Domingo, 3 de Maio de 2009

Pato e coelho?

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Esta é a figura ambigua e famosa do pato e do coelho “descobertos” pelo psicólogo Joseph Jastrow em faraway em 1899 em uma ilustração de anos anteriores no conhecido Fliegende Blätter, um jornal alemão umoristico. Em 1993 Brugger & Brugger observaram que a figura ambigua, mostrada a 265 pessoas no domingo do Pascoa, era interpretada na maior parte como sendo a de um coelho, quando mostrada a outras 276 pessoas em um domingo de outubro era interpretada pela maioria como sendo um pato. O mesmo aconteceu, quando testado, sobre crianças muitos pequenos como também os mais velho.
Também a Pascoa cría expectativas que modulam as percepções da verdade.

Abstract | The Easter bunny in October: is it disguised as a duck?
Via Mindhacks

Quinta-feira, 23 de Abril de 2009

As mascaras internas


Todo o disfarce ou a máscara, reflete algo que nós não ousamos ou queremos revelar quando nos vestimos. O carnaval é um momento de comemorações, de cores e alegria, onde crianças e adultos, em grupo ou sozinhos, de carro ou a pé pelas ruas brincam num faz de conta.

Um disfarce é um “artificio para mascarar algo, para que este não seja conhecido”. As roupas usadas servem para distinguir pessoas ordianarias de condição ou do sexo social diferente daquelas que se disfarçam. As vestimentas podem servir para diferentes finalidades, entre elas, esconder a própria identidade ou reservá-la para realizar certas aventuras.

O disfarce tem sua origem na mitologia greco-romana. Tratava-se de colocar máscaras de sátiro de modo que as ninfas consentissem em manter as relações sexuais. Existia, o que era chamado de caravana, barcos em que os sátiros fecundavam as ninfas ou às virgens um vez ao ano. Os sátiros possuíam uma metade humana, na parte superior, e uma outra metade, a parte inferior, com o formato de cabras machos. Era uma celebração orgiástica e de fertilização. Na medida em que as tradições paganas se unem as religiosas, vai se perdendo a idéia original que as fundamentou, como é o Carnaval.

Durante toda sua história, o ser humano usou o disfarce simplesmente para se divertir, de outro lado também, nas comemorações nos bacanais pagãos, para exercer certas liberdades, dar vasão aos impulsos e aos desejos reprimidos e mais, até cometer crimes. Talvez esta seja umas das razões que converte o disfarce em uma autentica desdramatização dos mais recônditos da personalidade.

O sucesso verdadeiro do disfarce esta no fato da pessoa que se disfarça ser reconhecida não como quem é, e sim como a pessoa que deseja ser.

Os disfarces permitem modificar nossa realidade para fazer um sonho. O homem pobre pode ser o príncipe, o bom no demônio, o branco no negro e vice versa, o homem na mulher ou ao contrario. As pessoas parecem encarar ser, mesmo que por algumas horas, aquele personagem que sempre quis ser.

Todo o disfarce ou máscara, reflete algo que nós mesmos não ousamos revelar nas nossas vestimentas do dia a dia, alias, algo que tentamos na maioria das vezes cobrir com montes de panos e acessórios. O indivíduo livra-se de sua identidade estabelecida, sai nas ruas como se fosse “outra pessoa” para soltar às rédeas de sua imaginação.

Nossa personalidade é muito complexa. A palavra “pessoa”, deriva do grego que significa “máscara” e uma máscara não é o que uma pessoa é, mas uma representação, verdadeira ou falsa, que é exibida. São usadas em toda parte no mundo porque cada ser tem facetas diferentes. O que nós somos, quem nós queremos ser, quem nós fingimos ser, quem os outros vêem ou querem ver em nós. Estas “caras diferentes” dos nós mesmos, escondidas na maior parte do tempo, são as que nos fazem desejar ser outro de maneira subjetiva e constituem projeções inconscientes.

O disfarce permite tirar temporariamente a máscara, o disfarce que sempre carregamos. A sociedade impõem certos papeis que por vezes mascaram nosso verdadeiro ser. Isto quer dizer que uma parte de nós está "mascarada" e quando nos disfarçamos, nos permitimos ser como realmente queremos ser e depois voltamos a colocar a máscara de nossa "personalidade social".

Sexta-feira, 3 de Abril de 2009

O carnaval



O grande sucesso popular do carnaval parece ser aquele gostinho de liberdade, quase um desvencilhamento temporário das normas sociais e religiosas.
A palavra “carnaval” vem do termo italiano, milanês, Carnavale ou Carnem levare que significa “separar da carne ou “deixar a carne”. No dicionário histórico aparece como “o período de três dias que precede a quarta-feira da cinza”.

