica identificado com os estereótipos em voga. Se, para ser um homem, é preciso ter ar de macho, ele terá ar de macho. Se é preciso ser meigo, ele será meigo. Ou seja, um homem que permanece principalmente identificado à mãe não tem acesso a sua própria individualidade; ele permanece o joguete de seu inconsciente e das modas sociais” (Corneau, 1997, p. 41).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7347717548405366579-5783868644416663432?l=sinalizando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sinalizando.blogspot.com/feeds/5783868644416663432/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7347717548405366579&amp;postID=5783868644416663432' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/5783868644416663432'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/5783868644416663432'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sinalizando.blogspot.com/2007/07/os-nomes-do-pai.html' title='Os nomes do Pai...'/><author><name>Suzana Duarte Santos Mallard</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04785263143108850161</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/Rptxc9o1gnI/AAAAAAAAAEk/-tC4WNPsxFk/s72-c/Nomes.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7347717548405366579.post-196966291490249484</id><published>2007-07-12T03:33:00.000-07:00</published><updated>2008-12-11T21:53:49.330-08:00</updated><title type='text'>além do nome do Pai...</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/RpYIrto1gmI/AAAAAAAAAEc/LZ3k0yf7QH8/s1600-h/em_nome.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://4.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/RpYIrto1gmI/AAAAAAAAAEc/LZ3k0yf7QH8/s320/em_nome.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5086262376239825506" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="background: transparent none repeat scroll 0% 50%; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;font-size:85%;" &gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Geneviéve de Parseval, no seu livro &lt;i&gt;A parte do pai&lt;/i&gt;, considera que há uma negação da paternidade na cultura ocidental contemporânea. Trabalha os rituais de resguardo paterno após o parto, presente em algumas culturas, como reconhecimento social da participação do pai na concepção e no nascimento. E sustenta que na nossa cultura os sintomas psicossomáticos do futuro pai, durante a gravidez e-ou nascimento do filho, substituem o ritual simbólico inexistente. Faz um estudo pormenorizado das diferentes teorias sobre o parto, que ditam a conduta parental frente ao nascimento do filho, relatando: “é essencial ver que o conhecimento – aqui conhecimento biológico e médico – é sempre ‘&lt;i&gt;utilizado’ por uma cultura em função dos seus objetivos ideológicos (a um só tempo inconscientes e conscientes). &lt;/i&gt;Assim é que nossa sociedade se serviu de seus conhecimentos científicos em matéria de fisiologia para fazer da ‘fabricação’ de uma criança um assunto exclusivamente materno e feminino, excluindo o pai de uma ponta à outra do processo” (Parseval, 1986, p. 32).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;span style="background: transparent none repeat scroll 0% 50%; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;font-size:85%;" &gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Do ponto de vista da psicanálise, a função do pai se desdobra em múltiplas representações: falamos de pai real, pai simbólico, pai imaginário; metáfora paterna, significante nome-do-pai, pai encarnado, etc. é como se precisássemos de muitas palavras para tentar definir o pai, e ele sempre nos escapasse. Enquanto que da mãe, uma palavra universal basta (“mãe só tem uma!” – expressão popular que atesta a garantia da maternidade). É como se a mãe estivesse do lado do real e o pai do lado da representação. Mas o que sustenta esse lugar de representação do pai junto ao filho? Lacan (1957/58) diz que seu lugar está sustentado na medida em que ele, o pai, é o alvo do desejo da mãe de seu filho e, mais precisamente, que é no valor que a sua palavra ocupa para ela que se sustenta a função do pai. De novo, todo o poder às mães! E toda a responsabilidade! Para Lacan (1956-57), não se trata do pai na família, mas do pai no édipo, ou seja na estrutura. Ele não fala da presença ou ausência do pai, mas da operacionalidade ou não de sua função.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7347717548405366579-196966291490249484?l=sinalizando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sinalizando.blogspot.com/feeds/196966291490249484/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7347717548405366579&amp;postID=196966291490249484' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/196966291490249484'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/196966291490249484'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sinalizando.blogspot.com/2007/07/alm-do-nome-do-pai.html' title='além do nome do Pai...'/><author><name>Suzana Duarte Santos Mallard</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04785263143108850161</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/RpYIrto1gmI/AAAAAAAAAEc/LZ3k0yf7QH8/s72-c/em_nome.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7347717548405366579.post-2672642541367916641</id><published>2007-07-07T09:03:00.000-07:00</published><updated>2008-12-11T21:53:49.576-08:00</updated><title type='text'>Continuando</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/Ro-6dwmHj7I/AAAAAAAAAEU/w_ibqJvAZew/s1600-h/amor_cartao13_pascoa.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://4.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/Ro-6dwmHj7I/AAAAAAAAAEU/w_ibqJvAZew/s320/amor_cartao13_pascoa.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5084487524748332978" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Neste quadro, o pai encontra muita dificuldade para se posicionar num discurso outro que não o materno, seja pela idealização da mãe, seja pela não autorização a romper com esse discurso. São homens que, nas entrevistas clinicas, vencida certa inibição inicial para contestar a figura da “Mãe”, têm um posicionamento diferente em relação aos filhos, a sua educação ou a situações de conflito familiar. Mas sua palavra sempre lhes parece fraca ou inoperante ante o saber materno, que se coloca com maior valor de legitimidade frente ao filho, pelo fato de que foi ela quem o gerou, deu à luz, amamentou&lt;i&gt;. &lt;/i&gt;A facilidade com que as mulheres dispensam o homem do exercício da paternidade, de seus direitos, obrigações e cuidados com a prole – sem falar nas novas formas de fertilização, que prescindem completamente da figura do pai – reiteram a prevalência da função da mãe, alicerçada na proximidade corporal. É como se a paternidade, que se afirma por outros princípios que não o biológico, estivesse à deriva, sem o garante simbólico que outorgasse ao pai um lugar diferente, mas de igual importância na criação do filho que o lugar materno – este sempre incontestável.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7347717548405366579-2672642541367916641?l=sinalizando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sinalizando.blogspot.com/feeds/2672642541367916641/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7347717548405366579&amp;postID=2672642541367916641' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/2672642541367916641'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/2672642541367916641'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sinalizando.blogspot.com/2007/07/continuando.html' title='Continuando'/><author><name>Suzana Duarte Santos Mallard</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04785263143108850161</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/Ro-6dwmHj7I/AAAAAAAAAEU/w_ibqJvAZew/s72-c/amor_cartao13_pascoa.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7347717548405366579.post-3699011055593292768</id><published>2007-07-03T11:17:00.000-07:00</published><updated>2008-12-11T21:53:49.892-08:00</updated><title type='text'>super mãe-mulher</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/RoqTZAmHj6I/AAAAAAAAAEM/QAD5eiNQths/s1600-h/capa14.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 118px; height: 230px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/RoqTZAmHj6I/AAAAAAAAAEM/QAD5eiNQths/s320/capa14.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5083037187306917794" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="background: transparent none repeat scroll 0% 50%; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Já há alguns anos se vêm discutindo as mudanças pelas quais o medelo tradicional de familia conjugal vem experimentando onde os papeis são reinventados a todo intante. Os novos modelos em contraposição ao ideal de família nuclear tradicional: pai, mãe e filhos biológicos em que a figura da mãe ocupava o lugar central, são definidos de tal forma que aparecem enquanto satisfazendo a idéia de família desestruturada. Para reforçar este ideal de feminilidade impossível de se habitar, na sociedade capitalista emergente, produziu-se uma enorme quantidade da saberes – filosóficos, médicos, literários, que insistiam sobre a ‘natureza’ feminina como estreitamente definida pelas funções reprodutivas das mulheres.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Se este ideal de família permanece no imaginário social, inevitavelmente as novas configurações familiares e as da mulher de casa, no campo profissional, intelectual ou político, serão sentidas como deficitárias ou falhas em relação ao modelo anterior. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify" lang="pt-BR"&gt; &lt;span style="font-size:85%;color:#000000;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;O autor Leclaire, (2001, p.33) questiona em nossa cultura a diferença entre a funç&lt;span style="background: transparent none repeat scroll 0% 50%; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;"&gt;ão da mãe e a função do pai, em que há a imaginarização e a generalização do espaço materno: “A mãe é uma boa imagem de um paraiso ou de um inferno. Para manter esse sonho, tudo, o mundo inteiro se torna então &lt;i&gt;representação &lt;/i&gt;desse pedacinho do céu, desse outro mundo que é o corpo materno. &lt;/span&gt;A representação da mãe se torna o grande ídolo, e a atividade do homem consiste em fabricar ídolos, seja um metro ou um arranha-céu, um sistema filosófico bem fechado ou uma teoria pessoal. Sua grande atividade é construir espaços fechados” (Leclaire, 2001, p.36).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;E acrescenta não ser fácil para a mulher escapar da universalidade da fantasia masculina, representada na polaridade entre a mãe e a puta. Esta fantasia prende a homens e mulheres, acentuando a rivalidade sexual, ao mesmo tempo em que propõe o apagamento das diferenças. “Somos todos iguais: somos todos mães disfarçadas de homens-mulheres”, provoca Leclaire (2001, p. 39). Ao extremo, a disputa seria para ver quem é melhor mãe!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7347717548405366579-3699011055593292768?l=sinalizando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sinalizando.blogspot.com/feeds/3699011055593292768/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7347717548405366579&amp;postID=3699011055593292768' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/3699011055593292768'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/3699011055593292768'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sinalizando.blogspot.com/2007/07/super-me-mulher.html' title='super mãe-mulher'/><author><name>Suzana Duarte Santos Mallard</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04785263143108850161</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/RoqTZAmHj6I/AAAAAAAAAEM/QAD5eiNQths/s72-c/capa14.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7347717548405366579.post-1103574214853820020</id><published>2007-06-29T08:23:00.000-07:00</published><updated>2008-12-11T21:53:50.048-08:00</updated><title type='text'>Falando do papel de Pai e Mãe...</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/RoUmBwmHj5I/AAAAAAAAAEE/gtjnqm5SRLA/s1600-h/bater-na-crianca-resolve03.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://2.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/RoUmBwmHj5I/AAAAAAAAAEE/gtjnqm5SRLA/s320/bater-na-crianca-resolve03.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5081509566223978386" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="background: transparent none repeat scroll 0% 50%; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-size:11;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;p style="margin-bottom: 0cm; color: rgb(0, 0, 0);" align="justify"&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify" lang="pt-BR"&gt; &lt;span style="font-size:100%;color:#000000;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="background: transparent none repeat scroll 0% 50%; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;Essa é a primeira de uma serie dedicada ao papel do pai na relação e dinâmica familiar.&lt;/span&gt; &lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;Falando acerca das funções de pai e mãe Leclaire (2001) nos ajuda a pensar, a partir de suas colocações sobre o lugar que no imaginário social se tem conferido à mulher, na superposição do significante &lt;i&gt;mulher-mãe&lt;/i&gt;, no qual o mito da mãe fálica nos seduz e horroriza ao mesmo tempo. Podemos ficar tentados a contrapor que na atualidade, na cultura ocidental, a mulher não está mais identificada neste único lugar: o de mãe. No entanto, parece que o sentimento de culpa que as mulheres contemporâneas que conquistaram sua liberdade desse modelo graças ao movimento feminista, aos métodos contraceptivos e à entrada ofensiva no mercado de trabalho manifestam, em relação a um ideal feminino que daria conta de tudo irrepreensivelmente (casa, filhos, marido, carreira, ideais estéticos e intelectuais), denuncia uma duvida ao mito da super-mulher-mãe.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; color: rgb(0, 0, 0);" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="background: transparent none repeat scroll 0% 50%; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-size:11;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7347717548405366579-1103574214853820020?l=sinalizando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sinalizando.blogspot.com/feeds/1103574214853820020/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7347717548405366579&amp;postID=1103574214853820020' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/1103574214853820020'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/1103574214853820020'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sinalizando.blogspot.com/2007/06/falando-do-papel-de-pai-e-me.html' title='Falando do papel de Pai e Mãe...'