O Carnaval acontece como uma recusa as privações e as limitações e em algumas culturas se caracteriza pelo excesso na satisfação dos impulsos e das emoções.
Do ponto de vista psicológico, há uma permissão, uma espécie de tolerância no âmbito social onde “uma fantasia” pode se tornar aceitável. Respira-se no ambiente uma atmosfera de exaltação, onde a alegria contagia, por toda parte percebe-se uma suspensão das inibições que regulavam o espaço/ território social. 

Durante este curto período muitos se permitem bem mais que de costume , cria-se então um espaço para a liberação e a catarsi, um espaço para criar ou para viver ilusões.
Na sua origem, durante os dias que precediam o Carnaval não se admitia que os homens e as mulheres se entregassem a libertinagem. Esta era também a ocasião para se iniciarem os jovens homens, assim as reuniões assumiram um caráter orgiástico. Entre bebedeiras generalizadas que culminavam em todo o tipo de atos libidinosos, os participantes dançavam e bebiam incessantemente, brindando no primeiro trago a Baco, no segundo a Vênus e no terceiro a Luxuria.

Os bacanais se tornaram cada vez mais desenfreados até serem proibidos pelo Senado Romano no ano 186 a.C.
Tanto as autoridades civis quanto as eclesiásticas tentaram controlar, e às vezes até proibir, a celebração do Carnaval, que sempre lhes causou certo receio, devido a seu caráter reforçado pela subversão das normas.

O grande sucesso popular deste tipo de celebração, parece ser justamente a possibilidade de tornar possível uma experiência excepcional que revela um traço da liberdade total das normas sociais e religiosas. Por esta razão, quem em primeiro lugar aderiu a esta celebração foram as mulheres, seguidas pelos escravos, estrangeiros, o que quer dizer, todo aqueles que foram marginalizados dentro da estrutura social.

Quarta-feira, 1 de Abril de 2009

Diferenças psicológicas entre mulheres e homens




Com o passar do tempo em diferentes culturas se criam opiniões que são a síntese da sabedoria popular. Estes conhecimentos são baseados em percepções sendo que alguns deles se fundam em preconceitos e estereótipos que não correspondem com a realidade, outros são comprovados pela .

Uma dessas idéias, presente no senso comum, é que os homens pensam somente em sexo e que as mulheres não param de falar. Pois bem, parece que após um estudo feito na Inglaterra, foram publicados dados em que se afirma que as mulheres falam pelo menos três vezes mais do que os homens. As mulheres pronunciam mais de 20 mil palavras por dia, já os homens não chegam à 7 mil. As razões dessas diferenças seriam devidas a circunstância que tem a ver com a formação cerebral e com os hormônios.

A ciência provou que os cérebros da mulher e do homem diferem. Não é por acaso que as mulheres são mais emocionais do que os homens. As áreas do cérebro que se desenvolveram em ambos os sexos tiveram que ver com as questões relativas a sobrevivência da espécie e com as diferenças genéticas que diferem entre os gêneros. A mulher teve que transmitir o carinho e a tranqüilidade aos filhos, além de alimentá-los de seu próprio corpo.

Também, devia ensinar-lhes a linguagem humana. Tinha que falar-lhes. O homem entre tanto buscava o sustento. Caçava, pescava ou colhia alimentos que o forçaram ao silêncio.

Também era seu papel a defesa de sua família de possíveis perigos. O cérebro masculino se moldou para lidar com a orientação espacial, segurar a raiva para enfrentar os animais e para reprimir as emoções que poderiam enfraquecer seu papel de caçador e de soldado.

A mulher exigia que o pai de seus filhos permanecesse ao lado e de suas crianças, para os defender e para que os preparasse através da brincadeira. Assim desenvolveu mais as emoções, que se expressam pelos sentidos e pelas palavras. Seus hormônios sexuais fizeram-lhe agir de maneira diferente dos outros animais. Fez sexo não só para procriar mas também para manter a atenção de sua companheira. A sua vez, o homem preferiu estar com “sua” mulher que ficar por ai lutando com outros homens para ter a fêmeas no cio. Juntos se moldaram e conformados foram levados a monogamia.

De acordo com o estudo, a testosterona e a genética sexual que ordena ao homem para ter o maior número possível de crianças, reduziu a parcela do cérebro “para escutar”, mas simultaneamente lhe aumentou a zona do pensamento sexual que seria duas vezes mais grande do que nas mulheres.
Disso é que vem “ele só pensa naquilo”?

Domingo, 22 de Março de 2009

...

... continuando...

Sábado, 21 de Março de 2009

ainda...?!