/><author><name>Suzana Duarte Santos Mallard</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04785263143108850161</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/RoUmBwmHj5I/AAAAAAAAAEE/gtjnqm5SRLA/s72-c/bater-na-crianca-resolve03.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7347717548405366579.post-8723267871539144414</id><published>2007-06-26T08:02:00.001-07:00</published><updated>2011-05-01T09:33:05.462-07:00</updated><title type='text'>Tanatologia</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;É a ciência que estuda a morte e os processos psicológicos que envolvem as reações decorrentes da inexorável finitude do ser, do luto e das perdas.O enlutado por qualquer tipo de perda deve ter a mesma atenção e cuidados por parte de quem o acompanha, seja o terapeuta, a família ou a sociedade. Perda significa privação e qualquer pessoa que passe por uma privação sente-a como a pior dor do mundo. Não podemos mensurar a dor do outro. Em qualquer tipo de perda, seja ela concreta (morte) ou simbólica (separação), é muito difícil quantificar a dor que a pessoa sente. No caso específico da perda de um filho, em minha prática e também segundo a literatura, o processo do luto é mais delicado pois a lei natural nos mostra que o mais freqüente é os filhos enterrarem os pais. Quanto a perda da mãe, por parte do filho, as conseqüências em relação ao processo do luto vai variar conforme a idade desse filho. É certo que para qualquer filho em qualquer faixa etária, a perda mais difícil de enfrentar é a da mãe e por vezes a do pai. Quando se tem um filho a situação se inverte. Se a perda é obsetal o luto tem grande probabilidade de provocar um quadro depressivo na fase adulta. O luto pressupõe sofrimento. O difícil para quem o vive é expressá-lo devido a interdição cultural e social.  O ideal é que a pessoa se desapegue em vida de tudo e de todos. Coisas e pessoas. Afinal, estamos aqui de passagem e tudo nos é emprestado - até os filhos e os pais. Como a morte é para quem fica, após a perda de alguém significativo devemos vivenciar o processo do luto. Bowlby nos fala de fases desse processo. A primeira, o entorpecimento, a sensação de torpor nos defende por algumas horas. A segunda, o anseio e busca da figura perdida que dura meses e anos. É comum e natural o enlutado vê sinais da pessoa falecida em tudo. Ele escuta a voz do morto o chamando, sente o cheiro, sonha muito freqüentemente, escuta passos e tem a impressão de que o morto está presente. A terceira é a desorganização e desespero, o momento de enfrentamento da realidade, o que é muito difícil para a pessoa que perdeu. A quarta fase é a reorganização pois a natureza é sábia e não nos deixa na mão. É o momento de resignificar a vida. Adotar novos papéis.Worden nos fala em tarefas. A primeira é aceitar a realidade; a segunda é trabalhar a dor da perda; a terceira se adaptar ao local onde vivia com a pessoa falecida e a quarta é reposicioná-la em termos emocionais. Isso significa se dar o direito a outras experiências afetivas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7347717548405366579-8723267871539144414?l=sinalizando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sinalizando.blogspot.com/feeds/8723267871539144414/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7347717548405366579&amp;postID=8723267871539144414' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/8723267871539144414'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/8723267871539144414'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sinalizando.blogspot.com/2007/06/blog-post.html' title='Tanatologia'/><author><name>Suzana Duarte Santos Mallard</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04785263143108850161</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7347717548405366579.post-3350773614476527638</id><published>2007-06-20T06:58:00.000-07:00</published><updated>2008-12-11T21:53:50.449-08:00</updated><title type='text'>Neuropsicologia Clínica</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/Rnk0Knlr2lI/AAAAAAAAAD0/A5Bk_QcB4LU/s1600-h/chamada_index_01.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 228px; height: 151px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/Rnk0Knlr2lI/AAAAAAAAAD0/A5Bk_QcB4LU/s320/chamada_index_01.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5078147411867327058" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;A Neuropsicologia é uma especialidade da Psicologia que aborda as relações entre disfunções cerebrais e comportamento. Uma lesão cerebral, em geral, ocasiona alterações da linguagem, do pensamento, da memória, das emoções, etc. A Neuropsicologia dedica-se a compreender e a tratar uma grande variedade de alterações que podem resultar de lesões cerebrais de diferentes tipos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7347717548405366579-3350773614476527638?l=sinalizando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sinalizando.blogspot.com/feeds/3350773614476527638/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7347717548405366579&amp;postID=3350773614476527638' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/3350773614476527638'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/3350773614476527638'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sinalizando.blogspot.com/2007/06/neuropsicologia-clnica.html' title='Neuropsicologia Clínica'/><author><name>Suzana Duarte Santos Mallard</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04785263143108850161</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/Rnk0Knlr2lI/AAAAAAAAAD0/A5Bk_QcB4LU/s72-c/chamada_index_01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7347717548405366579.post-928713480900526626</id><published>2007-06-18T05:44:00.000-07:00</published><updated>2008-12-11T21:53:50.795-08:00</updated><title type='text'>Psicologia Hospitalar</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/RnZ-nHlr2kI/AAAAAAAAADs/RMD0N5-Wqg0/s1600-h/images.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 154px; height: 164px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/RnZ-nHlr2kI/AAAAAAAAADs/RMD0N5-Wqg0/s320/images.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5077384840423922242" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:100%;"  &gt;&lt;b style=""&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;                   &lt;p class="MsoNormal" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;É a especialidade da Psicologia que tem como principal tarefa a avaliação e acompanhamento de intercorrências psíquicas de pacientes que estão ou serão submetidos a procedimentos médicos, promovendo intervenções direcionadas à relação médico-paciente, paciente/família, paciente/paciente e do paciente em relação ao processo do adoecer, hospitalização e repercussões emocionais que emergem neste processo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7347717548405366579-928713480900526626?l=sinalizando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sinalizando.blogspot.com/feeds/928713480900526626/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7347717548405366579&amp;postID=928713480900526626' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/928713480900526626'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/928713480900526626'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sinalizando.blogspot.com/2007/06/psicologia-hospitalar.html' title='Psicologia Hospitalar'/><author><name>Suzana Duarte Santos Mallard</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04785263143108850161</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/RnZ-nHlr2kI/AAAAAAAAADs/RMD0N5-Wqg0/s72-c/images.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7347717548405366579.post-35040142709151916</id><published>2007-06-12T09:35:00.000-07:00</published><updated>2008-12-11T21:53:50.918-08:00</updated><title type='text'>Psicologia Escolar/Educacional</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/Rm7Lq3lr2iI/AAAAAAAAADc/vHbF6CyM90w/s1600-h/escolar01.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://3.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/Rm7Lq3lr2iI/AAAAAAAAADc/vHbF6CyM90w/s320/escolar01.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5075217767430085154" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;O Psicólogo Educacional atua no âmbito da educação, em instituições formais e não-formais, realizando pesquisas, diagnósticos e intervenção psicopedagógica em grupo ou individual. Procede ao estudo dos educadores e ao comportamento do aluno em relação ao sistema educacional, às técnicas de ensino empregadas e aquelas a serem adotadas, baseando-se no conhecimento dos programas de aprendizagem e das diferenças individuais, para colaborar no planejamento de currículos escolares e na definição de técnicas de educação mais eficazes, a fim de uma melhor receptividade e aproveitamento do aluno e a sua auto-realização.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7347717548405366579-35040142709151916?l=sinalizando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sinalizando.blogspot.com/feeds/35040142709151916/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7347717548405366579&amp;postID=35040142709151916' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/35040142709151916'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/35040142709151916'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sinalizando.blogspot.com/2007/06/psicologia-escolareducacional.html' title='Psicologia Escolar/Educacional'/><author><name>Suzana Duarte Santos Mallard</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04785263143108850161</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/Rm7Lq3lr2iI/AAAAAAAAADc/vHbF6CyM90w/s72-c/escolar01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7347717548405366579.post-69463854874685255</id><published>2007-06-09T10:51:00.000-07:00</published><updated>2008-12-11T21:53:51.101-08:00</updated><title type='text'>Psicologia do Trânsito</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/Rm7MR3lr2jI/AAAAAAAAADk/BS2vxhnE7WQ/s1600-h/transito5f1.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://3.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/Rm7MR3lr2jI/AAAAAAAAADk/BS2vxhnE7WQ/s320/transito5f1.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5075218437444983346" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Estuda os processos psicológicos, psicossociais e psicofísicos relacionados aos problemas de trânsito, elaborando e aplicando técnicas psicológicas, como exames psicotécnicos, para a determinação de aptidões motoras, físicas, sensoriais e outros métodos de verificação, para possibilitar a habilitação de candidatos à carteira de motorista e colaborar na elaboração e implantação de sistema de sinalização, prevenção de acidentes e educação de trânsito:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7347717548405366579-69463854874685255?l=sinalizando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sinalizando.blogspot.com/feeds/69463854874685255/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7347717548405366579&amp;postID=69463854874685255' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/69463854874685255'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/69463854874685255'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sinalizando.blogspot.com/2007/06/psicologia-do-trnsito.html' title='Psicologia do Trânsito'/><author><name>Suzana Duarte Santos Mallard</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04785263143108850161</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/Rm7MR3lr2jI/AAAAAAAAADk/BS2vxhnE7WQ/s72-c/transito5f1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7347717548405366579.post-7008025782335983214</id><published>2007-06-05T07:40:00.000-07:00</published><updated>2008-12-11T21:53:51.337-08:00</updated><title type='text'>Psicologia Jurídica</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/RmV2GHlr2gI/AAAAAAAAADM/uLuRachyRZU/s1600-h/juridico.gif"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://3.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/RmV2GHlr2gI/AAAAAAAAADM/uLuRachyRZU/s320/juridico.gif" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5072590402791135746" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;O Psicólogo Jurídico atua no âmbito da Justiça, colaborando no planejamento e execução de políticas de cidadania, direitos humanos e prevenção da violência, centrando sua atuação na orientação do dado psicológico repassado não só para os juristas como também aos indivíduos que carecem de tal intervenção, para possibilitar a avaliação das características de personalidade e fornecer subsídios ao processo judicial, além de contribuir para a formulação, revisão e interpretação das leis.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7347717548405366579-7008025782335983214?l=sinalizando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sinalizando.blogspot.com/feeds/7008025782335983214/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7347717548405366579&amp;postID=7008025782335983214' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/7008025782335983214'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/7008025782335983214'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sinalizando.blogspot.com/2007/06/psicologia-jurdica.html' title='Psicologia Jurídica'/><author><name>Suzana Duarte Santos Mallard</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04785263143108850161</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/RmV2GHlr2gI/AAAAAAAAADM/uLuRachyRZU/s72-c/juridico.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7347717548405366579.post-3663313663271946459</id><published>2007-06-02T14:45:00.000-07:00</published><updated>2008-12-11T21:53:51.675-08:00</updated><title type='text'>Psicologia do Esporte</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/RmHoWWuiqMI/AAAAAAAAADE/vX_mO3JCbig/s1600-h/PSICOLOGIA+DO+ESPORTE+frente.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://3.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/RmHoWWuiqMI/AAAAAAAAADE/vX_mO3JCbig/s320/PSICOLOGIA+DO+ESPORTE+frente.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5071590126151444674" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;                   &lt;p class="MsoNormal" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;A Psicologia do Esporte vem estudando e atuando em situações que envolvem motivação, personalidade, agressão e violência, liderança, dinâmica de grupo, bem-estar de atletas, caracterizando-se como um espaço onde o enfoque social, educacional e clínico se complementam.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;                   &lt;p class="MsoNormal" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Procede ao estudo e exame do comportamento e das características psicológicas dos esportistas, elaborando, desenvolvendo e aplicando técnicas apropriadas, como testes para determinação de perfis de personalidade, de capacidade motora, sensorial e outros métodos de verificação, para possibilitar o diagnóstico e orientação individual ou grupal dentro da atividade que desempenha:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7347717548405366579-3663313663271946459?l=sinalizando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sinalizando.blogspot.com/feeds/3663313663271946459/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7347717548405366579&amp;postID=3663313663271946459' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/3663313663271946459'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/3663313663271946459'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sinalizando.blogspot.com/2007/06/psicologia-do-esporte.html' title='Psicologia do Esporte'/><author><name>Suzana Duarte Santos Mallard</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04785263143108850161</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/RmHoWWuiqMI/AAAAAAAAADE/vX_mO3JCbig/s72-c/PSICOLOGIA+DO+ESPORTE+frente.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7347717548405366579.post-1152124989226784887</id><published>2007-05-26T08:22:00.000-07:00</published><updated>2008-12-11T21:53:51.864-08:00</updated><title type='text'>Psicologia Organizacional e do Trabalho</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/RlhSn2uiqLI/AAAAAAAAAC8/Z33ojR8ouKs/s1600-h/8522103437.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://4.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/RlhSn2uiqLI/AAAAAAAAAC8/Z33ojR8ouKs/s320/8522103437.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5068892225264593074" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;color:black;"  &gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Atuação do psicólogo em organizações diversas, especialmente organizações de trabalho, buscando uma pluralidade e diversidade nas informações e uma perspectiva crítica, visando a boa aplicação da psicologia, especialmente da psicologia social, às relações de trabalho e aos problemas organizacionais, tendo em vista a saúde humana no trabalho, a eficiência e a produtividade das organizações.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;                   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;color:black;"  &gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;De acordo com o CATÁLOGO BRASILEIRO DE OCUPAÇÕES (CBO) o psicólogo do trabalho é um profissional que "exerce atividades no campo da psicologia aplicada ao trabalho, como recrutamento, seleção, orientação, aconselhamento e treinamento profissional, realizando a identificação e análise das funções, tarefas e ocupações, organizando e aplicando testes e provas, realizando entrevistas, sondagens de aptidões e de capacidade profissional e no acompanhamento e avaliação de desempenho de pessoal, para assegurar às empresas ou por quem quer que se dêem as relações laboratoriais, a aquisição de pessoal dotado das habilidades necessárias, e ao indivíduo maior satisfação no trabalho".&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7347717548405366579-1152124989226784887?l=sinalizando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sinalizando.blogspot.com/feeds/1152124989226784887/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7347717548405366579&amp;postID=1152124989226784887' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/1152124989226784887'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/1152124989226784887'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sinalizando.blogspot.com/2007/05/psicologia-organizacional-e-do-trabalho.html' title='Psicologia Organizacional e do Trabalho'/><author><name>Suzana Duarte Santos Mallard</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04785263143108850161</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/RlhSn2uiqLI/AAAAAAAAAC8/Z33ojR8ouKs/s72-c/8522103437.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7347717548405366579.post-5893421572717515907</id><published>2007-05-22T11:14:00.000-07:00</published><updated>2008-12-11T21:53:51.875-08:00</updated><title type='text'>Semana da gestante</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/RlM6zGuiqKI/AAAAAAAAAC0/LvvXLW_CGIo/s1600-h/roberta+frente+%281%29.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://4.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/RlM6zGuiqKI/AAAAAAAAAC0/LvvXLW_CGIo/s320/roberta+frente+%281%29.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5067458655375501474" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/RlMzTmuiqHI/AAAAAAAAACc/B88Rb47-_U0/s1600-h/roberta+frente+%281%29.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7347717548405366579-5893421572717515907?l=sinalizando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sinalizando.blogspot.com/feeds/5893421572717515907/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7347717548405366579&amp;postID=5893421572717515907' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/5893421572717515907'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/5893421572717515907'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sinalizando.blogspot.com/2007/05/semana-da-gestante.html' title='Semana da gestante'/><author><name>Suzana Duarte Santos Mallard</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04785263143108850161</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/RlM6zGuiqKI/AAAAAAAAAC0/LvvXLW_CGIo/s72-c/roberta+frente+%281%29.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7347717548405366579.post-5506429354823470566</id><published>2007-05-17T07:32:00.000-07:00</published><updated>2008-12-11T21:53:52.205-08:00</updated><title type='text'>... outras psicologias.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/RkxofGuiqGI/AAAAAAAAACU/owjpgwvfj_k/s1600-h/play-pause-button-thumb.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://1.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/RkxofGuiqGI/AAAAAAAAACU/owjpgwvfj_k/s320/play-pause-button-thumb.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5065538564476020834" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;table style="width: 413px; height: 1128px; text-align: left; margin-left: 0px; margin-right: 0px;" border="0" cellpadding="5" cellspacing="5"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:100%;"  &gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Psicologia Organizacional                      e do Trabalho&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;                   &lt;p class="MsoNormal" style="" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;color:black;"  &gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Atuação do psicólogo em organizações diversas, especialmente organizações de trabalho, buscando uma pluralidade e diversidade nas informações e uma perspectiva crítica, visandoa boa aplicação da psicologia, especialmente da psicologia social, às relações de trabalho e aos problemas organizacionais, tendo em vista a saúde humana no trabalho, a eficiência e a produtividade das organizações।&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;color:black;"  &gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;                   &lt;p class="MsoNormal" style="" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;color:black;"  &gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;De acordo com o CATÁLOGO BRASILEIRO DE OCUPAÇÕES (CBO) o psicólogo do trabalho é um profissional que "exerce atividades no campo da psicologia aplicada ao trabalho, como recrutamento, seleção, orientação, aconselhamento e treinamento profissional, realizando a identificação e análise das funções, tarefas e ocupações, organizando e aplicando testes e provas, realizando entrevistas, sondagens de aptidões e de capacidade profissional e no acompanhamento e avaliação de desempenho de pessoal, para assegurar às empresas ou por quem quer que se dêem as relações laboratoriais, a aquisição de pessoal dotado das habilidades necessárias, e ao indivíduo maior satisfação no trabalho".&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;                   &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt; &lt;/p&gt;                 &lt;/td&gt;               &lt;/tr&gt;               &lt;tr&gt;                  &lt;td&gt;                    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:100%;"  &gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Psicologia Jurídica&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;                   &lt;p class="MsoNormal" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;O Psicólogo Jurídico atua no âmbito da Justiça, colaborando no planejamento e execução de políticas de cidadania, direitos humanos e prevenção da violência, centrando sua atuação na orientação do dado psicológico repassado não só para os juristas como também aos indivíduos que carecem de tal intervenção, para possibilitar a avaliação das características de personalidade e fornecer subsídios ao processo judicial, além de contribuir para a formulação, revisão e interpretação das leis.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;                   &lt;p class="MsoNormal"&gt; &lt;/p&gt;                 &lt;/td&gt;               &lt;/tr&gt;               &lt;tr&gt;                  &lt;td&gt;                    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:100%;"  &gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Psicologia do                      Esporte&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;                   &lt;p class="MsoNormal" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;A Psicologia do Esporte vem estudando e atuando em situações que envolvem motivação, personalidade, agressão e violência, liderança, dinâmica de grupo, bem-estar de atletas, caracterizando-se como um espaço onde o enfoque social, educacional e clínico se complementam.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;                   &lt;p class="MsoNormal" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Procede ao estudo e exame do comportamento e das características psicológicas dos esportistas, elaborando, desenvolvendo e aplicando técnicas apropriadas, como testes para determinação de perfis de personalidade, de capacidade motora, sensorial e outros métodos de verificação, para possibilitar o diagnóstico e orientação individual ou grupal dentro da atividade que desempenha.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;                   &lt;p class="MsoNormal"&gt; &lt;/p&gt;                 &lt;/td&gt;               &lt;/tr&gt;               &lt;tr&gt;                  &lt;td&gt;                                                          &lt;p class="MsoNormal"&gt; &lt;/p&gt;         &lt;br /&gt;&lt;/td&gt;               &lt;/tr&gt;               &lt;tr&gt;                  &lt;td&gt;                   &lt;p class="MsoNormal"&gt; &lt;/p&gt;           &lt;br /&gt;&lt;/td&gt;               &lt;/tr&gt;               &lt;tr&gt;                  &lt;td&gt;                                                          &lt;p class="MsoNormal" align="justify"&gt; &lt;/p&gt;           &lt;br /&gt;&lt;/td&gt;               &lt;/tr&gt;               &lt;tr&gt;                  &lt;td&gt;                   &lt;p align="justify"&gt; &lt;/p&gt;           &lt;br /&gt;&lt;/td&gt;               &lt;/tr&gt;               &lt;tr&gt;                  &lt;td&gt;                   &lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7347717548405366579-5506429354823470566?l=sinalizando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sinalizando.blogspot.com/feeds/5506429354823470566/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7347717548405366579&amp;postID=5506429354823470566' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/5506429354823470566'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/5506429354823470566'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sinalizando.blogspot.com/2007/05/outras-psicologias.html' title='... outras psicologias.'/><author><name>Suzana Duarte Santos Mallard</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04785263143108850161</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/RkxofGuiqGI/AAAAAAAAACU/owjpgwvfj_k/s72-c/play-pause-button-thumb.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7347717548405366579.post-1629733259205176270</id><published>2007-05-13T08:38:00.000-07:00</published><updated>2008-12-11T21:53:53.813-08:00</updated><title type='text'>Psicoterapias</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/Rkcxkv15EsI/AAAAAAAAACM/kWdE4hCUjpU/s1600-h/9xzwBxGaw.jpeg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://1.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/Rkcxkv15EsI/AAAAAAAAACM/kWdE4hCUjpU/s320/9xzwBxGaw.jpeg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5064070813388968642" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;table style="text-align: left; margin-left: 0px; margin-right: 0px;" border="0" cellpadding="5" cellspacing="5" width="100%"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:100%;"  &gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Psicoterapia&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;                                      &lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;color:black;"  &gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Psicoterapias são métodos de tratamento                      para problemas de natureza emocional, nos quais um profissional                      treinado, mediante a utilização de meios psicológicos, estabelece                      deliberadamente uma relação profissional com a pessoa que                      busca ajuda, visando remover ou modificar sintomas existentes,                      retardar seu aparecimento, corrigir padrões disfuncionais                      de relações interpessoais, bem como promover o crescimento                      e o desenvolvimento da personalidade.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;color:black;"  &gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;                   As psicoterapias variam em relação às técnicas que utilizam,                      às teorias nas quais se baseiam, aos objetivos, à freqüência                      das sessões e ao tempo de duração &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt; &lt;/p&gt;                 &lt;/td&gt;               &lt;/tr&gt;               &lt;tr align="justify"&gt;                  &lt;td&gt;                    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:100%;"  &gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Psicoterapia&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;Analítica&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;                   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Sistema                      psicanalítico fundado por Carl Gustav Jung. Teve por modelo,                      originalmente, a psicanálise freudiana. A teoria junguiana,                      embora aceitando alguns postulados psicanalíticos fundamentais                      (teoria da repressão, concepção básica do inconsciente e seus                      componentes libidinais), adicionou-lhes uma dimensão histórica                      e social integradora (representações coletivas, hábitos espirituais                      e culturais) que influenciou não só as atuais correntes culturalistas                      e humanistas, como também um grande número de psicanalistas                      neofreudianos&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;                                    &lt;/td&gt;               &lt;/tr&gt;               &lt;tr align="justify"&gt;                  &lt;td&gt;                    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:100%;"  &gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Psicoterapia                      Breve de Orientação Psicanalítica&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;                                      &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;As                      psicoterapias breves são tratamentos de inspiração psicanalítica,                      cuja duração é largamente inferior à de uma psicanálise clássica.                      Ou seja, limitada. Enquanto que num tratamento psicanalítico                      a duração não é determinada de antemão, nas chamadas psicoterapias                      breves é comum se fixar a sua duração previamente,&lt;span style=""&gt;                       &lt;/span&gt;e que ela seja mais curta, em geral, de uns meses.                      Essa limitação temporal confere à terapia uma estrutura mais                      definida em termos de “ princípio, meio e fim”&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;                 &lt;/td&gt;               &lt;/tr&gt;                              &lt;tr align="justify"&gt;                  &lt;td&gt;                    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:100%;"  &gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Psicodrama&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;                   &lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Técnica                      de psicoterapia de grupo criada pelo psiquiatra Jacob L. Moreno.                      No psicodrama, os pacientes são encorajados a “ passar ao                      ato” seus problemas e fantasias. A representação dramática                      (teatral) de eventos significativos na vida do indivíduo e                      de experiências relacionadas com suas dificuldades emocionais                      é usada como procedimento terapêutico&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;                                    &lt;/td&gt;               &lt;/tr&gt;               &lt;tr align="justify"&gt;                  &lt;td&gt;                    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:100%;"  &gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Psicoterapia                      Familiar&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;                   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;O relacionamento entre casais e entre membros de uma família tende a desenvolver                      padrões rígidos, os quais muitas vezes trazem conseqüências                      indesejáveis que se expressam de inúmeras formas. Neste caso                      a psicoterapia visa facilitar com que os membros do casal                      ou família ampliem suas consciências em relação a essas estruturas,                      o que gera, naturalmente, uma descristalização, possibilitando                      que os distúrbios ligados à estrutura familiar possam ser                      superados. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;                   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;As sessões são semanais, com todos os membros presentes, podendo posteriormente                      passar a ser quinzenais ou até mensais, com apenas parte dos                      membros presentes.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;                   &lt;p class="MsoNormal"&gt; &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7347717548405366579-1629733259205176270?l=sinalizando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sinalizando.blogspot.com/feeds/1629733259205176270/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7347717548405366579&amp;postID=1629733259205176270' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/1629733259205176270'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/1629733259205176270'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sinalizando.blogspot.com/2007/05/psicoterapias_13.html' title='Psicoterapias'/><author><name>Suzana Duarte Santos Mallard</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04785263143108850161</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/Rkcxkv15EsI/AAAAAAAAACM/kWdE4hCUjpU/s72-c/9xzwBxGaw.jpeg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7347717548405366579.post-5255302060919083422</id><published>2007-05-13T08:28:00.000-07:00</published><updated>2011-05-01T09:33:36.043-07:00</updated><title type='text'>Tanatologia</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/RoEqCnlr2mI/AAAAAAAAAD8/qHyPYr9IXTs/s1600-h/20060930211950-mano.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://1.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/RoEqCnlr2mI/AAAAAAAAAD8/qHyPYr9IXTs/s320/20060930211950-mano.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5080388079125781090" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;table style="" border="0" cellpadding="5" cellspacing="5" width="100%"&gt;&lt;tbody&gt;               &lt;tr&gt;                  &lt;td&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;               É a ciência que estuda a morte e os processos psicológicos                   que envolvem as reações decorrentes da inexorável finitude                   do ser, do luto e d&lt;span style="font-size:85%;"&gt;as &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;perdas&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial;font-size:85%;"  &gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;O  enlutado por qualquer tipo de perda deve ter a mesma atenção e cuidados por  parte de quem o acompanha, seja o terapeuta, a família ou a sociedade. Perda  significa privação e qualquer pessoa que passe por uma privação sente-a como a  pior dor do mundo. Não podemos mensurar a dor do outro. Em qualquer tipo de  perda, seja ela concreta (morte) ou simbólica (separação), é muito difícil  quantificar a dor que a pessoa sente. No caso específico da perda de um filho,  em minha prática e também segundo a literatura, o processo do luto é mais  delicado pois a lei natural nos mostra que o mais freqüente é os filhos  enterrarem os pais. Quanto a perda da mãe, por parte do filho, as conseqüências  em relação ao processo do luto vai variar conforme a idade desse filho. É certo  que para qualquer filho em qualquer faixa etária, a perda mais difícil de  enfrentar é a da mãe e por vezes a do pai. Quando se tem um filho a situação se  inverte. Se a perda é obsetal o luto tem grande probabilidade de provocar um  quadro depressivo na fase adulta. O luto pressupõe sofrimento. O difícil para  quem o vive é expressá-lo devido a interdição cultural e social. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial;font-size:85%;"  &gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;O ideal  é que a pessoa se desapegue em vida de tudo e de todos. Coisas e pessoas.  Afinal, estamos aqui de passagem e tudo nos é emprestado - até os filhos e os  pais. Como a morte é para quem fica, após a perda de alguém significativo  devemos vivenciar o processo do luto. Bowlby nos fala de fases desse processo. A  primeira, o entorpecimento, a sensação de torpor nos defende por algumas horas.  A segunda, o anseio e busca da figura perdida que dura meses e anos. É comum e  natural o enlutado vê sinais da pessoa falecida em tudo. Ele escuta a voz do  morto o chamando, sente o cheiro, sonha muito freqüentemente, escuta passos e  tem a impressão de que o morto está presente. A terceira é a desorganização e  desespero, o momento de enfrentamento da realidade, o que é muito difícil para a  pessoa que perdeu. A quarta fase é a reorganização pois a natureza é sábia e não  nos deixa na mão. É o momento de resignificar a vida. Adotar novos papéis.Worden  nos fala em tarefas. A primeira é aceitar a realidade; a segunda é trabalhar a  dor da perda; a terceira se adaptar ao local onde vivia com a pessoa falecida e  a quarta é reposicioná-la em termos emocionais. Isso significa se dar o direito  a outras experiências afetivas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;                   &lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7347717548405366579-5255302060919083422?l=sinalizando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sinalizando.blogspot.com/feeds/5255302060919083422/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7347717548405366579&amp;postID=5255302060919083422' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/5255302060919083422'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/5255302060919083422'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sinalizando.blogspot.com/2007/05/psicoterapias.html' title='Tanatologia'/><author><name>Suzana Duarte Santos Mallard</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04785263143108850161</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/RoEqCnlr2mI/AAAAAAAAAD8/qHyPYr9IXTs/s72-c/20060930211950-mano.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7347717548405366579.post-4473487855471172373</id><published>2007-05-06T09:58:00.000-07:00</published><updated>2008-12-11T21:53:54.025-08:00</updated><title type='text'>O Behaviorismo</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/Rj4LPf15EqI/AAAAAAAAAB8/TNYIFs7SjcY/s1600-h/terapia.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://3.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/Rj4LPf15EqI/AAAAAAAAAB8/TNYIFs7SjcY/s320/terapia.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5061495392084497058" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;table style="text-align: left; margin-left: 0px; margin-right: 0px;" border="0" cellpadding="5" cellspacing="5" width="100%"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:100%;"  &gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Terapia Comportamental&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;                   &lt;p class="MsoNormal" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;A                      Terapia Comportamental (TC) baseia-se em alguns princípios                      e teorias da aprendizagem para explicar tanto o surgimento                      como a eliminação de sintomas psicopatológicos mediante a                      aplicação de suas técnicas. Destacam-se o condicionamento                      clássico (Pavlov), o condicionamento operante (Skinner), a                      aprendizagem social (Bandura), a inibição recíproca, a dessensibilização                      sistemática (Volpe) e a habituação.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;                   &lt;p class="MsoNormal" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;A                      Terapia Comportamental preocupa-se em realizar uma avaliação                      detalhada dos problemas do paciente e, de acordo com eles,                      são propostas as técnicas comportamentais a serem utilizadas                      pelo terapeuta.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;                   &lt;p class="MsoNormal"&gt; &lt;/p&gt;                 &lt;/td&gt;               &lt;/tr&gt;               &lt;tr&gt;                  &lt;td&gt;                    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:100%;"  &gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Terapia Cognitiva&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;                   &lt;p class="MsoNormal" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;A                      Terapia Cognitiva baseia-se em conceitos da psicologia cognitiva                      e social, da teoria do processamento patológico das informações,                      da teoria psicanalítica e na investigação empírica clínica.                      A premissa básica é que a maneira como as pessoas interpretam                      suas experiências determina como elas sentem e se comportam.                      “O que perturba as pessoas não são as coisas em si, mas suas                      concepções sobre elas.” (Epictetus, 60-117 d.C.) Ou seja,                      a emoção e o comportamento são determinados pela forma como                      o indivíduo interpreta o mundo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;                   &lt;p class="MsoNormal" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;A                      Terapia cognitiva é breve, com duração entre 10 e 20 sessões.                      Utiliza uma série de intervenções destinadas a identificar                      e a corrigir emoções, cognições distorcidas, crenças subjacentes,                      pensamentos automáticos, esquemas disfuncionais que determinam                      o estilo desadaptativo das relações interpessoais disfuncionais.                      É psicoeducacional: procura ensinar novas habilidades ao paciente,                      para melhor proteger-se de novas crises e manejar melhor seus                      conflitos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;                   &lt;p class="MsoNormal"&gt; &lt;/p&gt;                 &lt;/td&gt;               &lt;/tr&gt;               &lt;tr&gt;                  &lt;td&gt;                    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:100%;"  &gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Psicoterapia                      Cognitivo-Comportamental&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;                   &lt;p class="MsoNormal" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Essa                      forma de psicoterapia, baseada inicialmente em teóricos como                      Ivan Pavlov e B. F. Skinner, baseia-se num processo de aprendizagem,                      no qual a pessoa desenvolve habilidades necessárias para lidar                      de maneira mais satisfatória com as situações de sua vida.                      Além disso, essa abordagem baseia-se na utilização sistemática                      do método científico, o que faz com que seus conceitos sejam                      submetidos constantemente a estudos de verificação de sua                      validade.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;                   &lt;p class="MsoNormal" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Resumidamente, os princípios fundamentais                      dessa abordagem são:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;                   &lt;ul type="disc"&gt;&lt;ul type="circle"&gt;&lt;li class="MsoNormal" style=""&gt;                         &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;A PCC concentra-se                          no comportamento em si e nos fatores que o influenciam,                          sem buscar uma pretensa causa interna que o determine. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;                       &lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li class="MsoNormal" style=""&gt;                         &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Os comportamentos                          que nos são desagradáveis são adquiridos em nossa história                          de vida, assim como qualquer outro. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;                       &lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li class="MsoNormal" style=""&gt;                         &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Esses comportamentos                          podem ser modificados e substituídos por outros mais adequados. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;                       &lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li class="MsoNormal" style=""&gt;                         &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;A PCC utiliza                          uma série de técnicas que visam à modificação do comportamento. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;                       &lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li class="MsoNormal" style=""&gt;                         &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;A PCC se                          concentra no aqui e agora. Nossa história passada não                          pode ser modificada e ela é relevante na terapia somente                          tendo em vista os efeitos atuais que pode ter. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;                       &lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li class="MsoNormal" style=""&gt;                         &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Em função                          de sua filosofia, a PCC envolve a determinação de objetivos                          claros e específicos. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;                       &lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li class="MsoNormal" style=""&gt;                         &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;A PCC atua                          em vários níveis de funcionamento do indivíduo, o comportamento,                          a emoção, as reações fisiológicas e a forma como a pessoa                          percebe o que lhe acontece. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;                       &lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li class="MsoNormal" style=""&gt;                         &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;A mudança                          pretendida pela PCC deve ocorrer sempre em todos esses                          níveis, sem que haja uma ênfase maior em qualquer um deles. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;                     &lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;/ul&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7347717548405366579-4473487855471172373?l=sinalizando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sinalizando.blogspot.com/feeds/4473487855471172373/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7347717548405366579&amp;postID=4473487855471172373' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/4473487855471172373'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/4473487855471172373'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sinalizando.blogspot.com/2007/05/o-bihaviorismo.html' title='O Behaviorismo'/><author><name>Suzana Duarte Santos Mallard</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04785263143108850161</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/Rj4LPf15EqI/AAAAAAAAAB8/TNYIFs7SjcY/s72-c/terapia.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7347717548405366579.post-1542548539273858774</id><published>2007-05-03T05:16:00.000-07:00</published><updated>2008-12-11T21:53:54.237-08:00</updated><title type='text'>Psicoterapia Corporal</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/RjnTwP15EpI/AAAAAAAAAB0/sHKmC4ntvQY/s1600-h/yoga-net.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://1.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/RjnTwP15EpI/AAAAAAAAAB0/sHKmC4ntvQY/s320/yoga-net.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5060308482167214738" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;font-family:Arial;" &gt;A Psicologia Corporal é uma abordagem humana que busca compreender                      todo ser vivo como uma unidade de energia que contém em si                      dois processos paralelos: o psiquismo (mente) e o soma (corpo). &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;                   &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;font-family:Arial;" &gt;Tem por objetivo reencontrar a capacidade do ser humano de                      regular a sua própria energia, e, por conseqüência, seus pensamentos                      e emoções, podendo alcançar uma vida mais saudável. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;                   &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;font-family:Arial;" &gt;A Psicologia Corporal tem suas raízes em Wilhelm Reich (1897-1957),                      médico vienense e colaborador de Freud que, ao romper com                      a Psicanálise, criou sua própria teoria e técnica, segundo                      a qual pensamento e emoção são indissolúveis e influenciam-se                      mutuamente. Considerado "pai" das Psicoterapias                      Corporais, Wilhelm Reich entende o ser humano como uma das                      expressões da energia que chamou orgone, uma energia que preenche                      todo o espaço cósmico e se expressa em diferentes concentrações,                      movimento e formas. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;                   &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;font-family:Arial;" &gt;Aventurando-se na compreensão da sexualidade e psicogênese                      das neuroses, Reich se deparou com as dificuldades encontradas                      por muitos pacientes em obter a "cura" através dos                      métodos tradicionais de análise. Concluiu então, que&lt;span style=""&gt;                       &lt;/span&gt;se tratavam de resistências provindas do caráter de                      cada paciente, às quais eram expressas não somente em termos                      de conteúdo, mas também de forma, através do comportamento                      típico de cada um, o modo de falar, andar, gesticular, etc.                      Dessa forma, o trabalho analítico tornava-se mais completo                      quando o caráter do paciente era analisado como um todo e                      não apenas a análise do sintoma isolado. Isso levou-o a distanciar-se                      do papel passivo do analista e a intervir de forma mais ativa                      e direta sobre todos os processos patológicos do paciente. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;                   &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:85%;"&gt;A psicoterapia Reichiana, através de técnicas verbais, corporais e trabalhos                      com a consciência e imaginação , procura sensibilizar a autopercepção                      e facilitar a expressão emocional com o objetivo de entender                      e superar bloqueios, liberando potenciais e fortalecendo a                      autodeterminação.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7347717548405366579-1542548539273858774?l=sinalizando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sinalizando.blogspot.com/feeds/1542548539273858774/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7347717548405366579&amp;postID=1542548539273858774' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/1542548539273858774'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/1542548539273858774'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sinalizando.blogspot.com/2007/05/psicoterapia-corporal.html' title='Psicoterapia Corporal'/><author><name>Suzana Duarte Santos Mallard</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04785263143108850161</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/RjnTwP15EpI/AAAAAAAAAB0/sHKmC4ntvQY/s72-c/yoga-net.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7347717548405366579.post-5666993429941297668</id><published>2007-04-27T07:27:00.000-07:00</published><updated>2008-12-11T21:53:54.431-08:00</updated><title type='text'>Psicologia Comunitária</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/RjIJAP15EoI/AAAAAAAAABs/te1nTbtLI8Q/s1600-h/oooo.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://2.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/RjIJAP15EoI/AAAAAAAAABs/te1nTbtLI8Q/s320/oooo.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5058115231347708546" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Nas últimas décadas, a Psicologia Social latino-americana tem construído um fecundo terreno teórico e metodológico no estudo das influências que as relações sociais, econômicas e políticas exercem sobre a esfera psicológica nos cidadãos destes países (Almeida, 1998). Em meio ao "colonialismo intelectual", ao qual as ciências do continente estão submetidas em relação ao conhecimento europeu e norte-americano, uma representação significativa das ciências sociais na América Latina e em particular da psicologia social tem feito sérios esforços -desde o final dos anos 50 e a década de 60 – para construir uma "ciência própria", com um corpo teórico coerente com as condições de vida destes países, e que ademais visa contribuir com sua transformação social. &lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Os primeiros trabalhos autóctones na área psicossocial, assim como em áreas vizinhas como a sociologia militante e a educação popular, se caracterizaram pela realização de práticas "subversivas", devido aos regimes ditatoriais que existiam praticamente em todo o continente. Tais trabalhos eram feitos de forma clandestina, ou muito discreta, razão pela qual foram surgindo de forma simultânea porém isolada. Eram produções teórico-práticas que tinham em comum a tentativa de dar resposta a problemas de exploração e opressão, buscando comprometer-se com a modificação da situação que vivia a população empobrecida. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;O trabalho em comunidades foi uma prática que caracterizou estas iniciativas, constituíndo uma maneira de aproximar-se da população oprimida, ao mesmo tempo que se rompia com a aridez, os limites e os rigores da psicologia que imperava naquele momento -experimentalista, individualista, que ao legitimar a ordem social existente acabava sendo um instrumento a serviço da dominação. É neste contexto que nasce a psicologia comunitária.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Segundo Lane (1996), já na década de 40 existiam no Brasil - e em outros países da América Latina- programas de trabalho comunitário, mas que eram majoritariamente orientados por uma postura positivista de sociedade, que levava a intervenções paternalistas. Escovar (1979) e Montero (1984) apontam que o nome Psicologia Comunitária surgiu em 1965 nos Estados Unidos, com a proposta de formar uma disciplina que se dedicasse a trabalhar com a saúde mental das populações excluídas. Contudo, seu enfoque partia da premissa de que os problemas sociais existem porque as instituições sociais existentes são insuficientes para socializar a toda a população. Assim,&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;blockquote&gt;     &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;o que se presume é que o sistema social, em si, está     bem. São as instituições sociais as que, devido ao grande     número de pessoas às quais devem prestar serviços, ou a     problemas em suas organizações internas, não conseguem     "integrar" a um número plural de membros da     sociedade, criando assim uma classe social de marginados que     sofrem de um déficit de socialização. (Escovar, 1979, p.     2).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Na América Latina, apesar de existirem enfoques baseados no norte-americano (denominados "saúde mental comunitária" ou "psicologia em comunidade"), a psicologia comunitária partiu de uma premissa que contraargumenta a anteriormente citada: os problemas sociais são causados pela estrutura social desigual, na qual a imensa maioria das pessoas é excluída do acesso aos recursos que por direito lhe correspondem. Esta base, compartilhada pelos representantes da nova disciplina que estava surgindo, fez com que ela adquirisse maior força a partir da década de 70, quando os pesquisadores de vários países começaram a interagir cada vez mais e, ao descobrirem seu interesses comuns, foram influenciando-se mutuamente na criação de novos conhecimentos e ações comunitárias. Em tais tentativas havia um interesse geral por relacionar dialeticamente a teoria com a prática, sendo que uma modificaria a outra, ao mesmo tempo que era por ela modificada. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Esta psicologia se nutriu de trabalhos latino-americanos de outras áreas, como o do educador brasileiro Paulo Freire, sobre alfabetização de adultos e educação popular; o do sociólogo colombiano Orlando Fals Borda, acerca de desenvolvimento comunal num povoado campesino; o do assistente social argentino Ezequiel Ander Egg, em relação a trabalho social, educação e autogestão, ou o do padre jesuíta e psicólogo social Ignacio Martín-Baró, de El Salvador, sobre as desigualdades do sistema salvadorenho, a tortura, e o trabalho com grupos por uma "psicologia da libertação". Isto sem excluir, claro está, as influências de autores estrangeiros como Lewin, Seligman, Berger e Luckmann ou o próprio Marx, além de psicólogos comunitários norte-americanos como Rappaport e Newbrough. Importantes representantes desta disciplina se encontram em diferentes países: Maritza Montero na Venezuela, Sílvia Lane no Brasil, Irma Serrano-García em Porto Rico, Luis Escovar no Panamá, Eduardo Almeida no México, só para citar alguns.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Uma das primeiras definições da Psicologia Comunitária, que foi amplamente divulgada, é a de Montero (1982, p. 16), afirmando que esta disciplina constitui a "área da psicologia cujo objeto é o estudo dos fatores psicossociais que permitem desenvolver, fomentar e manter o controle e poder que os indivíduos podem exercer sobre seu ambiente individual e social, para solucionar problemas que os afetam e lograr mudanças nestes ambientes e na estrutura social". Seus princípios básicos são os de: 1) união entre teoria e prática; 2) transformação social como meta; 3) poder e controle dentro da comunidade; 4) conscientização e socialização; 5) autogestão e participação. A produção da autora, desde os seus trabalhos iniciais, incorpora, então, a autogestão nesta disciplina.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7347717548405366579-5666993429941297668?l=sinalizando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sinalizando.blogspot.com/feeds/5666993429941297668/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7347717548405366579&amp;postID=5666993429941297668' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/5666993429941297668'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/5666993429941297668'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sinalizando.blogspot.com/2007/04/psicologia-comunitria.html' title='Psicologia Comunitária'/><author><name>Suzana Duarte Santos Mallard</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04785263143108850161</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/RjIJAP15EoI/AAAAAAAAABs/te1nTbtLI8Q/s72-c/oooo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7347717548405366579.post-6364046923718329453</id><published>2007-04-23T18:58:00.000-07:00</published><updated>2008-12-11T21:53:54.588-08:00</updated><title type='text'>O que é a Psicologia social?</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/Ri1oUg1G0FI/AAAAAAAAABk/8gsWDqBCc5A/s1600-h/24dezembro049.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://4.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/Ri1oUg1G0FI/AAAAAAAAABk/8gsWDqBCc5A/s320/24dezembro049.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5056812658226286674" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="margin-bottom: 0cm; font-family: verdana;" align="justify" lang="pt-PT"&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; font-family: verdana;" align="justify" lang="pt-PT"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Este livro procura esclarecer didaticamente quais as problemáticas da psicologia social, quais os campos em que ela atua e como procede nesta. A definição desta se resume numa ciência que estuda o comportamento, principalmente do ser humano; por comportamento toda e qualquer ação, seja a reflexa, sejam os comportamentos considerados conscientes que envolvem experiências, conhecimentos, pensamentos e ações intencionais, e num plano não observável diretamente, o inconsciente. &lt;/span&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-bottom: 0cm; font-family: verdana;" align="justify" lang="pt-PT"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Esta abordagem procura levar em conta a influência histórica social do individuo, isto é no que seu comportamento é influenciado socialmente e as relações que são estabelecidas dentro desta sociedade; ela procurar entender como este indivíduo se insere no processo histórico, tornando-se agente e assim transformar a sociedade, o que define sua personalidade. Todo o individuo, a partir do momento que vem ao mundo, precisa do outro; num primeiro momento para satisfazer suas necessidades básicas para a sobrevivência. Todos estes cuidados são de seu direito, isto é garantidos pela lei operando para garantir a manutenção do grupo social. &lt;/span&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-bottom: 0cm; font-family: verdana;" align="justify" lang="pt-PT"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Mais adiante a colaboração do outro é ainda indispensável para que a organização seja mantida, onde cada um possui seu papel que é reconhecido pelos restantes. Isto faz com se criem expectativas frente a um outro, e para que não haja 'mal entendidos' existem regras rígidas e normas que definem estas relações. A individualidade do sujeito se encaixa na medida em que para ele é dito, ao se questionar, que pode manter todo o tipo de relações deste que não seja alterada a estrutura sobre a qual elas se erguem. Assim são também definidos as classes e os grupos, a atitude de um faz com que o outro seja nomeado como a marginalidade que reafirma a sociedade trabalhadora. &lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; font-family: verdana;" align="justify" lang="pt-PT"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Neste processo de interação grupal é que definida a identidade social através das relações que se estabelece, definindo gostos, habilidades e preferências. A forma como o individuo de relaciona e respostas que obtém de suas atitudes fazem com que ele construa uma imagem peculiar de si próprio, estes papéis que cada um assume são na verdade uma mediação ideológica. Esta forma de agir esconde nela uma pseudoliberdade que o sujeito acredita ter a quando de suas escolhas, mas o que mais influencia são as condições sociais produto da vida material. &lt;/span&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-bottom: 0cm; font-family: verdana;" align="justify" lang="pt-PT"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Isto acontece como forma de reprodução de uma ideologia que procura repetir relações de dominação necessárias para uma manutenção de uma sociedade de classes detentora da maioria dos recursos materiais. Neste sentido, para que o individuo tenha uma consciência de si para que ele seja agente de mudanças sociais precisa ser alterada a identidade social, repensando os próprios papéis. &lt;/span&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-bottom: 0cm; font-family: verdana;" align="justify" lang="pt-PT"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Estes precisam ser questionados, buscando a realidade de sua constituição, suas funções históricas buscando quebrar as relações de poder e dominação que hoje os regem. Segundo a autora uma consciência social precede uma consciência de si, este processo de mudança é difícil sendo que esta ideologia dominante é reproduzida em todas as instâncias sociais, instituições e grupos nossas ações sociais. Dentro desta mudança é condição essencial o chamado desenvolvimento intelectual que opera pelo comportamento verbal.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="margin-bottom: 0cm;font-family:verdana;" align="justify"&gt; &lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;A linguagem é, desde os primórdios, a forma de transmitir as experiências da prática sócio-histórica e se desenvolveu em virtude da cooperação e da sobrevivência. Significa que através dela é necessário questionar confrontar ações e experiências assim que as ações incoerentes não sejam mais atribuídas a , e sim a reprodução das relações sociais necessárias para a manutenção das relações de produção da vida material em sociedade. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p  style="margin-bottom: 0cm;font-family:verdana;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;No processo de socialização os vínculos estabelecidos com os grupos institucionalizados como a família e a escola são determinantes na produção especifica das classes sociais. Dentro da família esta reproduzida em menor grau a mesma estrutura social, com suas leis e regras. Esta se ocupa de reproduzir uma forma de controle social onde as relações de poder fluem como exemplos de uma hierarquia que opera entre as relações na comunidade. A escola é também, como a família, uma instância institucionalizada, isto é, princípios, objetivos, conteúdos, direitos e deveres são definidos por uma ideologia dominante que reproduz conhecimentos e valores do estado, necessários para o funcionamento da comunidade. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p  style="margin-bottom: 0cm;font-family:verdana;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;O trabalho funciona dentro desta comunidade como instrumento para manter as relações hierárquicas conforme sua inserção neste. A característica fundamental do trabalho hoje é que ele se realiza utilizando instrumentos, estabelecendo uma ligação com os outros indivíduos e ao mundo das coisas, produzindo a linguagem e o pensamento, que irá produzir atividades e ações dentro das relações sociais. No trabalho então, existem poucas saídas para uma consciência social, é justamente para responder a estas exigências que nasce dentro da psicologia social uma vertente comunitária que procura uma intervenção.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="margin-bottom: 0cm;font-family:verdana;" align="justify"&gt; &lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;Esta intervenção visa a educação e o desenvolvimento desta consciência social e convivência de grupos diferentes apostando justamente naquelas atividades que normalmente não são valorizadas, que não são movidas por uma necessidade econômica. Esta óptica visa promover novas formas de relacionamento e produção através da comunicação e cooperação, onde não haja dominação de uns sobre outros. Estas novas formas podem e devem acontecer em todas as instâncias, famílias, escolas, hospitais, em todos os grupos institucionalizados onde um conjunto de indivíduos desenvolve atividades planejadas. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p  style="margin-bottom: 0cm;font-family:verdana;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;Estas atividades devem ser feitas em conjunto e requerer a ação de todos para atingir o objetivo proposto e sobre elas ter uma atitude de reflexão que torne possível que os envolvidos recuperem, através do pensamento e da ação, da comunicação e da cooperação, as suas histórias individuais e social e por conseqüência a consciência de si e das relações historicamente determinadas. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p  style="margin-bottom: 0cm;font-family:verdana;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;A meu ver esta abordagem parece ser uma eventual resposta para ter a consciência da 'liberdade' que é possível conseguirmos dentro de uma sociedade capitalista cujos interesses não passam de uma reprodução de uma estrutura hierárquica onde poucos detêm o poder. É de interesse das classes sociais favorecidas manter as grandes massas numa condição de ignorância relativa à própria liberdade e poder.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="margin-bottom: 0cm;font-family:verdana;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;A crença de que o sujeito é livre é alimentada por alguns bens materiais que podemos chamar de próteses. Cria-se a necessidades para estas e o sujeito vive buscando satisfazer algumas necessidades que são produtos que fazem o lucro dos detentores de capitais, bens supérfluos para os quais ele se submete com a promessa de um ganho. Estas escolhas, porém são fruto de uma indução que não é percebida claramente por todos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="margin-bottom: 0cm;font-family:verdana;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;Existe uma coerção por parte das sociedades para que se mantenha o controle das massas। A consciência de si passa por cada um de nós, além dos grupos propostos pela autora, ela deve existir claramente para o individuo. Se o sujeito perceber o poder que está em suas mãos, que é ele faz com que exista a comunidade e com que ela funcione, ele poderá dar mais importância a individualidade.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="margin-bottom: 0cm;font-family:verdana;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;O sujeito só é a partir do momento que se reconhece no outro e é por este motivo que se aposta na intervenção do grupo para que haja uma real compreensão de si, do papel que desempenha dentro da comunidade. Pela interação com os participantes do grupo parece que o sujeito seja capaz de compreender o lugar ocupado na comunidade revelando-se as estratégias que faz de cada um único, isto é, não sendo nem se sentindo manipulado.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="margin-bottom: 0cm;font-family:verdana;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;O sujeito que compreende que ele é o fruto de relações sociais, de uma história única e que sobre ele podem estar sempre agindo as influências das ideologias dominantes, assim ele será livre, por que a liberdade passa pela consciência de si, do mundo e da comunidade na qual estamos inseridos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-bottom: 0cm; font-family: verdana;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;baseado no texto &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;i&gt;da Autora: Silvia T. Maurer Lane&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7347717548405366579-6364046923718329453?l=sinalizando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sinalizando.blogspot.com/feeds/6364046923718329453/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7347717548405366579&amp;postID=6364046923718329453' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/6364046923718329453'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/6364046923718329453'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sinalizando.blogspot.com/2007/04/o-que-psicologia-social.html' title='O que é a Psicologia social?'/><author><name>Suzana Duarte Santos Mallard</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04785263143108850161</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/Ri1oUg1G0FI/AAAAAAAAABk/8gsWDqBCc5A/s72-c/24dezembro049.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7347717548405366579.post-5658564418933701677</id><published>2007-04-20T07:05:00.000-07:00</published><updated>2008-12-11T21:53:54.927-08:00</updated><title type='text'>... sobre a abordagem.</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/RijJ_Q1G0EI/AAAAAAAAABc/j4HBBsuhuBs/s1600-h/275px-Freud_Sofa.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://2.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/RijJ_Q1G0EI/AAAAAAAAABc/j4HBBsuhuBs/s320/275px-Freud_Sofa.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5055512670410035266" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="txtartigos"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;O que é psicanálise?&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;             &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="txtartigos"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;É o nome dado ao processo de tratamento                baseado em técnica de atendimento psicológico, desenvolvida                a partir das idéias de Sigmund Freud e seus seguidores. Trata-se                de um processo que visa dar compreensão e o sentido à                criação e manutenção dos sintomas das                doenças psíquicas, em geral, inconscientes à                pessoa. A técnica é baseada na conversa, atuando assim                através das palavras como forma primordial de acesso às                manifestações do inconsciente, ou seja, os sintomas,                os sonhos, os atos falhos e os chistes.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;                          &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="txtartigos"&gt; &lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;Quem deve fazer psicanálise?&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;             &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="txtartigos"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Todas as pessoas que desejem conscientizar-se                e compreenderem o sentido inconsciente de suas ações                e sentimentos. Por tratar-se de uma técnica de tratamento                psicológico, está indicada para todos os pacientes                que apresentem algum sintoma como, por exemplo, depressão,                tristeza e dificuldades em função de relacionamentos                em geral, sintomas corporais sem causas especificadas, obsessões,                fobias, crises de ansiedade, pânico, transtornos de humor                e de personalidade, uso abusivo de álcool e drogas, dentre                outros. Evidencia-se que a técnica para o tratamento psicanalítico                de crianças utiliza-se também da ludoterapia, ou seja,                do brincar da criança como expressão de seus conteúdos                psíquicos inconscientes.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;                          &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="txtartigos"&gt; &lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;Que resultados se pode esperar de uma psicanálise?&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;             &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="txtartigos"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A psicanálise pode ser um processo bastante                longo, e os resultados que se pode esperar de seu processo é                uma maior compreensão das ações e sentimentos                do paciente, baseada no acesso ao seu inconsciente. Em geral, um                processo psicanalítico envolve de três a quatro sessões                por semana. De posse de uma maior compreensão a respeito                de si mesmo, o paciente tenderá a viver de forma mais consciente,                agindo em favor de uma melhor qualidade de vida para si, reduzindo,                potencialmente, a manifestação dos sintomas antes                citados.&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7347717548405366579-5658564418933701677?l=sinalizando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sinalizando.blogspot.com/feeds/5658564418933701677/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7347717548405366579&amp;postID=5658564418933701677' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/5658564418933701677'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/5658564418933701677'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sinalizando.blogspot.com/2007/04/sobre-abordagem.html' title='... sobre a abordagem.'/><author><name>Suzana Duarte Santos Mallard</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04785263143108850161</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/RijJ_Q1G0EI/AAAAAAAAABc/j4HBBsuhuBs/s72-c/275px-Freud_Sofa.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7347717548405366579.post-724218694301357158</id><published>2007-04-18T04:46:00.000-07:00</published><updated>2008-12-11T21:53:55.080-08:00</updated><title type='text'>... e Ilusão.</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/RiYGB4iZYdI/AAAAAAAAABU/TMmMUC0PWo0/s1600-h/ilusao19.gif"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://1.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/RiYGB4iZYdI/AAAAAAAAABU/TMmMUC0PWo0/s320/ilusao19.gif" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5054734261196251602" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; &lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Consideradas por Freud como "a peça talvez mais importante do inventário psíquico de uma cultura" (1927/1996, p.14), as idéias religiosas são por ele tomadas enquanto verdadeiras "ilusões". Mas que estatuto dar a essa ilusão? Freud aproxima a ilusão inerente à religião mais do delírio do que da fantasia (1927/1996, p.52), embora "uma ilusão não seja a mesma coisa que um erro; tampouco é necessariamente um erro" (FREUD, 1927/1996, p.30). Pois o que caracteriza as ilusões é que elas são derivadas de desejos humanos. Aproximam-se, assim, dos delírios, mas diferem deles: os delírios estão em contradição com a realidade. Já as ilusões não precisam ser necessariamente falsas, ou seja, irrealizáveis ou em contradição com a realidade. Freud afirma que podemos "chamar uma crença de ilusão quando uma realização de desejo constitui fator proeminente em sua motivação" (1927/1996, p.31), de modo a que nós desprezemos sua relação com a realidade tanto quanto a própria ilusão não dá valor à verificação. As doutrinas religiosas são todas elas ilusões e, algumas delas, podem ser comparadas a delírios. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="margin-bottom: 0.5cm; text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="margin-bottom: 0.5cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A religião é um discurso que constitui uma fantasia com características particulares, uma fantasia que se aproxima do delírio ou talvez uma "fantasia delirante", segundo a curiosa expressão utilizada por Freud, aparentemente uma única vez, no ensaio sobre a &lt;i&gt;Gradiva &lt;/i&gt;(FREUD, 1907/1996, p.43) na medida que pretende suturar o real. A religião é um "tesouro de representações, engendrado pela necessidade de tornar suportável o desamparo humano" (FREUD, 1927/1996, p.18). A posse dessas idéias, prossegue Freud, protege o homem "em dois sentidos: contra os perigos da natureza e do Destino, e contra os danos que o ameaçam por parte da própria sociedade humana" (idem). Freud observa que, aqui, reside, segundo seus próprios termos, "a essência da questão" (idem): trata-se de &lt;i&gt;produzir um sentido mais elevado para a vida&lt;/i&gt;, que passa a ser compreendida como um estágio de aperfeiçoamento da alma humana. O ponto nuclear desse discurso que visa dar sentido à vida não poderia ser outro senão o da morte. E a morte passa a ser objeto dessa produção de sentido: a própria morte passa a ser considerada não mais como "um aniquilamento, um retorno ao inanimado inorgânico, mas o começo de um novo modo de existência que se acha na via rumo ao desenvolvimento superior" (FREUD, 1927/1996, p.19). &lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;O poder inerente ao discurso religioso depende dessa contínua produção de sentido expressa em seu grau máximo através do sentido que é outorgado àquilo que não tem nenhum sentido a morte. Pois a morte é um dos nomes do real e talvez seja o melhor deles, algo que opera a radical perda do sentido. É interessante observar que o próprio Freud situa a necessidade de ultrapassar esta idade religiosa como um "despertar intelectual" (1927/1996, p.39) das massas. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="margin-bottom: 0.5cm;"&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7347717548405366579-724218694301357158?l=sinalizando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sinalizando.blogspot.com/feeds/724218694301357158/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7347717548405366579&amp;postID=724218694301357158' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/724218694301357158'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/724218694301357158'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sinalizando.blogspot.com/2007/04/e-iluso.html' title='... e Ilusão.'/><author><name>Suzana Duarte Santos Mallard</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04785263143108850161</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/RiYGB4iZYdI/AAAAAAAAABU/TMmMUC0PWo0/s72-c/ilusao19.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7347717548405366579.post-2592318373522332652</id><published>2007-04-12T12:04:00.000-07:00</published><updated>2008-12-11T21:53:55.168-08:00</updated><title type='text'>... delírio, ...</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/Rh6JWvP5T6I/AAAAAAAAABM/QhC6U-xdqq0/s1600-h/sonho+3.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://4.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/Rh6JWvP5T6I/AAAAAAAAABM/QhC6U-xdqq0/s320/sonho+3.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5052626855689539490" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;A    grande reviravolta que Freud operou em relação à    concepção psiquiátrica das psicoses foi a de    enunciar que o delírio &lt;i&gt;não é&lt;/i&gt; a    psicose, mas, ao contrário, a tentativa de cura da psicose.    Ou seja, o delírio é a tentativa, &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;de reconstituir este verdadeiro    filtro da fantasia que opera na neurose de modo a proteger o    sujeito do encontro com o real em jogo na pulsão de morte।&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A perda que está em jogo    aí, para Freud, não é tanto a da realidade,    que, de fato, é perdida não só na neurose    como também na psicose, mas    quanto a da fantasia no caso da psicose. Freud conclui aí que, se a &lt;i&gt;perda    da realidade&lt;/i&gt; é comum à neurose e à    psicose, o modo de &lt;i&gt;substituir&lt;/i&gt; a realidade perdida é    que será diferente em cada uma das duas estruturas: "O    novo mundo externo, fantástico, da psicose quer substituir    a realidade externa; por sua vez, o da neurose, prefere ligar-se,    como o brinquedo das crianças, a um fragmento da realidade    [...]" (FREUD, 1924b/1996, p।197)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;O    que é a fantasia , desde a fantasia    inconsciente ao devaneio , senão a manifestação    mais palpável no psiquismo da &lt;i&gt;insatisfação&lt;/i&gt;    inerente à própria pulsão sexual? A perda de    gozo inerente à entrada do sujeito no mundo da linguagem,    ou seja, na ordem simbólica, tem como corolário a    eleição da fantasia como verdadeira "promessa    de gozo" ao alcance do sujeito. É a ela que o sujeito    recorre a cada vez que um obstáculo se constitui em relação    à satisfação pulsional. Como tais obstáculos    são onipresentes, tem-se que a fantasia é também    onipresente em sua função de produzir alguma    homeostase psíquica e Freud manifestou repetidas vezes sua    surpresa em relação à acentuada capacidade de    fantasiar do neurótico. Há, assim, na neurose, certa    genealogia que vai da pulsão ao sintoma, passando pela    fantasia: &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="margin-bottom: 0.2in;"&gt;    &lt;/p&gt;    &lt;blockquote&gt;&lt;img src="http://www.scielo.br/img/revistas/agora/v8n2/a08img01.gif" name="graphics3" align="bottom" border="0" height="30" width="283" /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7347717548405366579-2592318373522332652?l=sinalizando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sinalizando.blogspot.com/feeds/2592318373522332652/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7347717548405366579&amp;postID=2592318373522332652' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/2592318373522332652'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/2592318373522332652'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sinalizando.blogspot.com/2007/04/delrio.html' title='... delírio, ...'/><author><name>Suzana Duarte Santos Mallard</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04785263143108850161</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/Rh6JWvP5T6I/AAAAAAAAABM/QhC6U-xdqq0/s72-c/sonho+3.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7347717548405366579.post-1257810542988873704</id><published>2007-04-09T12:29:00.000-07:00</published><updated>2008-12-11T21:53:55.396-08:00</updated><title type='text'>... fantasia, ...</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/RhqfBX6ieKI/AAAAAAAAAA8/7adHmjxeuAc/s1600-h/sonho.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://4.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/RhqfBX6ieKI/AAAAAAAAAA8/7adHmjxeuAc/s320/sonho.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5051524777997662370" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A    fantasia ocupa a elaboração freudiana durante um    longo período, que podemos denominar "período    áureo da fantasia", situado entre 1907 e 1911, que se    estende desde o ensaio sobre a &lt;i&gt;Gradiva&lt;/i&gt; de Jensen até    o texto metapsicológico sobre a fantasia, "Formulações    sobre os dois princípios do funcionamento mental".    Durante esse período, Freud tematiza a questão da    fantasia em diversos pequenos artigos, todos eles dedicados a    tratar da fantasia em suas diferentes manifestações,    em sua relação com o sintoma e o ataque histérico,    as teorias sexuais infantis e a criação literária.    &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="margin-bottom: 0.2in;"&gt;    &lt;/p&gt;    &lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;O    que interessa observar é que, apenas ao cabo desse longo    período de estudo aprofundado da fantasia, Freud consegue    extrair a complexa lógica inerente ao delírio na    psicose: em 1910, Freud escreve o texto sobre o caso Schreber e    também o artigo metapsicológico já citado    sobre a fantasia: "Formulações sobre os dois    princípios do funcionamento mental", ambos publicados    em conjunto em 1911, no mesmo volume da revista &lt;i&gt;Jahrbuch&lt;/i&gt;. Cocebia o delírio enquanto uma    tentativa de cura da psicose isto é, segundo minha hipótese    descrita a seguir, enquanto tentativa de restabelecer o plano    fantasístico rompido pelo fracasso do recalque originário    na psicose não pôde prescindir da compreensão    da função essencial da fantasia no psiquismo: uma    verdadeira função de "ponte" entre o    princípio de prazer e o princípio de realidade.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="margin-bottom: 0.2in;"&gt;    &lt;/p&gt;    &lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A fantasia fundamental só entra em cena a    partir da operação do recalque originário,    cujo efeito primordial será o da instalação    dessa fantasia fundamental como uma espécie de escudo    protetor em relação ao real do gozo. Caso a fantasia    não seja instaurada, ou seja, caso haja uma falha no    recalque originário, como ocorre na psicose, a pulsão    de morte passa a operar de forma direta e sem freio, e é    como uma tentativa de substituir a falha da instauração    da fantasia inconsciente que o psicótico construirá    seu delírio. O delírio é, na psicose, uma    tentativa de suplência da não-instauração    da fantasia fundamental. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="margin-bottom: 0.2in;"&gt;    &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7347717548405366579-1257810542988873704?l=sinalizando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sinalizando.blogspot.com/feeds/1257810542988873704/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7347717548405366579&amp;postID=1257810542988873704' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/1257810542988873704'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/1257810542988873704'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sinalizando.blogspot.com/2007/04/fantasia.html' title='... fantasia, ...'/><author><name>Suzana Duarte Santos Mallard</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04785263143108850161</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/RhqfBX6ieKI/AAAAAAAAAA8/7adHmjxeuAc/s72-c/sonho.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7347717548405366579.post-7823612778726151048</id><published>2007-04-07T15:43:00.000-07:00</published><updated>2008-12-11T21:53:55.552-08:00</updated><title type='text'>Sonho, ...</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/RhpFuH6ieJI/AAAAAAAAAA0/3HiWKDFDlag/s1600-h/Sonho+1.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://3.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/RhpFuH6ieJI/AAAAAAAAAA0/3HiWKDFDlag/s320/Sonho+1.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5051426590750308498" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Nascida do abandono da técnica da hipnose,&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; a psicanálise é uma experiência que, ao contrário de hipnotizar o sujeito, visa revelar aquilo que já o hipnotiza desde sempre, desde sua própria constituição. A &lt;i&gt;alienação&lt;/i&gt;, por ser um "fato mesmo do sujeito", segundo Lacan, ou seja, estruturante, nem por isso deixa de ser alienação. O despertar em jogo na análise indica, por sua vez, o caminho da &lt;i&gt;separação&lt;/i&gt;. &lt;/span&gt;&lt;p  style="margin-bottom: 0.5cm; text-align: justify;font-family:verdana;"&gt; &lt;/p&gt;&lt;div face="verdana" style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style="margin-bottom: 0.5cm; text-align: justify;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Na obra de Freud, a abordagem do sentido pode ser depreendida em quatro grandes segmentos conceituais que foram tomados por ele, sucessivamente, numa espécie de seqüência lógica, em que um conceito levava ao outro: sonho, fantasia, delírio, ilusão. A análise de cada um desses elementos representou uma etapa na construção de uma experiência do &lt;i&gt;despertar do sentido&lt;/i&gt;. &lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;div face="verdana" style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style="margin-bottom: 0.5cm; text-align: justify;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A obra de Freud se inaugura com a &lt;i&gt;Deutung&lt;/i&gt; dos sonhos e, a partir dela, é a operação sobre o campo do sentido que ele irá operar. A interpretação dos sonhos inaugura a descoberta da psicanálise e, para Freud, a função do sonho é fundamentalmente a de ser um "guardião do sono". Na carta de 9/6/1899, durante o período de escrita de &lt;i&gt;A interpretação dos sonhos&lt;/i&gt;, Freud escreve a Fliess: "Invariavelmente, o sonho visa a realizar &lt;i&gt;um &lt;/i&gt;desejo que assume diversas formas. É o desejo de dormir! Sonhamos para não ter que acordar, porque queremos dormir.  "O desejo de dormir é, segundo Freud não aquilo que determina a operação do sonho como uma &lt;i&gt;necessidade&lt;/i&gt; de dormir, mas sim como um &lt;i&gt;desejo&lt;/i&gt; de dormir. &lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: verdana;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="margin-bottom: 0.5cm; text-align: justify; font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;a name="tx02"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;O sonho, ao realizar de modo alucinatório o desejo e o desejo é sempre sustentado pela fantasia&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;, está a serviço do adormecimento, e é precisamente naquele momento em que algo do real tenta imiscuir-se no sonho, como no sonho de angústia, que o sujeito acorda. Paradoxalmente, o sujeito acorda, para prosseguir dormindo, isto é, fantasiando. Às vezes, durante o próprio sonho de angústia, dizemos para nós mesmos a fim de evitar o despertar que se insinua: "Afinal de contas, isto é apenas um sonho!"  &lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: verdana;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: verdana;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p face="verdana" style="margin-bottom: 0.5cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;a name="tx03"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Há uma relação íntima entre o sonho e a fantasia. Se todo sonho é a realização de um desejo, a fantasia é o suporte do desejo. "Nossos sonhos nada mais são do que fantasias"&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; Freud frisa isto no artigo "O poeta e o fantasiar" (1908/1996, p.131) , que sofreram a ação da censura e emergiram deformadas e distorcidas. A mesma ação da fantasia inconsciente, em torno da qual o sonho e o devaneio (fantasia consciente) se constroem, irá constituir para o sujeito, na vida de vigília, sua relação com a realidade, ou, melhor dizendo, sua própria realidade, uma vez que a realidade &lt;i&gt;é&lt;/i&gt;, em essência, realidade psíquica.&lt;/span&gt; &lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: verdana;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: verdana;"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p style="margin-bottom: 0.5cm; color: rgb(0, 0, 0);" align="left"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Ágora (Rio J.) vol.8 no.2 Rio de Janeiro July/Dec. 2005 - &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Marco Antonio Coutinho Jorge&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7347717548405366579-7823612778726151048?l=sinalizando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sinalizando.blogspot.com/feeds/7823612778726151048/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7347717548405366579&amp;postID=7823612778726151048' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/7823612778726151048'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/7823612778726151048'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sinalizando.blogspot.com/2007/04/fantasia-delrio.html' title='Sonho, ...'/><author><name>Suzana Duarte Santos Mallard</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04785263143108850161</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/RhpFuH6ieJI/AAAAAAAAAA0/3HiWKDFDlag/s72-c/Sonho+1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7347717548405366579.post-4219485274737588898</id><published>2007-04-01T17:50:00.000-07:00</published><updated>2008-12-11T21:53:55.664-08:00</updated><title type='text'>Porquê Sinalizar?</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/RhEVeSnaCqI/AAAAAAAAAAU/eKGnJMdMdaM/s1600-h/DSCN1600.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://3.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/RhEVeSnaCqI/AAAAAAAAAAU/eKGnJMdMdaM/s320/DSCN1600.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5048840267396418210" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O psicoterapêuta é o testemunho do que é verdade para o paciente podendo assim sinalizar para seu interlocutor nuances de suas palavras.  Ao entrar em contato com suas dificuldades e melhor compreendê-las a pessoa desenvolve uma maior aceitação de si mesmo tornando-se mais segura, o que favorece  uma  percepção  de sua vida profissional, pessoal e das necessidades de mudança.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%; text-align: justify;" lang="pt-BR"&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%;" align="justify" lang="pt-BR"&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Com o objetivo de facilitar o acesso ao atendimento psicológico relacionamos algumas situações incômodas vividas pelo indivíduo em seu quotidiano no qual a psicologia poderá auxiliá-lo, facilitando a manutenção de seu bem estar psíquico.  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;  &lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%;" align="justify" lang="pt-BR"&gt;  &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;dificuldade  para dormir, troca o dia pela noite ou têm períodos de  insônia; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;  &lt;/p&gt;  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%;" align="justify" lang="pt-BR"&gt;  &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;alto  grau de ansiedade e estresse;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%;" align="justify" lang="pt-BR"&gt;  &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;fica  agitado, parado ou varia entre esses dois estados;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%;" align="justify" lang="pt-BR"&gt;  &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;tem  dificuldade de concentração ou para tomar decisões;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%;" align="justify" lang="pt-BR"&gt;  &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;faz  uso diário ou abusivo de álcool ou drogas;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%;" align="justify" lang="pt-BR"&gt;  &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;fica  excessivamente agressivo, impaciente ou mal humorado nas suas  relações interpessoais;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%;" align="justify" lang="pt-BR"&gt;  &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;machuca-se  voluntariamente;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%;" align="justify" lang="pt-BR"&gt;  &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;tem  duvidas sobre a escolha da carreira profissional;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%;" align="justify" lang="pt-BR"&gt;  &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;susceptível  a influências externas com alterações bruscas de  comportamento; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;  &lt;/p&gt;  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%;" align="justify"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;  &lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma,sans-serif;"&gt;busca  pelo auto conhecimento.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%; text-align: justify;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7347717548405366579-4219485274737588898?l=sinalizando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/4219485274737588898'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7347717548405366579/posts/default/4219485274737588898'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sinalizando.blogspot.com/2007/04/porqu-sinalizar.html' title='Porquê Sinalizar?'/><author><name>Suzana Duarte Santos Mallard</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04785263143108850161</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_91fQ1sQc000/RhEVeSnaCqI/AAAAAAAAAAU/eKGnJMdMdaM/s72-c/DSCN1600.JPG' height='72' width='72'/></entry></feed>
